“Deixa a vida me levar” é um lema que não serve para o mundo dos negócios. O mercado é cruel e competitivo e, para superar obstáculos e alcançar o sucesso, não se pode contar apenas com a sorte — é preciso adotar uma gestão estratégica.

Mas você sabe como fazer isso? Entende quais são os aspectos da companhia em que esse conceito precisa ser aplicado? Conhece os impactos que ela traz para um negócio?

É exatamente sobre isso que vamos tratar hoje. Portanto, não perca este post e descubra como a gestão estratégica pode promover o crescimento e o desenvolvimento de um empreendimento.

O conceito de gestão estratégica

Como já mencionamos, um gestor não pode contar apenas com a sorte para obter sucesso. Ele precisa ter em mente onde a empresa deseja chegar, ou seja, seus objetivos e metas.

Porém, também não basta ter uma visão, um ideal, mesmo que seja descrito em seu planejamento. Para que ele aconteça, a empresa precisa mobilizar todos os recursos da organização em prol desses objetivos — isso é gestão estratégica.

Portanto, apenas para reforçar o conceito, gestão estratégica é uma forma de administrar a empresa mobilizando toda a estrutura organizacional (recursos físicos, materiais, humanos, financeiros, tecnológicos etc.) a fim de alcançar os objetivos da companhia.

A gestão estratégica envolve:

  • conhecimento dos desafios internos e externos, que é feito por meio da análise das forças e fraquezas, oportunidades e ameaças (SWOT);

  • formulação de um plano para superar os obstáculos detectados e aproveitar as oportunidades;

  • execução do plano de ação;

  • avaliação e ajustes contínuos, de acordo com os resultados alcançados.

Portanto, o primeiro passo é ter um planejamento estratégico que prevê determinados alvos e objetivos, dizendo onde a empresa quer chegar. Para que ele se torne realidade, a gestão estratégica traçará as ações necessárias para atingi-los — o como chegar lá!

E, como mencionamos, isso envolve a mobilização de todos os recursos da companhia, o que significa que o mesmo conceito precisa ser aplicado às diversas áreas. Quer saber quais são elas e como a gestão estratégica tem impacto sobre elas? Acompanhe!

Os quatro pilares da gestão estratégica

Alguns conceitos-chave são fundamentais para a gestão estratégica de um negócio. Segundo alguns autores, eles podem ser sintetizados em quatro pilares que fazem esse processo funcionar. Conheça-os!

Alinhamento de metas

Trata-se da capacidade de alinhar as tarefas do dia a dia à estratégia da organização. É possível que desde que o negócio se estabeleceu algumas atividades sejam realizadas sempre da mesma forma, por força do hábito.

No entanto, à medida que a empresa cresce e segue em busca de uma determinada visão, essas atividades já não fazem mais sentido ou devem ser realizadas de outra maneira. O grande desafio das empresas é analisar cada uma das suas atividades e avaliar o quanto estão contribuindo para se alcançar a grande meta comum. É preciso estabelecer prioridades e eliminar da rotina e dos processos tudo o que se mostra improdutivo ou até mesmo inútil.

Comunicação

A grande força por trás da mobilização dos seus recursos humanos continua sendo a comunicação. Ela é fundamental para conscientizá-los sobre a importância dos planos, mostrar como devem ser executados e inspirá-los a fazer isso com excelência.

Portanto, a comunicação é o aspecto que mostra não só o que deve ser feito e como realizar. Ela cria um motivo, um porquê capaz de encorajar as pessoas a desejarem e buscarem uma performance de alto nível.

Confiança

Essa é a base de todos os relacionamentos humanos e sua presença no ambiente de trabalho é essencial para alcançar a excelência e eficiência. No entanto, percebe-se uma falta de confiança dentro das organizações, para prejuízo de todos os envolvidos.

As companhias conseguem resultados mais expressivos quando conseguem despertar a confiança e o engajamento dos seus funcionários. Vamos falar mais a respeito desse tema quando tratarmos da gestão estratégica de recursos humanos.

Monitoramento e prestação de contas

Para que os projetos aconteçam, de fato, é necessário que as pessoas tenham metas e responsabilidades a cumprir. É preciso estabelecer alvos, prazos e padrões de entregas, que precisam ser monitorados e acompanhados de perto.

É essa supervisão que vai identificar dificuldades e solucioná-las prontamente, prover suporte ao colaborador no exercício das suas funções, corrigir rotas ou propor melhorias e garantir a entrega dos resultados desejados.

Agora, que você já conhece os pilares da gestão estratégica, vai ver como ela é necessária em cada área de uma organização. Confira!

A gestão estratégica de pessoas

É consenso entre os especialistas que as pessoas são o principal ativo de uma organização. Mais importantes que as máquinas e equipamentos, são elas que efetivamente realizam o trabalho e fazem a empresa alcançar seus objetivos.

Porém, não é porque as pessoas são consideradas “recursos” que devem ser inseridas no planejamento de acordo com uma visão mecanicista. A relação entre empregado e empregador envolve mais do que a prestação de serviços.

Trata-se de uma relação em que o colaborador realmente desenvolve atividades que atendem às necessidades da empresa, mas nas quais encontra também uma oportunidade de desenvolvimento pessoal e reconhecimento profissional.

Para que isso aconteça, é fundamental que a organização invista em uma gestão estratégica de recursos humanos, que deve visar:

  • a captação e contratação de funcionários com uma aderência cultural à empresa;

  • a criação de oportunidades de desenvolvimento constante dos colaboradores, para que eles tenham condições de explorar ao máximo seu próprio potencial e melhorar a performance;

  • a alocação dos trabalhadores nos postos para os quais demonstram maior aptidão, garantindo que sintam que suas habilidades são valorizadas e que a empresa tenha uma performance de alto nível;

  • a criação de políticas para a valorização do capital intelectual e a retenção de talentos;

  • uma gestão humana e inspiradora, que consiga alinhar as ações dos funcionários aos objetivos estratégicos da companhia;

  • a formação de times de trabalhos compostos por indivíduos diferentes, mas com habilidades e competências complementares;

  • a promoção de um clima organizacional ao mesmo tempo agradável e desafiador, no qual os trabalhadores sintam-se seguros e instigados a fazer o seu melhor.

Por isso, a gestão estratégica de pessoas é, segundo alguns autores, uma total compreensão do ser humano e sua atuação no ambiente de trabalho. Ela envolve conhecimentos que vão além da estratégia empresarial e chegam a campos como a Psicologia e a Sociologia.

À medida que a organização consegue proporcionar essa oportunidade de desenvolvimento e realização aos seus recursos humanos, gera motivação, coordenação, inovação e engajamento — aspectos fundamentais para superar a concorrência.

Como se pode perceber, a gestão estratégica dos recursos humanos não pode ser apenas uma missão do RH. Todos precisam absorver essa cultura e praticá-la no dia a dia, especialmente os líderes de cada departamento. São eles que lidam com os funcionários no dia a dia e, por isso, devem motivar, despertar a confiança, inspirar e proporcionar o tratamento que reflete essa cultura organizacional.

De certa forma, é criar estratégias como as utilizadas para fidelizar o cliente. É transformar os colaboradores em fãs da empresa, dispostos a atingir um alto nível de eficiência a fim de prolongar e tornar cada vez mais produtiva uma relação em que todos ganham.

Quando consegue estabelecer esse tipo de relação com o trabalhador, a organização descobre que eles se tornam um verdadeiro diferencial competitivo. É o fator que destaca a empresa no mercado e a torna apta a vencer a concorrência, seja por seu potencial de inovação ou pela capacidade de proporcionar satisfação ao cliente.

A gestão estratégica de custos

Não há como falar em manter a competitividade no mercado sem adotar uma política ou medidas para a redução de custos. No entanto, diferentemente de outros tempos, não se fala apenas em diminuir os custos de produção de um negócio.

Por décadas, o conceito dominante foi o de que o papel da organização era reduzir os custos produtivos. Dessa forma, ela poderia oferecer um preço mais baixo aos consumidores e vencer a concorrência.

Hoje, no entanto, essa visão já não é suficiente. As empresas que focaram apenas na manutenção de um preço baixo já perceberam que essa estratégia é insuficiente para conquistar o consumidor e, consequentemente, sua participação no mercado.

Na atualidade, a gestão de custos vai além dessa visão. Ela entende que é preciso tornar todo o processo produtivo mais eficiente, elevando a lucratividade do negócio como um todo. Envolve também a formação do preço de venda, que precisa levar em consideração o valor agregado das suas evoluções.

Portanto, a gestão estratégica de custos não é focada apenas na produção. Em primeiro lugar, ela precisa promover a otimização dos processos internos e a redução de desperdícios para só depois chegar à solução proposta ao consumidor final.

Essa necessidade de otimização não deve ser uma tarefa exclusiva da alta cúpula da empresa. Toda a equipe deve ser conscientizada sobre essa necessidade. Assim, eles podem, inclusive, participar de forma ativa dessa mudança, sugerir inovações que resultam na redução de custos e tornar a organização mais eficiente como um todo.

A gestão estratégica da informação

Durante décadas e ainda hoje, a tecnologia tem um papel operacional dentro de muitas organizações. Ela automatiza tarefas e armazena dados — o que já é importante e reduz custos — mas é possível transformá-la em uma aliada ainda mais relevante.

Atualmente, existem ferramentas tecnológicas que permitem a captação, processamento, integração e análise da informação de uma forma sem precedentes. Trata-se da inteligência aplicada aos negócios, e que deve ser utilizada na tomada de decisão.

A utilização desses recursos muda completamente a gestão de uma empresa. Ela deixa de ser fundamentada apenas no know-how e feeling dos gestores para se basear em dados (data driven). Com isso, é possível responder ao mercado de forma rápida e precisa.

A combinação das informações internas e a análise do cenário externo proporcionam a oportunidade de conhecer tendências e antecipar-se a eventos — um conhecimento essencial para oferecer ao mercado o que ele de fato deseja consumir.

As informações do Business Intelligence também permitem gerenciar variáveis que impactam nos negócios de forma precisa. Assim, a empresa tem a chance de reduzir incertezas, identificar obstáculos e responder a eles de forma apropriada, aumentando suas possibilidades de alcançar os resultados desejados.

A gestão estratégica de negócios

A palavra estratégia não tem origem no mundo dos negócios. Na verdade, surgiu em um contexto militar e era usada para descrever o que o “general sabe fazer” para levar seu exército à vitória.

Por isso, quem conhece a competitividade do mundo dos negócios entende como ela pode ser perfeitamente adaptada a esse contexto. Estabelecer-se, manter ou ampliar sua fatia no mercado pode ser considerado uma verdadeira batalha que exige, portanto, estratégia.

No mundo empresarial, a gestão estratégica é aquela que pensa além do aqui e agora. Ela se distancia por um momento dos aspectos operacionais do negócio e procura vislumbrar a perspectiva do futuro do mercado, preparando a empresa para atuar nesse novo cenário.

A gestão estratégica do negócio envolve:

  • visão além do presente, em que o gestor procura identificar a direção que o mercado turbulento e imprevisível segue para adaptar seu negócio a essas tendências;

  • visão sistêmica da organização, na qual os diversos aspectos e áreas do negócio são alinhados com o objetivo de alcançar suas metas;

  • orientação para resultados presentes e futuros;

  • revisão sistemática do portfólio ou carteira de produtos da empresa, buscando alternativas para que ela se mantenha competitiva no mercado;

  • reestruturação organizacional e de processos administrativos para tornar a organização mais ágil, produtiva, lucrativa e competitiva.

Portanto, é a gestão estratégica do negócio a grande responsável por sua longevidade. Ela prepara a empresa para continuar atendendo às necessidades do seu público-alvo, mantendo-a apta a manter ou até mesmo ampliar sua participação no mercado.

A gestão estratégica de compras

A gestão das compras ou de suprimentos de uma organização é um elemento-chave para a obtenção de resultados positivos. Sabemos que, ao mesmo tempo em que é fundamental contar com a matéria-prima necessária para a produção ou com as mercadorias que serão vendidas ao consumidor final, uma empresa não pode imobilizar seu capital em um estoque.

A atividade de compras, quando realizada sem uma visão estratégica, compromete a saúde financeira de uma organização. Por isso o departamento precisa ser conduzido para alcançar a redução do seu TCO (total cost of ownership) e promover a lucratividade.

Sem uma gestão estratégica, esse setor pode sofrer dois grandes problemas que prejudicam a companhia. O primeiro e bastante conhecido é a ruptura do estoque, situação na qual faltam matéria-prima ou mercadorias para atendimento ao consumidor.

O impacto negativo da ruptura pode variar desde a perda de oportunidades de negócio por falta do produto procurado pelo consumidor até multas por atraso na entrega, dependendo do contrato firmado com o parceiro de negócios.

Já um estoque excessivo compromete a saúde financeira da empresa. Quando ela compra uma grande quantidade de suprimentos de baixa rotatividade, empata o capital. Isso inviabiliza investimentos mais rentáveis e pode exigir que o negócio recorra a instituições financeiras para saldar seus compromissos, gerando um ônus perigoso.

A gestão estratégica de projetos

Fazer com que as ideias saiam do planejamento e se transformem em realidade é o grande desafio da maioria das organizações. Os motivos para isso são diversos e não pretendemos apontar uma única causa.

No entanto, um fato é muito comum e não se pode negar que contribui para essa dificuldade de implementar um planejamento: a falta de visão de projeto no dia a dia e na gestão das organizações. Isso significa que os planos estabelecidos não são encarados pela companhia como projetos específicos.

Nesse cenário, os recursos de gerenciamento são subestimados e o resultado mais comum é o insucesso. A falta de visão de projeto é responsável pelo gerenciamento de projetos inadequado, alocação inapropriada de recursos, falha na utilização de um método eficaz para atingir o objetivo e até mesmo na seleção e priorização.

Portanto, a partir do momento em que uma empresa estabelece um planejamento, precisa enxergá-lo como um projeto que deve ser executado com prazo e recursos definidos, resultados desejados e etapas estabelecidas. Sem essa clareza e o controle necessário, é muito provável que o plano fracasse, causando desgastes e prejuízos à companhia.

O gerenciamento estratégico de projetos é fundamental para:

  • organizar as ações: é essencial planejar e melhorar processos, coordenar atividades, estabelecer uma ordem e procedimentos para fazer com que os planos se concretizem;

  • administrar riscos: é preciso identificar as ameaças e tomar as medidas necessárias para preveni-las;

  • agilizar processos: quando o projeto é devidamente organizado, o fluxo das atividades é mais rápido e eficiente, gerando produtividade e favorecendo o cumprimento de prazos;

  • controlar custos: quando o projeto é acompanhado de perto, é possível prever necessidades e negociar preços com fornecedores de forma antecipada, evitando gastos desnecessários;

  • melhorar a percepção de valor: a organização, o cumprimento de prazos e a qualidade geram satisfação no cliente, seja ele interno ou externo.

A gestão estratégica de processos de negócios

Tudo que acontece em uma empresa envolve processos: fabricação de produtos, venda, operações logísticas, controle de estoque. Portanto, se eles forem repletos de ações ineficazes — ou na pior das hipóteses, inúteis —, haverá prejuízo para a companhia.

A gestão de processos é essencial para tornar as operações mais eficientes. Ela envolve o entendimento e a melhoria de cada etapa necessária a fim de que um produto ou serviço seja entregue ao cliente.

Portanto, trata-se de conhecer, avaliar, remodelar e monitorar processos, fazendo com que se elimine de cada etapa quaisquer tipos de entraves ou gargalos responsáveis pelo desperdício de tempo ou recursos.

Entre as principais vantagens da gestão estratégica de processos, podemos destacar:

  • otimização de recursos (tempo, dinheiro, matéria-prima, pessoas, equipamentos, tecnologias etc.);

  • alinhamento à estratégia da empresa;

  • aumento na qualidade dos produtos e serviços;

  • integração entre as diferentes áreas do negócio;

  • rapidez e precisão na tomada de decisão.

Ferramentas de gestão estratégica

Um dos principais entraves à mudança nas organizações é a insegurança. Não é incomum os gestores preferirem permanecer em uma situação que, embora desconfortável, é conhecida do que se aventurarem em uma possibilidade ainda inexplorada.

Nesse contexto, as ferramentas são extremamente úteis para o gestor. Elas proporcionam segurança à medida que funcionam como um mapa utilizado para conhecer essa trajetória de mudanças. Mostram o que a gestão pode fazer e, muitas vezes, oferecem instrumentos de controle importantes para quem quer mudar o modelo de gestão sem perder de vista os rumos da organização. Conheça algumas delas.

Análise SWOT

Trata-se de uma ferramenta importante para avaliar o ambiente interno e externo de uma empresa. Esse modelo gráfico permite analisar as forças e fraquezas da organização (strengths e weaknesses), bem como as oportunidades e ameaças encontradas no mercado (opportunities e threats).

Ele é essencial para uma gestão estratégica, pois para alcançar seus objetivos é preciso entender em que aspectos seu negócio ganha da concorrência e em quais perde (cenário externo). A partir daí, é possível identificar os fatores internos que contribuem para isso, criar um plano a fim de corrigi-los ou potencializá-los com a finalidade de alcançar os resultados desejados.

Matriz BCG

É uma ferramenta utilizada para identificar os produtos e serviços mais rentáveis que sua empresa oferece, sua participação de mercado e potencial de crescimento a partir do seu mix de soluções.

Em termos de apresentação visual, a matriz BCG é um gráfico. Seu eixo X (horizontal) é estabelecido considerando a participação de mercado. Já o eixo Y reflete o potencial de crescimento de um produto no mercado.

A análise de cada produto, de acordo com esses fatores, levará os gestores a quatro possíveis decisões:

  • investir no aumento de participação no mercado;

  • trabalhar para manter a participação no mercado;

  • aproveitar um momento específico de oportunidade (time to market) para lucrar com o produto e depois encerrar a operação;

  • descontinuar a oferta do produto ou serviço porque ele não é suficientemente rentável para o negócio.

Portanto, a matriz facilita a análise de dados fundamentais para que os gestores decidam em que produtos e de que forma a empresa investirá para obter maiores lucros.

PDCA

Baseado em 4 etapas: planejamento, execução, avaliação e ação (plan, do, check, act), o PDCA propõe um ciclo de melhoria contínua dentro da empresa. A ideia é partir da identificação de um problema e solucioná-lo de acordo com as seguintes fases:

  • planejamento: envolve a identificação do problema e uma análise para descobrir onde e porque ele começa; a seguir, é necessário planejar melhorias e criar um plano para implementá-las;

  • execução: essa é a etapa em que os gestores envolvem as pessoas e executam o plano, sempre levantando dados que serão utilizados na avaliação;

  • avaliação: trata-se da verificação que deve levar dois aspectos em consideração — se o plano realmente foi executado da forma planejada e se os resultados correspondem à expectativa;

  • ação: se o plano funcionou como se desejava, entende-se que o problema foi resolvido; nesse caso, o processo é padronizado, aplicado a outros setores (quando apropriado) e ensinado aos outros funcionários; caso não tenha funcionado, essa etapa envolve a reflexão e a elaboração de uma nova estratégia para tentar solucioná-lo.

A gestão estratégica pode ser auxiliada por ferramentas que ajudam a implementar, acompanhar e avaliar. Elas indicam o que fazer e ajudam a estabelecer parâmetros para analisar os resultados e tomar decisões precisas.

Entendeu o que é a gestão estratégica e qual seu impacto sobre os negócios? Gostou do post mas quer saber mais sobre esse e outros assuntos relevantes para o sucesso de uma empresa? Então não perca tempo! Inscreva-se agora mesmo e receba nossa newsletter diretamente em seu e-mail.

Escreva um comentário

Share This