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O que é Big Data? Conheça a relevância desse conceito no mercado atual

Se alguém perguntar para você o que acha de fazer do Big Data o futuro da sua carreira profissional, essa pergunta faria algum sentido? Não tem certeza? Então está na hora de se atualizar.

O Big Data é um processo de análise de um volume significativo de dados armazenados remotamente. Trata-se da integração de qualquer dado coletado sobre uma empresa ou assunto, como registros de compra e venda e canais de interação não digital (como call center e telemarketing).

A tecnologia atual pode alcançar todos os registros feitos. Essa revolução tecnológica pode transformar os resultados das empresas de tal forma que o mundo corporativo tem manifestado cada vez mais interesse, em esfera global, pelo recurso.

Ainda tem dúvidas sobre como o Big Data funciona e de que forma ele pode oferecer a mudança prometida? Então, continue acompanhando este artigo e tire suas dúvidas sobre o assunto.

Qual a importância de uma tecnologia como o Big Data?

Para entender a importância e o funcionamento da tecnologia, primeiramente devemos considerar que a análise de dados é uma parte rotineira em várias áreas de diversos negócios. Com técnicas de estatística, pesquisas de mercado e processamento de informações, analistas mapeiam padrões de comportamento em busca de um aumento do índice de lucratividade.

Internamente, empreendimentos podem identificar gargalos e problemas operacionais com a implementação de rotinas de análise. Assim, diversos processos podem ser melhorados continuamente.

A verdade é que a quantidade de informações disponíveis para uso por instituições nunca foi tão vasta. No dia a dia de trabalho, as mudanças são visíveis. Você já parou para observar a quantidade de registros que geramos sobre o que produzimos, pensamos, sentimos ou, até mesmo, desejamos? Não seria exagerado comentar que a humanidade nunca viveu a era dos registros como hoje.

Por conta de tudo isso, foi preciso desenvolver técnicas capazes de possibilitar o processamento de dados com alto desempenho e disponibilidade. Nesse sentido, o Big Data simplifica a coleta, o processamento e a visualização de informações, oferecendo uma padronização eficaz. Assim, as empresas conseguem compreender tendências em tempo real e originar produtos mais lucrativos.

Mas em que momento esses dados são transformados em insights?

Se ainda está um pouco complicado entender como todos esses dados coletados podem ser úteis para os negócios, vamos nos aprofundar nesse assunto agora mesmo. As soluções de Big Data “cuidam” dos dados brutos até que eles sejam transformados em insights valiosos para a tomada de decisão.

Um processo eletrônico faz com que um conjunto de dados “soltos” passe a servir como uma informação. Essa informação se transforma em conhecimento e, por fim, o conhecimento se torna sabedoria, que será usada para tomar as decisões mais assertivas e para o contexto de seu negócio.

Vale ressaltar que empresas que utilizam Big Data possuem 5 vezes mais chances de tomarem decisões mais rápidas dos que as dos concorrentes e 2 vezes mais chances de obterem performance superior a deles, como mostra pesquisa da consultoria em negócios norte-americana Bain & Company.

Agora, vamos tornar o processo mais claro. Imagine uma desenvolvedora de softwares que precisa entender por que houve aumento nas taxas de churn de seu negócio.

O trabalho de inteligência de dados partirá dos “rastros” básicos dos ex-assinantes, como planos contratados, queixas registradas e taxas de inadimplência. Posteriormente, esses dados gerarão informações importantes, como listas de inadimplentes ou de quais clientes manifestaram insatisfação com os softwares comercializados.

Em seguida, é possível partir para a fase do conhecimento, relacionando, por exemplo, os planos contratados com maiores possibilidades de cancelamentos — planos mais completos são mais caros e apresentam maior tendência a serem abandonados no futuro que pacotes baratos.

Por último, gera-se a “sabedoria” do negócio, com sugestões de ações que devem ser tomadas para ampliar o nível de satisfação dos clientes ou tornar os planos mais acessíveis a fim de reduzir as taxas de cancelamento.

Quais as vantagens?

Criação de valor

Todos os investimentos e processos internos buscarão agregar valor ao negócio e aos seus serviços. Indicadores serão implementados em toda a cadeia operacional em busca de melhorias e gestores realizarão um trabalho constante para identificar possíveis investimentos de qualidade para o negócio.

Além disso, as informações coletadas deverão ser analisadas por meio de técnicas eficientes, que filtrem apenas aquilo que for relevante para o negócio.

Juntos, tais fatores podem causar um grande impacto no negócio. O retorno de investimentos, por exemplo, será maior. Estratégias e projetos de desenvolvimento de serviços criarão um portfólio comercial mais competitivo e com maior potencial de geração de renda. Assim, a empresa conseguirá se destacar entre a concorrência com mais facilidade.

Redução de custos

Empresas com cadeias operacionais complexas precisam estar atentas à sua gestão orçamentária. Investimentos e rotinas diárias, quando mal avaliados, podem causar um impacto negativo na gestão de recursos do negócio. Diante disso, é fundamental que a empresa consiga identificar o que pode ser otimizado e quais processos devem ser eliminados.

Nesse sentido, o Big Data cumpre um papel de destaque: estores podem utilizar a análise de dados para identificar gargalos e áreas de baixa produtividade. Com isso, melhorias serão implementadas para que o negócio consiga criar processos com um custo e índices de desperdício menores.

Otimização dos riscos

Uma empresa deve avaliar continuamente os riscos envolvidos na criação de produtos e estratégias de mercado. Nesse sentido, um ambiente baseado em uma cultura de análise de dados conseguirá prever cenários com maior eficiência e identificar quais são os fatores envolvidos em um projeto. No longo prazo, as decisões tomadas terão um índice de sucesso mais amplo e com lucros maiores.

Como se atualizar?

A formação é bastante democrática. Seja em nível de especialização ou como uma segunda graduação, é um campo aberto a profissionais oriundos das mais diversas áreas. Egressos de faculdades de TI, Publicidade, Jornalismo, Marketing, Estatística e Administração de Empresas são bons exemplos.

Se você procura um bom curso, saiba que ele depende de algumas características para ser bem aproveitado. O aprendizado deve demonstrar as formas mais usadas de Big Data e as suas variações, como o Analytics e o Business Intelligence, sobre os quais já falamos por aqui.

Quer uma dica? A sua busca deve ser por uma proposta de ensino voltado à aplicação, com uma diretriz menos acadêmica e mais direcionada ao mercado.

Gostou do artigo? Entre em contato conosco e conheça nosso curso especial sobre Big Data!

Como desenvolver sua capacidade gerencial?

Embora exista um mito de que a capacidade gerencial seja um dom, na verdade qualquer habilidade pode ser aprendida. Dedicando-se o tempo certo e se preparando adequadamente, dá para desenvolver vários tipos de competências, como de oratória, de gestão ou de negociação. Para tanto, é preciso investir em capacitação e buscar estratégias que possam auxiliar no desenvolvimento desses atributos, o que, por sinal, é essencial para a carreira.

Sabe-se que algumas pessoas começam suas jornadas profissionais com aptidões maiores a funções que exigem essas habilidades. Todavia, com persistência e um bom treinamento, os indivíduos que têm mais dificuldades também conseguem cultivar em si essas mesmas competências.

O desenvolvimento de qualquer habilidade, incluindo as gerenciais, passa por um programa de formação planejada, tanto formal (treinamentos específicos para estas funções) quanto pessoal. Nesse ponto, temos o exemplo de leituras que permitem o aperfeiçoamento individual da pessoa.

Para entender melhor como é possível desenvolver sua capacidade gerencial para promover sua ascensão profissional, continue lendo e confira o que preparamos sobre esse tema!

Que habilidades compõem o perfil de um profissional com capacidade gerencial?

Capacidade de liderança

O gestor precisa ser capaz de direcionar sua equipe para alcançar objetivos. Para isso, ele necessita coordenar, tornando-se um líder. Isso significa dar exemplos positivos, delegar tarefas de maneira equilibrada, orientar seus liderados, entre outras ações.

Conhecimento técnico

Bom domínio técnico em sua área de atuação é essencial para um gestor, pois seus colaboradores normalmente se reportarão a ele para solicitar ajuda com suas atividades. Esse conhecimento também é necessário para que o líder monitore e avalie as tarefas de seus subordinados, a fim de assegurar que sejam realizadas com a qualidade e a eficiência necessárias.

Capacidade de se relacionar

Um gestor deve ter boa capacidade de relacionamento, pois frequentemente lidará com pessoas diferentes não só em sua equipe, mas na empresa. Afinal, muitos planos e estratégias são elaborados em conjunto com outros gestores e profissionais de diferentes departamentos. Dependendo da área, ainda terá de interagir com clientes, fornecedores e até agentes do governo, como fiscais.

Boa comunicação

A capacidade de se relacionar depende de uma boa comunicação, portanto, são complementares. Além disso, ela é necessária para organizar e instruir seus subordinados e para defender ideias e projetos, bem como para justificar investimentos aos seus pares e superiores hierárquicos.

Habilidade de negociação e de conciliação

Para conseguir recursos é importante desenvolver a comunicação, mas também é preciso combiná-la a uma boa habilidade de negociação para defender propostas e realizar concessões controladas. Ela ainda é essencial em cargos que envolvem contatos com agentes externos, isto é, ao negociar preços e condições comerciais com fornecedores e com clientes.

A habilidade de conciliar também é fundamental a um gestor, uma vez que será necessário gerenciar interesses de vários indivíduos e empresas em seu cotidiano.

Foco em inovação

É preciso foco em inovação e criatividade para rever os fluxos organizacionais, com vista à melhoria contínua. Esse enfoque também é necessário para se buscar alternativas de processos mais eficientes para implementar na rotina profissional.

Visão sistêmica e processual

Uma visão processual é necessária a qualquer profissional que ocupe cargos de liderança, para que consiga avaliar os processos que compõem seu setor e sua empresa. Além disso, é preciso visão estratégica e sistêmica, para analisar os problemas organizacionais de todos os ângulos.

Como essas características têm impacto na gestão de um negócio?

A reunião dos atributos mencionados acima em um indivíduo compõe um dos perfis de gestores mais desejados pelas empresas. Isso porque o profissional que carrega essas qualidades e competências consegue atuar positivamente tanto dentro como fora da organização.

As habilidades interpessoais (comunicação, boa negociação, liderança etc.) possibilitam a ele se relacionar facilmente com funcionários, colegas e superiores, bem como com parceiros, clientes, fornecedores etc.

Por outro lado, o conhecimento técnico, aliado a uma visão sistêmica e à capacidade de inovar, permite a ele tomar decisões mais completas e criativas, avaliando tanto a conjuntura do negócio quanto possíveis consequências de suas ações.

Que obstáculos atrapalham o desenvolvimento de capacidades gerenciais?

Existem obstáculos que geram insegurança no profissional que precisa se desenvolver para conquistar um cargo gerencial. Por exemplo, há casos em que as pessoas tomam para si certos modelos de referência, deturpados de acordo com experiências negativas.

Se um profissional teve contato com um gestor que falava excessivamente sobre a importância de boas práticas de gestão, mas que na realidade não as aplicava adequadamente em seu cotidiano, poderá se criar uma falsa impressão sobre a efetividade de tais métodos. Esse profissional poderá pensar que eles não funcionam ou que são apenas teóricos, não tendo viabilidade prática.

A maioria dos trabalhadores de pequenas e médias empresas são liderados por gestores que, em muitos casos, não passaram por um preparo formal, o que leva a uma gestão muito empírica, baseada na tentativa e erro.

Espelhando-se na experiência que teve com esse tipo de líder, um colaborador talvez não enxergue que precisa se capacitar e buscar conhecimentos base para se converter em um bom gestor.

No entanto, existem métodos/técnicas amplamente testados, e com eficiência comprovada pelo mercado, que contribuem para o exercício do gerenciamento de pessoas no ambiente corporativo. Essas mesmas práticas podem ser replicadas se forem aprendidas e desenvolvidas pelo indivíduo.

Como exemplo, temos as técnicas de negociação balizadas pelo modelo de Harvard, os princípios do coaching e o design thinking. Esse último envolve uma metodologia para solucionar problemas e desenvolver produtos, reunindo processos normalmente aplicados por designers, como imersão, ideação, prototipagem de produtos etc.

Quem é gestor de primeira viagem também pode se sentir inseguro. Mas o fato de ser inexperiente não significa que não tem como ser um bom líder. Também ser um gestor há tempos não significa que se é um profissional de excelência.

Em certos casos, existe o gestor formal, aquele que às vezes nem tem competência para tal, mas que ocupa um cargo oficial de liderança. Isso costuma ocorrer, por exemplo, em empresas familiares.

Já outras pessoas são reconhecidas pelos seus pares como bons gestores (ou potenciais bons gestores) mesmo sem terem ocupado cargos desse tipo antes. Esses normalmente são profissionais que têm boa capacidade de organização e negociação, uma liderança mais consolidada na equipe e uma postura conciliadora.

Que opções ajudam a desenvolver habilidades gerenciais?

Talvez a mais conhecida seja a participação de treinamentos e de programas de capacitação. Todavia, é preciso considerar que o conhecimento é uma combinação entre elementos teóricos e práticos.

Portanto, o profissional pode participar de cursos, palestras e treinamentos periodicamente, mas se não aplicar o aprendizado obtido em sua rotina profissional, ele se torna incompleto. A prática sem a teoria gera retrabalho e baixa produtividade, enquanto a teoria sem a prática não gera nada.

Além disso, é possível aplicar técnicas e ferramentas gerenciais nas suas atividades, por mais básicas que elas possam ser. Veja exemplos de instrumentos e mais dicas para aperfeiçoamento.

Métricas de desempenho

Dá para organizar melhor as suas atividades, estabelecendo métricas de produtividade para si mesmo e saindo sempre de sua zona de conforto. É preciso assumir responsabilidades que vão além daquelas que já estão embutidas em sua função específica.

Feedbacks

Os feedbacks são ferramentas muito importantes no processo de capacitação gerencial. Em uma empresa com modelo estrutural consolidado, com avaliações dos pares e dos superiores, em um formato de 360 graus, esse recurso funciona muito bem para o desenvolvimento do profissional.

Isso porque cada colaborador oferece a sua visão sobre os pontos fortes e os pontos de melhoria a seus colegas, despertando nesses indivíduos reflexões sobre o que podem executar para serem profissionais melhores. O colaborador que cumpre este desenvolvimento e torna-se líder, também se credencia a realizar o mesmo trabalho de orientação com os seus liderados, em outro momento.

Auxílio de profissionais especializados

Outra forma de conseguir aprimorar suas capacidades gerenciais e, por consequência, melhorar sua gestão de carreira, é buscando ajuda de profissionais especializados. Nesse caso, você pode recorrer a consultores que tenham as habilidades apontadas neste artigo e que possam transmiti-las a você. A grande vantagem disso é que eles poderão passar dicas mais práticas, relacionadas ao dia a dia de uma empresa.

Por fim, é importante ficar atento aos seus colegas para verificar se você está ou não fazendo progressos. Quando eles passam a reconhecer seus avanços, notando melhoras em sua capacidade gerencial, mesmo que você não ocupe esse cargo, é sinal de que está no caminho certo. Quando isso acontece, a própria empresa começa a delegar atividades estratégicas e importantes a você.

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Carreira em Y: você sabe o que é? Quais as vantagens? Como se preparar?

Há algum tempo ainda encontrávamos profissionais que permaneciam a vida inteira na mesma organização. Durante esse período, muitos desses trabalhadores conseguiam crescer dentro da empresa e atingir um posto de liderança. Apesar disso, não raro, alguns ficavam desmotivados com o percurso de sua ocupação. Devido a essa reação, surgiu o conceito da carreira em Y.

Mas o que significa esse modelo de trajetória profissional? Quais são as vantagens? Como se preparar para adotá-lo na sua carreira? Acompanhe nosso artigo e descubra!

O que é a carreira em Y?

O formato da letra Y já sugere o significado desse tipo de carreira, pois percebemos um traço que se separa em dois. Sendo assim, a carreira em Y é linear até certo ponto

Desse modo, evita-se a situação descrita no início do artigo, na qual o funcionário só tinha duas opções: aceitar a sua estagnação profissional ou pedir demissão e tentar novos desafios em outra empresa.

Por outro lado, esse conceito permite, por exemplo, que um colaborador decida seguir a direção rumo a um cargo gerencial ou especializar-se em uma área técnica com que se identifique. Em contrapartida, as instituições também ganham quando adotam a carreira em Y na sua gestão interna, uma vez que aproveitam melhor as competências e as habilidades dos colaboradores.

Dessa forma, conseguem alocar o funcionário em um cargo compatível com o seu perfil profissional, fomentando a sua motivação e aumentando o seu rendimento na empresa.

Quais são os benefícios desse roteiro empresarial?

Podemos apontar inúmeros pontos positivos no modelo de carreira em Y. Dentre os principais, estão:

Mobilidade de ascensão de carreira

A mobilidade tornou-se presente não só no mundo virtual como também no empresarial. Boa parte dos profissionais mais jovens deseja ter uma trajetória corporativa ditada pela flexibilidade e adaptabilidade — ingredientes próprios da mobilidade.

Essa realidade abre um cenário: as corporações procuram por esse tipo de profissional e educam o seu time nos moldes da carreira em Y. Para isso, utilizam tecnologias no recrutamento e na seleção interna que identifiquem trabalhadores com um perfil voltado para mobilidade.

Autonomia

A empresa consiste em uma relação de interdependência entre todos os colaboradores. Porém, é importante que haja um espaço para a autonomia, embora, infelizmente, essa liberdade ainda seja pouco difundida nas organizações.

Quando é implantada a carreira em Y, aos poucos os funcionários começam a ganhar mais independência. Longe de ser algo negativo, ter uma margem de iniciativa estimula a proatividade, a satisfação e a motivação dos colaboradores.

Quando atingem um cargo, percebem que foi o resultado de suas próprias escolhas e que a instituição deu todo o suporte durante o percurso até alcançar essa meta. Outro resultado positivo pode ser o aumento do engajamento interno, visto que eleva também o senso de responsabilidade dos colaboradores na participação das estratégias do negócio.

Desenvolvimento profissional

Uma vez que o funcionário está exercendo uma função ou cargo compatível com as suas competências, o seu desenvolvimento profissional é otimizado. Quanto mais conhecimento obtiver, maior será o aperfeiçoamento dos seus serviços até que a excelência seja alcançada.

Com essa reação da parte dos funcionários, a empresa ganha outra vantagem: a potencialização do programa interno de treinamento e capacitação. Desse modo, reduz o tempo e os custos vindos de uma aplicação demorada das técnicas e metodologias nos serviços do time.

Retenção de talentos

Muitas empresas gastam uma grande soma em dinheiro para criar estratégias eficientes para a retenção de talentos. Por outro lado, os profissionais se esforçam bastante para serem prodígios que a instituição não quer desperdiçar. Para ambos os casos, a carreira em Y é a solução.

Com o time entusiasmado com o seu roteiro empresarial, a organização reduz o turnover (rotatividade) e eleva a sua employer branding (marca empregadora), conseguindo assim, manter os colaboradores de alto rendimento no seu ambiente interno.

Já os funcionários aderem à versatilidade tão desejada pelas corporações modernas, já que as constantes mudanças repentinas no mundo empresarial e a alta concorrência exigem transformações e decisões rápidas por parte dos líderes e liderados.

Como se preparar para esse modelo de gestão de carreira?

Não é todo mundo que se adapta à carreira em Y. Assim como toda metodologia, é preciso preencher ou desenvolver alguns requisitos para ter sucesso nesse processo. Vejamos algumas dessas características.

Ânsia pelo conhecimento

É necessário ter gosto pela leitura, por especializações e treinamentos corporativos. Isso é importante porque, diferente da trajetória profissional linear, a trajetória em Y não permite que o colaborador permaneça na sua zona de conforto.

Sendo assim, a qualquer momento será testada sua capacidade de inovação, de solução de problemas, de análise técnica e de conhecimento aprofundado para encontrar novos rumos para a sua carreira.

Aperfeiçoamento das competências

O roteiro corporativo em Y demanda um contínuo progresso das competências profissionais. Sendo assim, se o colaborador tem, por exemplo, facilidade de lidar com pessoas, envolvê-lo em atividades que exijam o trabalho em equipe ajudará a ampliar e potencializar essa habilidade.

Em contrapartida, o funcionário precisa se colocar em situações que o permitam desenvolver a arte de conviver com os outros, participando, por exemplo, de eventos corporativos, processos de gamificação e projetos colaborativos.

Foco em resultados

Estabelecer e alcançar metas são ótimas maneiras de se preparar para a carreira Y. Conforme foi bem explicado, esse padrão de trajetória profissional não segue um roteiro pré-definido pela instituição.

Então, se o colaborador deseja ser um especialista na área de RH, ele o poderá ser, desde que mantenha esse objetivo em mente e trabalhe bastante para alcançá-lo. Para isso, talvez seja preciso uma nova graduação, MBA ou um curso específico.

Versatilidade

Ser versátil significa ser adaptável. Traduzindo para o mundo corporativo, envolve ter a habilidade de trabalhar em funções diferentes no decorrer da vida. Para ter sucesso na carreira em Y é fundamental ter essa característica.

Para desenvolvê-la, o profissional pode tentar realizar as suas tarefas de maneiras diferentes ou aderir ao programa de rodízio de funções, caso tenha esse processo na empresa. Um dos grandes benefícios da versatilidade é não paralisar em um cargo ou empresa.

Enfim, a tendência para os próximos anos é que os profissionais tenham trajetórias menos lineares e com mais alternativas. Como vimos, as vantagens desse modelo de carreira são sentidas pelas empresas e pelos colaboradores.

O que achou de nosso artigo? Entendeu o conceito da carreira y e como se preparar para ter os benefícios dela? Para aprofundar ainda mais o seu conhecimento, entenda como a gestão de carreira pode mudar sua trajetória profissional.

Você sabe o que é Watson? Veja como ele pode otimizar o processo de gestão da sua empresa!

Quem tem responsabilidade estratégica em uma empresa acaba absorvendo a obrigação de acompanhar os avanços tecnológicos. Do contrário, qualquer negócio pode ser engolido pela concorrência. Por isso, é preciso prestar atenção à inteligência artificial, cada vez mais aplicada no gerenciamento corporativo.

Entre as plataformas dessa categoria, destaca-se o IBM Watson por sua elevada capacidade de processamento, de autoaprendizagem e de atendimento automatizado de clientes.

O Watson responde, de maneira veloz e eficaz, o que traz diversos benefícios. Ele permite a redução de custos com suporte aos consumidores, mais agilidade para reagir aos contatos do público e uma rica análise de dados sobre sua audiência.

Ficou interessado? Então, veja, neste post, o que o Watson pode fazer para otimizar as suas operações. Confira!

Descubra como a inteligência artificial é usada a favor dos negócios

Embora pareça um termo ultramoderno, a expressão “inteligência artificial” não é nova, uma vez que foi criada em 1956. O Google foi a primeira empresa a provar que o uso dessa tecnologia poderia ser convergido — com excelentes resultados — aos processos empresariais.

A gigante norte-americana inovou ao adotar esse método para atuar no mercado, o que fez dela uma organização que vai bem além dos serviços de buscas na Internet.

Nessa mesma linha, a IBM também é uma expressiva fornecedora de inteligência artificial, que revolucionou o mercado da tecnologia em 2014, quando lançou o Watson, plataforma de desenvolvimento disponível para pessoas físicas e jurídicas.

Desse modo, qualquer organização passou a poder criar uma conta no site da IBM. Com o Watson, a implementação de inteligência artificial ficou mais acessível.

Linguagem natural

A inteligência artificial é um conceito genérico, que engloba diversas outras definições de informática, como o NLP (Natural Language Processing ou Processamento de Linguagem Natural).

O NLP permite que sistemas de informática imitem as habilidades humanas, como o raciocínio, as percepções, as escolhas e a solução de problemas. Com a linguagem natural, o programa consegue entender quando um cliente pede uma segunda via de boleto, por exemplo.

Ou seja, ele interpreta o significado de uma frase. Assim, a ferramenta solicita automaticamente mais dados e acelera o atendimento. A diferença da linguagem natural é justamente fazer o programa falar como os outros seres humanos. Isso pode ser usado em qualquer serviço.

Outro atributo do programa é que ele entende a comunicação escrita das pessoas mesmo que a sentença não esteja completamente estruturada. A partir dessa interação do cliente, a interface extrai os elementos de uma conversa e coloca-os no sistema, retornando com a resposta.

Com essa ferramenta, fica mais fácil esclarecer dúvidas de um público-alvo. Veja alguns dos benefícios práticos:

  • atendimento ao cliente 24 horas (inclusive aos finais de semana e feriados);
  • disponibilidade de aprender sempre;
  • corte de gastos com treinamentos de equipes, já que ele não tem turnover (rotatividade de pessoal);
  • possibilidade de direcionar os times para tarefas mais estratégicas.

Entenda o que é a plataforma Watson e para que ela serve

O IBM Watson é um software de programação cognitiva, isto é, ele consegue aprender conforme opera. Para se ter uma ideia, essa ferramenta está apta a assimilar sozinha um novo idioma.

O Watson não é um robô, mas robôs podem ser elaborados a partir de sua estrutura. Hoje, existem várias interfaces de inteligência artificial, como a plataforma TensorFlow, do Google, o LUIS (Language Understanding Intelligent Service ou Reconhecimento Vocal), da Microsoft, e o Watson, da IBM, que estamos apresentando para você.

A vantagem do Watson é que ele está pronto para uso, ou seja, é out of box. Basta criar a conta, escolher com qual ferramenta se quer trabalhar e toda a parte técnica é instalada e configurada, sem a necessidade de envolver o time de TI (Tecnologia da Informação).

Desse modo, com ajuda de parceiras certificadas, a empresa adapta esses recursos à sua realidade de forma rápida e simples.

Além disso, o Watson proporciona a realização de todos os testes necessários antes de ir ao ar. Por essa razão, essa plataforma cria um ambiente de desenvolvimento que simplifica a aplicação prática de toda essa teoria ao cotidiano do negócio.

Os recursos podem ser utilizados no pós-venda, nas atividades de marketing, na análise de dados, no atendimento automatizado do público etc.

Conheça as principais funcionalidades do sistema

Muitas empresas gastam altos volumes com mão de obra, inclusive com horas extras, mas continuam com dificuldades para cumprir seus objetivos. Nesse quadro, o IBM Watson traz inúmeras respostas.

Com capacidade para acessar, escanear e processar os dados de mais de 200 milhões de páginas, o Watson é baseado na economia de APIs (Application Programming Interfaces). Por essa razão, ele oferece recursos conectados à Internet para parceiros de negócios desenvolverem aplicações próprias.

Com um chatbot, por exemplo, as respostas se tornam mais naturais e velozes. Mas não é só isso: são feitas avaliações sobre as falhas no processo de atendimento, com a montagem de um histórico de dados sobre esses equívocos. Assim, o sistema passa por processos permanentes de evolução.

Isso pode ajudar no planejamento de uma gestão pública ou mesmo privada. Afinal, além de responder rapidamente, os arquivos de interações servem como respaldo para a tomada de decisão.

Em suma, o Watson conta com chatbot, com a linguagem NLP, com uma visão de máquina que faz reconhecimento de imagens e com análises de dados. São 14 APIs disponíveis, que não precisam ser instaladas nos computadores. Basta acessar a Internet e executá-las! O pagamento é feito conforme o uso. Veja, a seguir, mais detalhes sobre o Watson!

Watson Assistente (Chatbot)

Os chatbots são soluções de informática que automatizam parte da comunicação de uma empresa com seus clientes e demais partners. Esses robôs oferecem aderência a outras plataformas, como as de comunicação mobile, os bots do Skype, o Telegram e o Facebook Messenger. Assim, o público obtém a informação que procura com mais segurança e agilidade, o que traz inovação para a gestão.

Watson Discovery

Integrado ao processamento de linguagem natural, o Watson Discovery propicia à empresa a elaboração de pesquisas e o armazenamento de documentações. Desse modo, é possível extrair dados, como funções semânticas, conceitos, sentimentos do público etc.

Watson Personal Insights

A partir do texto escrito pelo usuário, a ferramenta exibe a tendência de compra. Ela usa informações transacionais, como as das mídias sociais, para traçar perfis psicológicos. Assim, a empresa descobre intenções e comportamentos de sua audiência e pode usar essas informações em suas estratégias, como as de marketing.

Watson Tone Analyzer

Essa ferramenta consegue detectar os sentimentos do consumidor com base no texto que ele escreve ao interagir com a plataforma. Desse modo, o programa percebe e aponta emoções, como alegria, tristeza, raiva, medo e desgosto.

Veja a case de sucesso do Grupo Portfolio para a Unimed Fortaleza

Empresa especializada em consultoria e capacitação em gerenciamento de projetos, processos e inovação, o Grupo Portfolio desenvolveu, para a Unimed Fortaleza, um chatbot para o call center da operadora de plano de saúde. Assim, foi possível automatizar os processos de comunicação.

Para implementar o chatbot, foram identificadas as principais dúvidas dos clientes e o que seria rápido de resolver. Basicamente, 80% das demandas estavam em torno de quatro perguntas. Desse modo, o robô foi treinado para respondê-las, e depois foi realizada uma conexão com o sistema.

A Roberta, que é a assistente virtual, conseguiu atender 4 mil pessoas no primeiro mês. Hoje, a cada 30 dias, ela fala, em média, com 17 mil usuários, o que prova o quanto é possível otimizar essas operações com custo baixo.

A Roberta responde a diversas perguntas, por exemplo, onde é o hospital, horário das consultas, entre outras dúvidas. Além dela, existem mais dois chatbots na Unimed de Fortaleza: um para tirar dúvidas dos médicos cooperados e outro para esclarecer os questionamentos de colaboradores.

Assim, é viável construir chatbots especializados em públicos distintos.

Vale ressaltar que a inteligência artificial pode ser usada em inúmeras outras áreas, inclusive em sistemas públicos, garantindo mais sucesso em negócios e serviços, como bancos, distribuidoras de energia elétrica, empresas automotivas, e-commerces dos mais variados segmentos etc.

Como você pôde notar, com o IBM Watson, as empresas conseguem automatizar as suas operações, principalmente as de comunicação, o que torna os processos mais eficientes, ágeis e econômicos.

Assim, você vai conseguir ter mais controle sobre seus atendimentos, o que vai ajudar a evitar as perdas e a aumentar os lucros. Quer saber mais sobre o Watson? Entre em contato com o Grupo Portfolio!

Como o outsourcing pode contribuir para que sua empresa foque no que realmente importa?

O outsourcing é um recurso importante de ser considerado no cenário atual. As transformações pelas quais estamos passando, com a adoção das novas tecnologias, estão exercendo influência direta na forma como fazemos negócios e sobre como as empresas entregam soluções para os seus clientes.

Tecnologias, como a empregada em plataformas digitais e aplicativos diversos, permitem que profissionais interajam à distância e se unam para desenvolver atividades em conjunto, quase como se estivessem no mesmo espaço físico.

Essa realidade aumenta a possibilidade das empresas de contarem com profissionais altamente qualificados que, se contratados em regime de exclusividade, estariam fora de alcance. Mas esse é um único aspecto, há muito mais para considerar sobre o tema desta postagem e que abordamos de forma bastante completa. Siga com a leitura e confira!

O que é outsourcing?

O termo em inglês é composto por “out” que significa fora e “sourcing” que pode ser traduzido por abastecimento, ou seja, outsourcing indica uma fonte externa de abastecimento usada como recurso pela empresa. Mais especificamente, uma equipe que executa um serviço necessário à atividade do empreendimento.

O termo em português mais próximo é “terceirização”. Contudo, ele é comumente usado para se referir contratação de mão de obra para execução de tarefas secundárias do negócio, como limpeza e vigilância, com a vantagem principal de reduzir custos.

Por isso, a melhor interpretação do conceito de outsourcing é como a execução de um serviço especializado, que pode abranger áreas estratégicas da empresa e que, por ser executado por uma equipe com um bom nível de excelência, traz vantagens adicionais em relação à simples terceirização.

Desse modo, a adoção do outsourcing é uma decisão estratégica que costuma ser motivada, principalmente, pela necessidade de concentrar a atenção da equipe própria em certas atividades e garantir que os serviços efetuados por terceiros tenham alta qualidade. Muitas vezes, eles são até superiores a que a própria empresa consegue entregar, uma vez que as organizações que os oferecem são especialistas neles.

Até pouco tempo, nossa legislação criava algumas limitações a esse tipo de contrato. Ele não podia abranger a atividade principal da empresa, por exemplo. Porém, as reformas recentes na legislação trabalhista passaram a permitir que até mesmo a atividade-fim seja contratada por meio desse regime.

Por atividade-fim, entende-se aquela principal da empresa. Por exemplo, a de uma padaria é produzir pão, a de um fornecedor de software é desenvolver o programa e assim por diante. Ainda assim, são raríssimos os casos em que a execução dessa atividade é transferida para outra empresa.

Quais são os tipos de outsourcing?

O outsourcing pode ser utilizado para a execução de tipos diferentes de atividades, como:

Além disso, o outsourcing pode ser classificado em três tipos distintos. São eles: offshore outsourcing, onshore outsourcing e nearshore outsourcing. Suas diferenças são:

Offshore outsourcing

Talvez você já tenha lido, ou ouvido falar, do livro “O mundo é plano: Uma breve história do século XXI”, de Thomas L. Friedman. Ele fala sobre como aproximamos fronteiras e, em certa passagem, relata cases interessantes sobre como algumas empresas dos Estados Unidos estavam contratando serviços de países como a Índia, de contadores à atendimento.

Países em desenvolvimento oferecem mão de obra mais barata que os desenvolvidos e, no caso de alguns deles, com um bom nível de qualificação. Obviamente, esse é um atrativo e tanto. Além disso, contadores norte-americanos podiam enviar tarefas como a de declaração do imposto de renda no final do dia e recebê-las prontas no dia seguinte, devido a diferença de fuso horário.

Esse tipo de contratação, no qual o serviço é efetuado em outro país é chamado de offshore outsourcing. Embora ele possa trazer alguns problemas — como os decorrentes de choque cultural —, a dedicação na preparação dos profissionais envolvidos tem superado essa barreira em alguns casos. Para ter uma ideia, os profissionais indianos que trabalham em centros de atendimento chegam a passar por treinamento de neutralização de sotaque.

Onshore outsourcing

Por sua vez, o onshore outsourcing se refere às situações nas quais a empresa contratada está estabelecida na mesma cidade, estado ou país que a contratante.

É o tipo mais adotado e que, dependendo da complexidade e natureza do serviço contratado, é também o mais indicado.

Nearshore outsourcing

Nos anos 90, esse tipo de contratação foi bastante adotado por consultorias de TI e call centers dos Estados Unidos, que usaram empresas canadenses como parceiras.

O nearshore outsourcing consiste em uma modalidade de outsourcing entre países ou regiões próximas, nos quais o idioma, a cultura e o fuso horário são, no mínimo, semelhantes.

Quais são as vantagens do outsourcing?

As maiores vantagens do outsourcing ocorrem quando a empresa contratante não está motivada apenas pela redução de custos. A lucratividade e a competitividade da empresa dependem de uma combinação de fatores, incluindo a retenção de talentos, sua reputação no mercado, sua produtividade e a capacidade de entregar valor para o seu público.

Desse ponto de vista, se ela contrata a execução de um serviço importante e recebe uma entrega de baixa qualidade, pode ter de arcar com prejuízos no médio e longo prazo superiores aos ganhos imediatos.

Feita essa observação, as vantagens do outsourcing são:

Foco estratégico

As empresas já estão percebendo a necessidade de contratar profissionais multitarefas. Cada vez mais, os colaboradores precisam desenvolver capacidades diversas para se manterem valorizados no mercado. Essa característica permite que eles sejam mais criativos, versáteis e produtivos em um ambiente de trabalho dinâmico como o atual.

Contudo, essa capacidade é pouco utilizada quando eles precisam se concentrar em tarefas rotineiras e operacionais. O outsourcing permite que a equipe interna foque nas ações mais estratégicas e produtivas, enquanto o parceiro contratado se encarrega da execução de tarefas operacionais.

Redução do quadro de funcionários e das despesas de pessoal

Embora tenhamos mencionado que a redução de custos não pode ser a única motivação para adotar o outsourcing, ela não pode ser desconsiderada. Além disso, o modelo permite trabalhar com uma equipe interna mais enxuta e focada, o que garante flexibilidade e dinamismo para o negócio.

Aumento no número de serviços e de valor

Ao contratar um parceiro especializado, a empresa pode agregar serviços que seria incapaz de realizar sozinha. É o caso quando, por exemplo, ela desenvolve ações de marketing digital, mas não possui uma demanda de trabalho que justifique a contratação de todos os especialistas da área, como analista, produtor de conteúdo, designer e estrategista.

Desse modo, além de contar com uma operação mais funcional e de melhor resultado, o valor entregue para o cliente também costuma ser superior, uma vez que é possível entregar uma melhor experiência para o consumidor.

Agrega tecnologias

Há muitos casos em que as empresas de outsourcing atuam com uma tecnologia embarcada que não está disponível ou é inviável de ser contratada pela organização. É comum, por exemplo, que elas desenvolvam plataformas de planejamento e controle próprias.

Uma empresa de logística pode disponibilizar o monitoramento online de todas as cargas despachadas, uma de recursos humanos um software de controle da área e assim por diante. Como essas empresas se concentram em atividades específicas, o investimento nesse tipo de ferramenta é mais viável e costuma ser mais substancial.

Melhora do controle

Quanto maior for a operação, mais difícil é o seu controle. Ao se concentrar em atividades que considera estratégicas, a empresa diminui seus riscos com erros cotidianos ocasionados pelas limitações de controle que, por sua vez, decorrem de existirem muitos detalhes a serem monitorados.

Diante desse argumento, cabe perfeitamente o questionamento: por ser o serviço executado fora da empresa, não ocorre uma diminuição da interferência sobre ele? Isso é verdade, mas estamos falando de pontos sutilmente diferentes.

O fato de a própria empresa não acompanhar a execução tão de perto, não significa que esse cuidado não está sendo tomado. A própria empresa executora se encarregará desse acompanhamento. A organização contratante vai se preocupar em monitorar a qualidade dos serviços entregues e não com os detalhes de sua execução.

Aumento da competitividade e da produtividade

Como resultado de alguns desses fatores, como o incremento tecnológico, e, principalmente, do nível de especialização da empresa de outsourcing, é natural que a produtividade seja maior e a competitividade da organização aumente.

Nessa iniciativa, há uma união de forças e competências que, quando aliada à sinergia entre os empreendimentos envolvidos, tem influência direta e positiva nesses aumentos.

Redução de riscos

Quando uma empresa contrata o serviço de outsourcing, ela está compartilhando o risco do negócio. No lugar de manter uma estrutura própria, que acarreta vários custos fixos e despesas indiretas, essas obrigações são contraídas pela organização contratada.

Além disso, desperdícios, desvios e prejuízos são minimizados devido a especialização e, quando ocorrem, não são de responsabilidade direta da empresa que contratou o serviço.

O que fazer para implementar um outsourcing?

Agora que estão claros alguns dos pontos fundamentais da iniciativa de contar com os serviços de outsourcing, podemos relacionar às medidas que você deve tomar para implementá-lo na empresa.

Como é comum nas práticas de gestão, tudo começa por um estudo.

Encontre os gargalos e as oportunidades de outsourcing

Essa análise consiste, basicamente, em identificar os processos críticos, que são aqueles que merecem atenção e dedicação especial. Nessa etapa, você deve responder a questão sobre quais atividades são vitais para o sucesso da empresa e, por isso, devem ser administradas por ela própria.

É importante mencionar que esse estudo precisa ser ponderado e o mais racional possível. Dizemos isso porque há uma tendência natural de centralização em muitas empresas, principalmente nas de administração familiar.

Uma boa medida para evitar esse problema é trabalhar com dados. Eles facilitam com que você mensure o desempenho com base em indicadores e, desse modo, identifique aquilo que sua empresa faz melhor. Depois disso, você pode buscar prever como seria o cenário e quais as expectativas que pode ter com a contratação do serviço em cada área que considerar conveniente.

A opinião de uma empresa de consultoria também pode ajudar de forma especial nessa análise, uma vez que oferece uma visão profissional e externa sobre o seu negócio, livre de ligações mais emotivas. Afinal, para todo empreendedor o negócio é como um filho.

Selecione o fornecedor do serviço

Elaboramos um tópico específico para tratar detalhes sobre como escolher um fornecedor de outsourcing, que você verá mais à frente neste artigo.

Por enquanto, fica o registro da necessidade de fazer esse procedimento e de sua importância. Além disso, essa escolha não precisa se basear no feeling, mas no levantamento de informações e na verificação de casos de sucesso.

Prepare a migração

É natural que ocorram pequenos problemas de adaptação em uma mudança tão significativa. Porém, sem planejar a transição e se preparar para ela, a tendência do número de imprevistos fugir do controle pode comprometer a iniciativa.

Caso a atividade a ser desenvolvida pela empresa de outsourcing já esteja sendo executada por um departamento do seu empreendimento, o que é bastante comum, programe uma transferência gradual. Se possível, você pode fazer testes piloto.

Por exemplo, em uma operação de logística, é possível experimentar o serviço em uma região limitada. Desse modo, você pode analisar o desempenho, identificar os gargalos e resolver os problemas antes de expandir o serviço. Essa é uma medida interessante porque, além de permitir correções, é mais fácil resolver um problema que atinge um número menor de ocorrências.

Outra preocupação dessa etapa deve ser a identificação dos talentos que podem ser aproveitados em outras funções e departamentos. Ao mesmo tempo, é fundamental tranquilizar as equipes com a mudança. Comunique-as antecipadamente e com transparência e, se possível, implante políticas que contribuam para a recolocação dos colaboradores eventualmente desligados. Essa é uma medida importante para preservar a imagem da empresa.

Aplique a mudança

Só faça a migração quando se certificar de que as tarefas necessárias estão previstas e programadas, com os responsáveis, recursos e informações perfeitamente definidos e disponíveis. Além disso, é altamente indicado que o trabalho seja efetuado com base em metas de desempenho e alinhado ao gerenciamento de processos internos da empresa.

Acompanhe o desempenho

Por melhor que seja o seu planejamento e que considere que a atividade tenha sido transferida, ainda existe a necessidade de monitorar o desempenho, identificar os pontos fracos e determinar ações de aprimoramento.

Nesse aspecto, ajuda muito que essa seja uma análise objetiva e baseada em detalhes e compromissos previamente acordados. Ajustes são naturais, principalmente durante o período de adaptação, mas obviamente existe um limite de tolerância com relação a incidência de problemas e a gravidade dos casos.

Porém, se você fizer uma boa escolha do fornecedor, terá apenas que se preocupar em dar mais atenção durante a transição e no início do projeto. Depois disso, a operação entra na rotina e se ajusta. Mesmo assim, considere que esse acompanhamento precisa ser uma atividade regular e contínua, pois é ele que permite aprimorar os processos e melhorar cada vez mais o desempenho.

Como escolher uma empresa confiável para fazer o outsourcing?

Como prometemos, agora vamos nos ocupar com a escolha do seu fornecedor. Basicamente, você deve se certificar de que a empresa contratada é, de fato, especialista na atividade que vai desenvolver e que tem a capacidade, a estrutura e a tecnologia para atender as necessidades de sua empresa.

Além disso, considerando que ela será responsável por tarefas importantes e que, dependendo do trabalho que vai executar, terá acesso a informações estratégicas e sigilosas, a confiabilidade também é um fator a ser considerado. Dito isso, confira a seguir os pontos que você deve buscar avaliar e comparar entre os possíveis fornecedores.

Gestão de relacionamento

A empresa de outsourcing deve demonstrar interesse e comprometimento em trabalhar o relacionamento com sua empresa. De modo objetivo, essa postura pode ser identificada na disponibilização de canais específicos, no tempo de resposta a solicitações e na declaração explícita de um plano ou modelo de relacionamento proposto, preferencialmente, de forma espontânea.

Documentação dos processos

Essa é uma tarefa especialmente importante no caso de outsourcing de TI, principalmente se relativo ao desenvolvimento de software. Sem que os processos sejam documentados, em uma eventual rescisão de contrato poderá não haver um colaborador que conheça detalhes do programa, acarretando um grave problema no desenvolvimento de novas versões.

Mas mesmo em outros segmentos, a documentação é necessária para fornecer as informações que cada envolvido precisa para executar o seu trabalho. Também em momentos em que são necessárias alterações ou de tomada de decisão, eles são essenciais. Uma consultoria de processos pode ser muito útil nesse gerenciamento.

Atendimento às normas regulatórias e gestão de riscos

Embora você esteja transferindo a execução de um ou mais serviços, sua empresa continua sendo responsável perante os órgãos legais, exatamente como acontece com a contabilidade quando você contrata o seu contador. Em alguns casos, haverá responsabilidade solidária, ou seja, em que ambas as empresas respondem legalmente por um ato.

Por isso, é muito importante escolher uma organização que tenha regras de controle definidas e compromisso com as normas regulatórias e legais. Ela deve garantir processos condizentes com as normas e com as práticas de gestão de riscos, que garantam que eles sejam minimizados.

Gestão de metas

O comprometimento da empresa com metas relativas a custos, qualidade, inovação e produtividade são fatores críticos nesse tipo de relação. Além de servirem de parâmetro para análise de desempenho, elas facilitam o alinhamento entre os processos das duas empresas.

Imagine, por exemplo, uma empresa de outsourcing que atue na área comercial, com serviços de prospecção de clientes em potencial. Nesse caso, para que o seu departamento de vendas tenha sucesso, ele dependerá que de certa quantidade de oportunidades de negócio sejam geradas.

Quando esse tipo de situação ocorre, as metas servem de referência para suprir a demanda da sua empresa.

Gestão da inovação

A inovação deixou de ser uma opção para as empresas e se tornou um requisito necessário para garantir a competitividade.

Se a empresa contratada não for capaz de fazer uma gestão da inovação alinhada estrategicamente com sua empresa, ela pode prejudicar o seu posicionamento no mercado e a sua disputa com a concorrência.

Saúde financeira e regularidade fiscal

É desnecessário entrar em detalhes sobre a importância de formar parceria com empresas financeiramente saudáveis.

Se, além disso, ela não estiver regular em relação às suas obrigações fiscais, sua viabilidade é vulnerável e ela poderá, de uma hora para a outra, ter dificuldade de honrar os compromissos que assumiu.

Flexibilidade e agilidade

Não é raro encontrar empresas que oferecem serviços extremamente padronizados e engessados. Nesse caso, elas também diminuem a flexibilidade do seu negócio ao ter dificuldade de se adaptar às suas necessidades. Esse problema costuma se manifestar nos momentos de crescimento, quando elas não conseguem responder rapidamente ao aumento de demanda.

Essa é uma dificuldade muito comum nos serviços de TI, pois eles costumam exigir mais adaptações, o que cria um problema operacional e de controle quando a tecnologia utilizada limita a flexibilidade. A consultoria em gestão de TI pode ter trazer grandes retornos na aplicação de uma solução nesses casos.

A especialização no seu tipo de negócio também é um fator que você deve considerar. Muitas vezes, uma empresa menos flexível, mas que atenda exclusivamente o ramo de atividade da sua empresa, é mais eficiente por não precisar fazer muitas adaptações, já que tem seus processos desenhados para atender casos como o seu.

A rapidez de atendimento é outro fator crítico. Uma boa referência dessa capacidade é o atendimento comercial. Se, logo nos primeiros contatos, o tempo de resposta não for satisfatório, é improvável que ele melhore depois de efetuada a contratação.

Testemunhos, referências e cases de sucesso

Se a empresa tem um histórico de atuação no mercado, uma boa medida é levantar a percepção dos clientes que ela já atende. A maioria das organizações costuma oferecer depoimentos e referências, mas você pode pesquisar por si mesmo para ter mais segurança.

Isso porque é de se imaginar que quem está disputando um contrato para atender sua empresa evite informar casos delicados ou repassar contatos de clientes descontentes.

Em qualquer situação, é importante ser crítico e ponderado, pois podem ocorrer casos em que o cliente esteja irritado por estar sendo cobrado por uma pendência financeira, por exemplo. De outro lado, outras podem preferir evitar depoimentos negativos para não comprometer o relacionamento.

Equipe e estrutura

Por fim, faça uma boa avaliação da estrutura da empresa que vai contratar. Se ela não estiver estruturada do ponto de vista operacional, de espaço físico, da capacidade de recrutar, selecionar e treinar a equipe e já não contar com um time estruturado, poderá ter dificuldade de cumprir com as promessas de contrato.

E, se o seu projeto outsourcing tiver alta demanda de serviços, esse aspecto aumenta de valor, principalmente quando a empresa a ser contratada é muito menor que a que você administra. Garanta que ela esteja estruturada, possua uma equipe qualificada e com uma capacidade produtiva compatível com suas necessidades.

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Qual o impacto da inteligência artificial nos negócios?

A inteligência artificial nos negócios é um assunto que envolve grandes discussões. Muito se fala a respeito da substituição do ser humano por máquinas, reduzindo a conversa apenas a um estereótipo dessa tecnologia. Porém, trata-se de uma realidade cada vez mais presente e que deve ser considerada por gestores no ambiente organizacional.

Não são apenas grandes corporações que se apropriam da inteligência artificial (IA) para melhorar seus processos. Uma simples busca nos arquivos do seu smartphone ou um software que gere relatórios automatizados são ótimos exemplos do uso dessa tecnologia no nosso dia a dia. Por isso, sua empresa também pode se beneficiar dela.

Neste post, você vai entender o que é a inteligência artificial e como ela está impactando o mercado, além de conhecer o futuro de sua aplicação. Confira!

O que é e como funciona a inteligência artificial nos negócios

Devido à possibilidade de aplicação em áreas distintas, a inteligência artificial recebe diferentes definições. Para você ter uma ideia, disciplinas como a neurociência, a ciência cognitiva e até a filosofia da mente estão envolvidas no tema. No ambiente de negócios, a IA é o emprego de algoritmos capazes de avaliar contextos e tomar decisões.

Quando você faz uma simples pesquisa no Google, por exemplo, o sistema vai executar um algoritmo que consulta uma infinidade de sites espalhados pelo mundo, considerando termos semelhantes, contextos de cada conteúdo e várias outras especificidades. Ao final, ele decide o que apresentar para você nos resultados.

Você concorda que o algoritmo executou uma ação inteligente nesse caso? Afinal, ele processou um raciocínio com base nas informações disponíveis na internet. É justamente pela velocidade de um simples processo como esse ir além da capacidade humana que caracterizamos essa tecnologia como inteligência artificial.

Os avanços da inteligência artificial e suas vantagens

Nas primeiras pesquisas, quando os algoritmos começaram a ser elaborados, eles possuíam limitações. Por exemplo, se você digitar “iA negcoios” na barra de pesquisa, o Google vai identificar que você está buscando o termo “IA nos negócios” — uma inteligência que as primeiras versões dos algoritmos não tinham.

Além disso, a IA passou a incorporar o que chamamos de aprendizado por máquina ou inteligência artificial híbrida. Hoje, as versões mais avançadas de programas de IA têm a capacidade de aprender com base nos dados que acessam.

Mas, e na prática, como podemos usar isso a nosso favor para melhorar o planejamento estratégico e o desempenho de uma empresa? Acompanhe algumas vantagens da inteligência artificial nos negócios.

Agilidade e precisão em análises complexas

Imagine que você precisa identificar um erro no processo de faturamento de uma grande empresa. Após ter recebido algumas reclamações de clientes mais próximos, você ficou sabendo que várias notas fiscais foram emitidas com diferenças em relação aos pedidos ou orçamentos correspondentes.

Um recurso de IA poderia facilmente identificar os casos em que isso ocorreu e pesquisar detalhes semelhantes sobre eles. Desse modo, o algoritmo poderia retornar um diagnóstico informando o que está gerando o problema ou, no mínimo, as hipóteses que encontrou para isso.

Tudo isso poderia ser programado rapidamente e executado em segundos. Uma tarefa que, dependendo da quantidade de pedidos, poderia demorar dias ou até semanas, caso feita manualmente. Sem contar a possibilidade de erros ao processar tanta informação!

Melhora da segurança

Segundo pesquisas da Tata Consultancy Service, empresa indiana especializada em consultoria e serviços de TI, 67% das empresas usam a IA para detectar problemas com usuários, automação de processos e segurança.

Imagine o ganho, em termos de segurança, ao poder monitorar a utilização de um mesmo sistema por várias unidades de uma empresa. Com a inteligência artificial e o acesso remoto facilitado pela estrutura tecnológica atual, fica fácil identificar problemas no momento em que ocorrem e estabelecer providências imediatas.

Otimização do atendimento ao cliente

No mesmo estudo, os profissionais manifestaram entusiasmo com a aplicação da IA nos setores de atendimento, vendas e marketing. A necessidade de entender o consumidor, seus hábitos e preferências tem se mostrado cada vez mais importante. Isso porque o cliente passou a ter mais autonomia e poder no processo de compra.

Ao mesmo tempo em que temos muito mais informação disponível em fontes diversas e alimentadas a cada segundo, organizá-las em relatórios sintéticos e úteis se torna uma atividade complexa. A inteligência artificial coleta esses dados, analisando-os adequadamente e auxiliando na tomada de decisão de gestores.

As tecnologias de IA estão se tornando tão avançadas a ponto de identificar a iminência de erros e avisar os responsáveis sobre isso — tal como se estivesse pedindo ajuda.

Automação e aumento da produtividade

A IA não serve apenas como estratégia de inteligência de negóciosEla também pode influenciar nas rotinas operacionais das empresas. Um bom exemplo disso é o IBM Watson, que automatizou seu atendimento para facilitar o processo, entregando uma experiência melhor aos consumidores e reduzindo os custos de operação.

Conversas de chat, envio de e-mails e outras formas de interação já incorporaram a IA, que consegue, inclusive, transmitir a sensação de um atendimento humanizado. Na prática, há softwares robôs que simulam conversas reais com clientes.

E quando a IA se alia à Internet das Coisas (IoT)? Nos Estados Unidos, por exemplo, já existem serviços de delivery totalmente automatizados. Sensores são capazes de identificar quando o leite está acabando na geladeira e gerar um pedido. O próprio sistema efetua o débito no cartão de crédito e envia as mercadorias que faltam.

O futuro da inteligência artificial nos negócios

O caso da IoT pode dar a impressão de que o futuro já chegou, mas aquilo que décadas atrás foi tema de filmes de ficção já pode ser considerado uma questão de tempo. É o caso dos veículos autônomos, por exemplo.

O impacto que esse tipo de solução terá na logística é mais do que significativo. Afinal, vivemos o desafio de administrar problemas que virão com o crescimento da população e das cidades. Portanto, as futuras possibilidades logísticas envolvem veículos autônomos e softwares de IA com capacidade de avaliar percursos e otimizar rotas.

Ao mesmo tempo em que fascina, a inteligência artificial nos negócios pode assustar muita gente. Seja como for, a postura mais adequada é estar disposto a identificar o que podemos fazer para aproveitar as oportunidades de aplicar a inteligência artificial nos negócios. Uma coisa é certa: as mudanças já estão acontecendo.

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Gestão da inovação — Veja o que a sua empresa pode ganhar com isso!

Nos últimos anos, o mercado vem se tornando cada vez mais dinâmico e volátil. Empresas que dominaram o panorama por décadas com o mesmo método de atuação foram obrigadas a se adaptarem às novas tendências.

Contudo, mudar sem o devido cuidado também pode levar um negócio à falência de forma rápida. Por isso, a melhor atitude é fazer uma gestão da inovação na sua empresa.

Como o nome indica, tal forma de gestão é um conjunto de práticas que busca aplicar da melhor forma novas ideias em uma organização.

Dessa maneira, nada será implementado sem o devido planejamento, conseguindo tirar o melhor proveito possível de todas as mudanças necessárias.

Ainda não entende bem como a gestão de inovação funciona? Então, continue lendo e veja seus benefícios e como você pode adotá-la.

Que vantagens ela traz?

Evolução constante para a empresa

O principal propósito da inovação em diversas empresas é justamente acompanhar as alterações do mercado. Como mencionamos, o público em geral está cada vez mais dinâmico, mudando seus hábitos de consumo com frequência e sempre procurando novas informações para embasar suas decisões de compra.

Com uma boa gestão, é possível continuar inovando em seu setor, criando diferenciais de mercado para sua empresa.

E, acima de tudo, essas práticas tornam a evolução parte da rotina, sempre mantendo um ritmo adequado em relação ao mercado. Afinal, se você for deixado para trás, poderá comprometer sua relevância.

Administração correta de riscos

Um erro comum em empresas que não praticam a gestão da inovação é arriscar boa parte de seu capital, talvez ele inteiro, sem nenhuma proposta de retorno. É isso que leva muitas novas empresas a se perderem em menos de um ano, além de trazer uma má reputação às inovações organizacionais.

Gerir inovações também significa administrar os riscos que elas trazem. Trabalhando corretamente esse aspecto do negócio, você pode minimizar suas chances de perda e sempre ter um plano de contingência caso algo saia do seu controle. É a forma mais sensata e eficiente de inovar em um mercado volátil e de alto risco.

Efeito na cultura empresarial

A aceitação de novas ideias por parte da alta gestão de uma empresa certamente afeta a maneira como a maioria dos colaboradores atua no dia a dia.

Se seu negócio é propenso a buscar novas ideias em vez de se prender a métodos mais antigos de atuação, provavelmente suas equipes seguirão a mesma tendência.

Um bom trabalho de gestão da inovação pode promover a criatividade no cotidiano do negócio, não apenas em larga escala.

Além disso, você pode instruir sua equipe para que essas ideias sejam aplicadas com a cautela necessária, sem riscos desnecessários.

Maior rentabilidade e longevidade para o negócio

Obviamente, qualquer investimento ou mudança precisa garantir o crescimento do negócio. Sem essa perspectiva, nenhuma inovação seria realmente atrativa para os que estão à frente da companhia.

Se você planejar e gerir corretamente essas novas ideias, poderá filtrar aquelas com maior potencial de retorno.

Como dissemos, a evolução de um negócio é imperativa para que ele continue apresentando bons lucros. Quanto mais tempo sua empresa puder se manter estável, mais ela poderá crescer, atrair clientes e continuar proporcionando rentabilidade para todos os colaboradores.

Como aplicar a gestão de inovação corretamente?

Torne-a parte da sua estratégia

A melhor maneira de manter um ritmo estável de inovações é transformá-las em parte da sua rotina.

Se seus procedimentos já envolvem um ciclo de autocrítica e busca por novas soluções, é mais fácil aplicar as ideias aos seus processos. E se essas mudanças forem parte de sua estratégia, suas chances de sucesso serão bem maiores.

Este passo é relativamente simples. Basta que você inclua momentos para sugerir novas ideias, promover brainstorms e lapidar essas sugestões em cada reunião de rotina. Mesmo que algumas dessas ideias não sejam implementadas, elas ainda podem ser aproveitadas no futuro.

Envolva todos os colaboradores

Para bem ou para mal, alterações no funcionamento da empresa afetam todos os colaboradores. Sendo assim, você vai precisar da cooperação de cada um deles se quiser tirar maior proveito possível de suas novas ideias, uma vez que sejam colocadas em prática.

Por isso, é vital que você envolva os membros das suas equipes nesse processo, coletando opiniões e comunicando o que precisa deles.

Além de transmitir instruções, essas conversas também ajudam a identificar os principais pontos de risco e as resistências do seu time.

Como seus colaboradores atuam diretamente nos processos, eles podem notar problemas que passariam despercebidos à alta gestão.

Foque nos objetivos certos

Ao implementar essas mudanças, é muito importante que você não perca seus objetivos de vista. Várias empresas começam a aplicar inovações em suas rotinas, mas logo se desviam do plano original.

Nesse ponto, um novo processo ou ferramenta se torna um fim em si mesmo, sem contribuir realmente para o negócio.

Para evitar que este seja o seu caso, sua gestão da inovação deve marcar muito claramente qual é o propósito de cada mudança realizada na empresa, quais são seus prós e contras e como ela será conduzida.

A cada reunião, lembre-se de reforçar tais pontos para a equipe, a fim de que ninguém se desvie demais desse caminho.

Sempre mensure os resultados

Por fim, você deve sempre acompanhar os resultados gerados pelas suas mudanças. Sem métricas precisas de desempenho, você dificilmente terá como apontar se seu planejamento teve bons resultados ou não.

Em um primeiro momento, você deve encontrar um indicador que melhor reflita os resultados que você busca. Rentabilidade, ticket médio, tempo de resposta, índice de satisfação do cliente, etc.

Depois, você precisa encontrar um método de mensuração eficaz. Um software, enquetes, dados de mercado, entre outros formatos de monitoramento. Ao final, você deve comparar os números obtidos com suas projeções e tirar suas conclusões.

Agora que você conseguiu entender o que é a gestão da inovação e como aplicá-la de forma eficiente em sua empresa, é hora de começar a evolução do seu negócio.

Se você gostou de nossas dicas, compartilhe-as em suas redes sociais e mostre como é possível inovar de forma efetiva e com excelentes resultados!