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Veja quais são as principais metodologias de gestão de projetos

Um gerente de RH é conhecido por sua habilidade em liderar equipes. Porém, essa eficiência não consegue ajudá-lo a estruturar, definir e acompanhar os processos fundamentais da sua área. Embora já tenha adotado muitas tecnologias de gestão, parece que essas ferramentas tornam tudo ainda mais complexo.

Mas a solução para esse desafio pode estar nas metodologias de gestão de projetos.

Você conhece essas boas práticas? Sabe quais vantagens apresentam para as empresas? Quer implantá-las na sua organização? Então, este artigo foi preparado para você. Acompanhe!

Por que desenvolver boas práticas de gestão?

Imagine que você tenha comprado um equipamento com muitas peças que precisam ser montadas para que tudo funcione bem. Acha que essa tarefa será fácil sem a ajuda de um manual de instruções? É claro que não! O mesmo acontece em uma empresa quando não há um gerenciamento de projetos.

As tarefas e demandas internas ficam soltas e desconectadas, prejudicando a eficiência das estratégias e a inovação do negócio.

Por outro lado, quando uma metodologia é implantada, a organização consegue sistematizar seus serviços e objetivos, facilitando a concretização deles. Além disso, é possível identificar deficiências e procurar soluções para saná-las. Talvez seja preciso investir no desenvolvimento da equipe, implantação de ferramentas virtuais ou fomentar a adaptabilidade no ambiente interno.

Visto que dificilmente uma organização gerencia apenas um projeto por vez, se não houver um trabalho cuidadoso e organizado, os serviços não sairão com qualidade. Em contrapartida, a sistematização simplifica as etapas dos processos facilitando não só a sua excelência, como também otimizando as tarefas dos gestores e dos colaboradores.

Quais são as principais metodologias de gestão de projetos?

Ao longo do tempo, foram surgindo novas metodologias de gestão de projetos que apresentaram soluções incríveis e práticas para as organizações. Não é que uma seja melhor do que a outra, mas dependendo das necessidades específicas de um negócio, uma delas pode ser a mais indicada.

Caminho crítico

Na década de 50, o caminho crítico foi desenvolvido e apresentado como inovador. Nesse contexto, entende-se que um projeto tem etapas que são vinculadas e dependentes. Por isso, uma tarefa só pode começar quando a outra for finalizada, formando assim o caminho crítico do projeto.

Em resumo, para ter sucesso com essa forma de administrar projetos, é necessário priorizar as etapas mais importantes, pois a falta da execução delas bloqueará o caminho para as próximas. Essa situação não pode ocorrer, uma vez que todas as tarefas têm prazos que, se não forem cumpridos, afetam todo o projeto.

Gestão de qualidade

Essa metodologia foi criada pela International Organization for Standardization (ISO), e é conhecida também como a norma ISO 10006:1997 — um conceituado padrão internacional de gestão de projetos. As diretrizes contidas nessa metodologia visam garantir a padronização e a excelência dos serviços dos projetos corporativos.

Para que seja implantada, a gestão de qualidade precisa alcançar as seguintes metas:

  • envolver os colaboradores;
  • focalizar no cliente;
  • destacar a função da liderança;
  • promover a melhoria contínua;
  • aproximar os processos;
  • ter um bom relacionamento com o fornecedor;
  • tomar decisões embasadas em práticas eficientes.

IPMA

Diversas associações internacionais voltadas para a gestão de projetos uniram-se para divulgar técnicas e conhecimento para as organizações. Com isso surgiu a Internacional Project Management Association (IPMA) — empresa sem fins lucrativos.

A metodologia criada pela IPMA se baseia em competências como: comportamento, experiência, nível acadêmico e outras, que seriam os pilares de uma gestão de projetos eficiente. Essas habilidades são divididas em técnicas contextuais e comportamentais.

Scrum

O Scrum foi pensado para otimizar o desenvolvimento de produtos e pode ser utilizado com facilidade na gestão de projetos. Podemos dizer que faz parte da metodologia ágil que envolve um conjunto de ações voltadas para a rapidez dos serviços de uma equipe, de uma tecnologia ou do relacionamento com o cliente.

Em vez de enfocar o resultado final, o Scrum concentra-se em pequenas etapas. Sendo assim, o objetivo principal é dividido, por exemplo, em 4 semanas ou sprints. Ao finalizar cada uma dessas fases, a equipe é reunida para avaliar os resultados, apontar os erros, melhorar os acertos, identificar desafios e planejar o próximo sprint.

Waterfall

Muito utilizada nos setores de produção e construção, a metodologia Waterfall (em português, cascata) foi a primeira a ser adotada na Engenharia de Software. O objetivo dela é executar uma sequência de etapas, em ordem lógica e precisa, finalizando em um determinado resultado.

Assim como o caminho crítico, a Waterfall inicia uma fase desde que a antecessora tenha sido concluída. Além disso, qualquer alteração no escopo do projeto interrompe o fluxo das tarefas e pode contribuir para vários transtornos. Devido a isso, essa metodologia não é considerada flexível. Para implantá-la, é fundamental atravessar as seguintes etapas:

  • engenharia de ideias;
  • desenvolvimento do sistema;
  • implementação;
  • teste;
  • validação;
  • manutenção.

Zoop

A Zoop é de origem alemã e foi concebida entre os anos 70 e 80. Ela refere-se ao planejamento de projetos orientados por objetivos e é constituída por quatro etapas que ajudam no acompanhamento das demandas. Estas fases são:

·     análise;

·     elaboração;

·     prática;

·     avaliação;

·     resultados.

Devido à sua solidez, essa metodologia é muito conceituada e utilizada no mundo corporativo. Outro motivo para isso é o seu aspecto colaborativo, ou seja, ela permite que grupos de pessoas interajam com facilidade durante a execução do projeto.

Project Model Canvas

Podemos dizer que o Canvas é a celebridade das metodologias e foi eternizado não só pelas organizações como também pelos aplicativos virtuais. Em resumo, o Canvas propõe a troca de toda a documentação de um projeto por post-its. Essa forma de gestão torna as etapas de um projeto mais visuais, simples e objetivas.

Para que funcione bem, o gestor e os demais integrantes de um projeto devem estudar as tarefas e organizá-las em colunas que representam cada etapa, além de descrevê-las nos respectivos post-its. O projeto avança nas colunas, ao passo que as etapas vão sendo concluídas.

Sendo assim, não há motivos para a falta de gerenciamento nas tarefas. Para evitar isso, basta escolher a metodologia que mais se encaixe com a realidade da empresa, desenvolvê-la e implantá-la nos moldes internos.

Gostou do nosso conteúdo? Conseguiu entender quais são as principais metodologias de gestão de projetos? Agora, mostraremos para você uma visão geral sobre o gerenciamento de projetos em empresas.

Blitzscaling: por que as empresas têm adotado esse modelo de gestão?

O que empresas do Vale do Silício e os famosos CEOs Mark Zuckerberg (Facebook), Brian Chesky (Airbnb), Erick Schmidt (Google) e Reid Hoffman (fundador do LinkedIn) têm em comum? Você talvez responda: “muita coisa, afinal todos são representantes do mercado da inovação”. Está correto, mas, além disso, eles são adeptos do blitzscaling.

Já ouviu falar desse conceito? Sabe como tem ajudado as startups e outros empreendedores a escalar o negócio? Quer aprender como implantá-lo na sua empresa? Neste artigo, responderemos a esses questionamentos!

Por que é importante inovar o modelo de gestão?

Vivemos em uma fase da globalização: o mundo está conectado em rede, todos sabemos. Nesse cenário, as empresas precisam se mover rapidamente, identificando novos modelos de gestão e adaptando-se a eles.

Não há misericórdia com as organizações que não avançam no ritmo volátil da economia atual. Pelo contrário, elas são engolidas pela concorrência vinda de qualquer lugar do planeta. Quer um exemplo? Por décadas, a indústria do transporte público permaneceu intacta.

Porém, em apenas três anos, os clientes dos táxis urbanos deixaram de acenar no meio da rua e começaram a solicitar corridas por meio de aplicativos. Quem não se ajustou a essa inovação aposentou a permissão para atuar como taxista.

Essa é apenas uma amostra do que tem acontecido sistematicamente com negócios antes insuperáveis, mas que, por não se atualizarem, foram atropelados pela inovação dos modelos de gestão.

O que é o blitzscaling?

O blitzscaling foi criado pelo já citado fundador do LinkedIn — Reid Hoffman — para representar o novo estágio do mercado empresarial. Esse visionário define o blitzscaling como sendo a ciência e a arte de edificar, em alta velocidade, empresas que atuam em um mercado global.

Em outras palavras, é empreendedorismo de altíssimo impacto que gera novos empregos e dita regras corporativas do futuro. Para entender melhor esse conceito, podemos abordar brevemente a sua origem. Durante a segunda guerra mundial, existia uma técnica militar alemã conhecida como “blitzkrieg”, que visava surpreender o exército inimigo.

Entre as estratégias utilizadas, estavam a mobilidade e a rapidez na tomada de boas decisões, mesmo que ocasionassem grandes perdas. No contexto atual, o blitzscaling pode ser aplicado não só em startups, mas também em organizações de capital venture, negócios de pequeno e médio porte, empreendedores e investidores.

As vantagens dessa metodologia ajudam as entidades do mundo empresarial a disputar a liderança da área em que atuam, a conseguir novos aportes financeiros e ter uma abertura de capital ou aquisição estratégica.

Além disso, segundo Reid Hoffman, a organização pode implantar o blitzscaling em duas vertentes internas:

  • defensiva: envolve escalas dentro do negócio, como aumentar o número de clientes, colaboradores, receita financeira ou investidores;
  • ofensiva: com maior robustez interna, a organização tenta escalar mais rápido do que os seus concorrentes.

Quais são as cinco etapas desse processo?

Para que a implementação do blitzscaling seja um sucesso, é necessário que a instituição foque no seu atual estágio de desenvolvimento, pois, dependendo da fase, as estratégias para a gestão de pessoas, atendimento ao cliente e outras áreas internas mudam drasticamente.

A seguir, mostraremos os diversos ciclos e o que levar em consideração em cada um deles para que o blitzscaling faça parte da identidade da empresa.

Família

Nessa fase inicial, a organização focará no desenvolvimento de um produto ou serviço que represente a identidade da marca (product market fit). Para essa construção, é preciso descobrir o que e para quem o item será vendido.

Embora seja um desafio encontrar uma necessidade única e inexplorada de uma fatia do mercado, com muita pesquisa e estudo é possível descobrir um “oceano azul”. Dessa forma, o item final agregará valor ao negócio. Após isso, enquanto um número ainda limitado de clientes faz uso do produto, a empresa examina:

  • qual é o melhor canal de distribuição;
  • como serão feitos o marketing e as vendas;
  • que modelo de negócio será utilizado;
  • preço e custo do produto;
  • contratação e definição das funções dos primeiros funcionários.

Tribo

Com o produto bem definido, é o momento de desenvolvê-lo e considerar meios para financiá-lo. Para o primeiro objetivo, será necessário utilizar algumas técnicas, como:

  • divulgar o produto;
  • investir na publicidade virtual: formar parcerias, postar nas mídias sociais e usar as práticas de SEO e SEM;
  • mensurar a frequência de uso X desistência do item;
  • com base na experiência com o cliente, aprimorar ou modificar detalhes do produto.

Por outro lado, o financiamento será algo natural, ao passo que a empresa consolida o produto no mercado, aumenta seu time interno e ganha posições entre a concorrência.

Vila

O passo seguinte é escalar a empresa. No entanto, o desafio aqui é saber o momento certo para fazer isso. Alguns aspectos precisam ser considerados:

  • análise da performance da concorrência;
  • oportunidade de mercado;
  • capital disponível para crescer;
  • certeza do valor do seu produto ou serviço;
  • manutenção da cultura interna;
  • boa gestão da comunicação.

Nesse estágio, tudo fica mais complexo, pois a empresa tem mais funcionários e os concorrentes já perceberam a atuação do negócio em um mercado promissor. Esse é o momento de aparar as arestas, amarrar as pontas soltas e agir, antes que outras empresas “abocanhem” a sua ideia.

Cidade

Enfim, a empresa já tem um produto que é a sua principal fonte de renda e outras criações que compõem a sua arquitetura de portfólio. A partir de agora, começa a etapa de garantir a eficiência na administração das pessoas, do capital e da infraestrutura interna.

Para isso, são criados novos processos que manterão o ritmo da escalada da empresa, automatizando e elevando a produtividade da equipe interna. Muitas organizações, nesse estágio, abrem as suas portas para o mercado internacional.

Nação

Agora o foco da empresa é global, por isso torna-se necessário alinhar as estratégias em meio a milhares de funcionários com diferenças culturais e geográficas. Mesmo com esse desafio, a identidade da organização deve ser ampliada e consolidada em todas as filiais do mundo.

Além disso, se antes a preocupação era desenvolver um produto e tentar firmá-lo no mercado, agora várias linhas de itens precisam ser lançadas periodicamente.

Como enfrentar os desafios à implantação do blitzscaling?

Como acontece com qualquer método, a implantação do blitzscaling apresentará inúmeros desafios. Com o crescimento rápido, muitos problemas não poderão ser resolvidos durante a escalada, pois fazer isso seria otimizar e não avançar com os processos.

Porém, é necessário acreditar e fazer o seu time interno se engajar nessa mudança. Dessa forma, os benefícios do blitzscaling serão sentidos e sua empresa se tornará uma referência de solidez e inovação.

O que achou de nosso artigo? Entendeu por que as organizações estão adotando o modelo de gestão blitzscaling? Para receber os próximos conteúdos na sua caixa de e-mail, assine agora mesmo a nossa newsletter!

Qual o papel do gerente de projetos e que habilidades ele deve ter?

Recentemente, um novo profissional está adquirindo espaço dentro das organizações. Devido à necessidade que as empresas têm de otimizar tempo e recursos, o papel do gerente de projetos ganha destaque e importância estratégica, fazendo com que ele seja muito valorizado no mercado.

As grandes companhias perceberam que designar um gerente faz com que os projetos aconteçam de forma organizada, o que leva os colaboradores a trabalhar em sincronia, evita erros e permite melhor aproveitamento do potencial das pessoas.

Então, se você está de olho nessa função e acredita que ela pode ser uma boa oportunidade para sua ascensão profissional, não perca este post! Vamos explicar como o gerente de projetos trabalha e o que fazer para se tornar apto ao cargo. Confira!

Quem é o gerente de projetos?

O gerenciamento de projetos é uma função relativamente nova no Brasil. Como não existe uma faculdade para formar esses profissionais, o cargo é desempenhado por engenheiros, administradores, arquitetos e gestores de TI, entre outros.

As companhias estão percebendo que a gerência de projetos é uma função estratégica. Um bom gerente trabalha para otimizar recursos e, dessa forma, reduz gastos e tempo, além de aumentar a eficiência da equipe e a qualidade do produto ou serviço final.

Qual é o papel do gerente de projetos?

A partir do momento em que a empresa estabelece um projeto, esse gerente é responsável por planejar suas etapas, identificar os recursos necessários (financeiros, humanos e materiais) e organizar o andamento das atividades. Cabe a ele definir os papéis de cada profissional e distribuir as tarefas.

Durante o projeto, o gerente também acompanha o andamento das atividades. Ele usa ferramentas para avaliar se tudo está acontecendo de acordo com o previsto, tanto em relação ao cronograma quanto aos requisitos técnicos estabelecidos. Caso surja algum risco ou problema, ele é responsável por mudar a estratégia e garantir o bom desempenho do grupo.

Essas não são as únicas atribuições do gerente de projetos. Ele também precisa documentar as ações, garantindo toda a transparência necessária. Revisar as atividades para garantir a qualidade e comunicar os resultados à diretoria e aos clientes também fazem parte de suas funções.

Quais são as habilidades necessárias para um gerente de projetos?

Como você pode imaginar, a função de gerente de projetos exige muita organização e capacidade de planejamento. Porém, essas não são as únicas habilidades que esse profissional precisa ter. Conheça as principais competências que o mercado espera deles!

Organização

Os projetos têm muitas variáveis que precisam ser controladas pelo gerente. Ele deve avaliar se as atividades estão acontecendo de acordo com o cronograma monitorando os milestones (etapas ou entregas parciais), manter os custos dentro da previsão, definir o preparo para as próximas tarefas, entre muitos outros pontos.

Perfil de liderança

Sem as pessoas, o planejamento não sai do papel. Por isso, o gerente de projetos também precisa ter perfil de liderança, boas habilidades de comunicação e capacidade para ensinar. Assim, ele conseguirá fazer os colaboradores entenderem o que deve ser feito e como deve ser feito, além de motivá-los a terem um bom desempenho.

Gerenciamento de crises

Em qualquer tipo de projeto, a única previsão 100% verdadeira é a de que, em algum momento, haverá um imprevisto! Desde o planejamento, o gerente deve avaliar os riscos e pensar em alternativas para resolver essas situações, se elas realmente acontecerem. Ele também precisa ter flexibilidade para buscar saídas inovadoras caso um problema novo ameace o andamento das atividades.

Capacidade de negociação

A todo momento, o gerente de projetos lida com interesses diferentes: contratante, fornecedores, clientes e funcionários. Cada um deles tem suas próprias expectativas e vontades. Assim, é preciso negociar muitas vezes para pedir prazos, solicitar que um parceiro faça uma condição mais apropriada e até convencer as pessoas a fazerem o que elas não querem, mas que ele sabe que é melhor para o resultado.

Por isso, é importante que o gerente de projetos mantenha um bom relacionamento com todas as partes envolvidas no programa. À medida que eles percebem que podem contar com esse profissional e que ele é razoável em suas decisões, torna-se mais fácil solucionar conflitos e chegar a uma solução aceita pela maioria.

Objetividade

O bom gerente é aquele que consegue realizar um projeto no menor prazo possível, pelo custo mais baixo, mas sem abrir mão do que é essencial para garantir a melhor qualidade. Para isso, ele precisa enxergar as situações com muita objetividade, identificando problemas e propondo soluções viáveis.

Capacidade para suportar pressão

Apesar de o gerente ganhar a maior parte dos elogios quando um projeto está pronto, durante o andamento ele é a pessoa que mais recebe pressões e cobranças. Por isso, é necessário que tenha a capacidade de lidar com essas situações com maturidade e profissionalismo, aproveitando o que é válido nas críticas para melhorar seu desempenho e ignorando o que não tem fundamento, para manter o foco no projeto.

Qual é a formação para se tornar um gerente de projetos?

Como já falamos, pessoas formadas em diversas áreas podem se tornar gerentes de projetos. Além do diploma de Ensino Superior, elas precisam realizar cursos que ensinam as metodologias usadas nessa área e desenvolvem as competências de que esses profissionais necessitam.

Para contratar o gerente de projetos, a empresa valoriza as certificações concedidas por institutos reconhecidos internacionalmente. O Project Management Institute (PMI) é a maior organização mundial dessa área. Ele está presente em mais de 160 países e os princípios do Project Management Body of Knowledge (PMBOK) são considerados a principal referência desse setor.

Na hora de escolher um curso, é importante prestar atenção a esse fator. Instituições reconhecidas pelo PMI podem oferecer essa certificação, que é valorizada pelas grandes companhias e pode garantir excelentes oportunidades no mercado.

Portanto, se você tem interesse em se tornar um gestor de projetos, tome muito cuidado ao optar por uma instituição de ensino. Faça sua escolha baseado na qualidade e no reconhecimento do mercado. Só assim você terá um verdadeiro diferencial no currículo e poderá disputar vagas nas melhores empresas.

Entendeu qual é o papel do gerente de projetos e sua importância nas organizações? Gostou do post? Quer ter acesso a outros conteúdos para descobrir novas oportunidades de carreira? Então, siga-nos no Facebook, LinkedIn, YouTube, Instagram e Twitter para acompanhar todas as nossas publicações. Nos encontramos por lá!

6 razões para você se especializar com um curso de gestão

Muitas pessoas esperam por promoção no trabalho, reconhecimento no emprego, mas não pensam em qualificar-se para que isso aconteça. Ao se especializar em gestão, o profissional está não apenas buscando o crescimento na empresa, mas investindo em sua ascensão no mercado.

Todas as instituições precisam de pessoas que liderem as diferentes equipes e possam planejar, organizar, monitorar, controlar e direcionar os funcionários e suas respectivas funções. Esses profissionais são chamados gestores e são parte fundamental de qualquer trabalho.

O curso de gestão é uma excelente opção para aqueles que buscam crescimento profissional e mais destaque no mercado de trabalho. Se você se identificou e quer saber mais sobre a especialização e seus benefícios, buscaremos dar todas as informações para sanar as suas dúvidas.

Quem pode fazer e o que se aprende no curso para se especializar em gestão?

O curso de gestão pode ser feito por profissionais de qualquer área de atuação, aperfeiçoando seus conhecimentos. O estudante aprende a ter um perfil de liderança, assumindo a responsabilidade de uma equipe e sabendo como entender e repassar objetivos e metas estipulados.

Matérias como pesquisa, economia, estatística e ética fazem parte da grade curricular em muitas instituições de ensino, seja em cursos superiores tecnológicos de curta duração ou em pós-graduação. Elas são fundamentais para a formação de um gestor.

O que faz um gestor?

Um especialista em gestão é capaz de identificar os fatores críticos de sucesso de um negócio. Deverá passar para a equipe todo o treinamento recebido pela empresa, resolver conflitos internos entre os colaboradores, além de estar sempre motivado para incentivar os funcionários.

Esse profissional também entende como influências externas podem impactar na empresa e está apto a intervir para que o sucesso organizacional seja certo. Ele passa a ser responsável por toda uma equipe e precisa saber como solucionar os problemas.

O gestor atua com:

  • planejamento: recebe de seus superiores os objetivos da empresa e os transforma em metas para a equipe;
  • organização: mantém o fluxo das informações, permitindo que a equipe apresente o trabalho desejado pela empresa;
  • monitoramento: acompanha os indicadores de desempenho da empresa, resolvendo possíveis problemas operacionais;
  • controle: mantém a alta qualidade do trabalho, a fim de superar as expectativas da empresa e ascender o sucesso organizacional;
  • direção: lidera a equipe e resolve conflitos internos que possam prejudicar o trabalho dos funcionários.

Quais são as especializações do curso de gestão?

Entre os cursos de gestão, existem diversas especializações para todos os tipos de profissionais. Elas podem ser cursadas por profissionais independentemente da área em que atuam. Conheça as principais delas:

  • gestão de projetos;
  • gestão de pessoas;
  • gestão pública;
  • gestão de negócios;
  • gestão financeira;
  • gestão comercial;
  • gestão de processos;
  • gestão de marketing;
  • gestão de logística.

Além disso, existem também as certificações que contribuem para o crescimento profissional. Elas podem ser obtidas como aperfeiçoamento da especialização escolhida e são bastante interessantes para o currículo.

Por que eu devo me especializar em gestão?

Existem muitas razões para um profissional se especializar em gestão. A fim de ajudar, apresentaremos 6 delas para que haja uma decisão definitiva e certeira sobre o melhor curso.

1.   Ascensão profissional

Se o profissional já estiver empregado, uma especialização em gestão funcionará como ponte para uma possível promoção, uma vez que ele terá um diferencial interessante para a empresa. Ele estará apto a conseguir um cargo mais alto e almejado.

2.   Valorização no mercado de trabalho

Com um curso de gestão, o profissional passará a ter o currículo mais valorizado, além de ganhar destaque no mercado de trabalho. Com uma especialização, novas vagas passarão a surgir e outras empresas se interessarão pelo que ele tem a oferecer.

3.   Aumento salarial

Em consequência a tudo isso — ascensão na empresa e valorização do currículo —, o profissional tende a ter o seu salário aumentado, já que os empresários passam a dar ênfase e estimam o funcionário que dá importância à sua qualificação e atualização.

4.   Atualização da profissão

Ao procurar se especializar em gestão, a pessoa tem a sua carreira atualizada. Não se esqueça de que o mundo corporativo, qualquer que seja a carreira escolhida, se atualiza a cada minuto e, para ser um profissional de sucesso, é imprescindível estar sempre se renovando.

5.   Fortalecimento de networking

Estar sempre em contato com outros profissionais é muito interessante tanto para quem já tem um grande emprego quanto para quem quer encontrar um trabalho de peso. Através de um bom networking é possível obter informações sobre o mundo corporativo e conhecer novas oportunidades de trabalho, entre outros.

6.   Novas perspectivas de trabalho

Nos cursos de gestão, o estudante entra em contato com profissionais das mais diversas áreas, possibilitando ter uma visão mais ampla do mercado de trabalho e de desconhecidas funções. Assim, é possível ter outras perspectivas e aceitar novos desafios nas empresas.

E onde eu devo me especializar?

Uma dica muito importante é escolher uma boa instituição de ensino que ofereça o curso de gestão da sua escolha. Existem diversas delas espalhadas pelo Brasil e pelo mundo. Busque a que atenda às suas expectativas e que esteja dentro da sua realidade.

Com todas as opções de instituições de ensino em mãos, observe a grade curricular e veja se ela se encaixa na área em que você deseja atuar. É interessante notar que existem diferenças entre elas, mas isso não significa que uma seja melhor que a outra, apenas se adaptam às necessidades.

Se você tiver contato com outros profissionais que atuem na área pretendida, procure conversar com cada um deles e obter mais informações sobre a instituição de ensino na qual cursaram gestão. Avalie as opiniões e aceite sugestões de pessoas que entendem do assunto.

Tire o máximo de proveito dos materiais oferecidos e recomendados pela instituição. Dedique-se ao estudo com afinco, sabendo que ele é seu maior investimento para o futuro. Pense sempre no cargo almejado e continue buscando alcançar seus objetivos. O sucesso sempre chega para quem não desiste dele.

O Grupo Portfolio sabe que pode ajudar nessa caminhada em busca do curso perfeito para você se especializar em gestão. Assine a nossa newsletter e conheça, em primeira mão, artigos de grande valia para a sua carreira.

Sustentabilidade empresarial: como e por que investir nessa ideia?

O que vem à mente quando ouve ou lê as palavras sustentabilidade empresarial? Talvez pense logo em práticas ecologicamente corretas adotadas por organizações do mundo corporativo, certo? Embora esse seja um dos fatores que compõem o conceito, o seu alcance vai muito além do ecossistema ambiental.

Gostaria de saber o que é a sustentabilidade empresarial? Quer descobrir como funciona na prática e como beneficia as organizações? Acompanhe o nosso artigo!

O que é a sustentabilidade empresarial?

No decorrer dos anos, a consciência ambiental tornou-se mais forte no meio corporativo. Se antes as empresas só se preocupavam em explorar os recursos naturais para aumentar os lucros, hoje elas tentam reduzir o impacto que suas atividades têm sobre a natureza.

No entanto, a sustentabilidade empresarial envolve mais do que isso. Ela significa também gerenciar a organização de um modo que garanta a sua sobrevivência ao longo dos anos, ou seja, a perpetuidade da marca. Desse modo, uma instituição que consegue conservar uma existência saudável é um exemplo de sustentabilidade.

Sendo assim, essa companhia tem um bom relacionamento com seus clientes, investidores e parceiros de negócios. No âmbito interno, estimula a constante inovação, por manter uma reestruturação diária. O resultado disso é a melhoria operacional, a inclusão de serviços mais eficientes e a consolidação da empresa no mercado em que atua.

Com esse embasamento, o ambiente corporativo torna-se um celeiro de novas ideias. Quando são canalizadas para o fortalecimento de metas e estratégias da empresa, os lucros financeiros aumentam e a “engrenagem” da sustentabilidade cumpre o seu objetivo.

Para materializar o que estamos falando, mostraremos um exemplo de sustentabilidade empresarial: a empresa IBM (Internacional Business Machine). A princípio, essa organização era focada no desenvolvimento e vendas de hardware. Com o passar dos anos, tornou-se especialista em fornecer serviços na área de TI (tecnologia de informação).

Nesse estágio, a IBM inseriu as máquinas que desenvolvia nesses serviços que disponibilizava. Atualmente, os equipamentos que produz não são mais vendidos, em vez disso são cedidos por meio de contratos de uso e utilizados na nuvem. Um exemplo é o Watson — plataforma de serviços cognitivos para negócios — que permite a criação de aplicações com a inteligência artificial.

Percebeu como a IBM demonstra o que é fazer sustentabilidade ambiental? Em vez de apenas negociar tecnologias, ela reinventou seus processos internos, apresentou ao mercado novas formas de produtos e serviços e fez da inovação um pilar importante de sua identidade empresarial.

O que se perde quando não há sustentabilidade em uma empresa?

A ausência da sustentabilidade causa muitos efeitos negativos. Um deles é a falta de visão para tomar decisões em longo prazo, resultando, assim, em ações míopes e desorientadas, que trazem muitas frustrações.

Digamos que uma empresa perceba a necessidade imediata de reduzir custos. Logo, os gestores começam a demitir os profissionais mais experientes, pois têm os salários mais altos, e a diminuir os investimentos em projetos ligados à inovação. Parece uma decisão coerente, concorda? Afinal, o orçamento financeiro da organização ficará mais “folgado”.

Entretanto, essa não é a melhor estratégia quando olhamos para o futuro. Pense no seguinte: ao despedir os funcionários com mais tempo na empresa, a qualidade dos serviços será radicalmente afetada. Em resultado disso, a reputação e a competitividade da organização perante o mundo corporativo declinarão.

Some a isso a evasão dos clientes, que, não satisfeitos com a queda da excelência nos produtos e serviços, migram para empresas concorrentes. Sendo assim, o que antes resolveu o problema financeiro, mais tarde aumentou o prejuízo da organização.

Em resumo, a sustentabilidade empresarial evita que a empresa tome decisões desesperadas. Ao contrário, ajuda na consciência e na orientação de iniciativas que fortalecerão a marca e permitirão o desenvolvimento de processos que sustentem as bases estruturais do negócio.

Como funciona na prática?

Podemos afirmar que a primeira ação para implantar a sustentabilidade na organização é pensar em longo prazo. Dessa forma, é possível definir um objetivo para a empresa e tomar decisões no presente que levem ao alcance dessa meta. É claro que esses alvos devem ser condizentes com a realidade da organização para que se tornem viáveis.

Em contrapartida, a empresa precisa estender a sustentabilidade para o ambiente externo. Nesse aspecto é incluído o relacionamento com clientes, fornecedores, meio ambiente e órgãos governamentais.

Quando esses fatores são levados em consideração, a organização aumenta a sua resiliência. Em futuras crises, não sofrerá abalos tão fortes que resultem na sua falência. Como assim? Vamos explicar. Uma empresa que tem uma produção constante de produtos inovadores e de qualidade afirma-se como referência perante os consumidores.

Essa é uma prática sustentável que sobrevive a uma severa crise econômica. Afinal, os clientes optarão por gastar o seu dinheiro com uma marca que já conhecem e provou ser de confiança.

Por mais que reconheçam a importância da sustentabilidade, muitas empresas não conseguem implantar essa prática em seu contexto empresarial. Nesse caso, o melhor a fazer é contratar uma empresa que preste serviço de governança corporativa. O que envolve tal trabalho?

Com esse suporte, é possível realizar mudanças significativas na estrutura e na cultura organizacional. Além disso, são definidos objetivos, métricas e projetos que sejam compatíveis com as estratégias do negócio.

A partir daí, é feito o planejamento para a execução dos projetos. Nessa etapa, uma gestão eficiente ajuda a alcançar os alvos estabelecidos dentro do prazo e do orçamento financeiro da organização.

Outra facilidade ao contratar uma empresa de governança corporativa é a possibilidade do uso de tecnologias voltadas para a sustentabilidade empresarial. Esses recursos virtuais podem ser customizados para atender às necessidades específicas de cada organização.

Sendo assim, uma empresa que precisa criar a sua sustentabilidade une uma boa gestão, a execução dos projetos, a inovação e a tecnologia. O resultado disso é um legado que fará parte da cultura interna e perpetuará a existência da organização.

Enfim, o conceito de sustentabilidade empresarial está tomando cada vez mais forma e caminha na direção em que o meio ambiente e as instituições corporativas dependerão um do outro. Caminhando dessa forma, essa parceria dará muitos frutos positivos.

Esperamos que tenha gostado do nosso artigo. Entendeu por que é importante investir na sustentabilidade ambiental? Temos outros conteúdos incríveis para compartilhar com você! Assine nossa newsletter e receba os novos artigos direto na sua caixa de e-mail.

Análise de concorrência: como se diferenciar do mercado?

A capacidade de conquistar o consumidor define o sucesso de um negócio. Esse é o fator que determina o crescimento, a conquista do mercado e a lucratividade. No entanto, nessa jornada a empresa enfrenta uma série de competidores que têm o mesmo alvo. Como se destacar deles e alcançar o prêmio? A análise de concorrência é o primeiro passo para alcançar esse objetivo.

Se você ainda não sabe qual é a importância dessa ação e como realizá-la para obter informações indispensáveis para se destacar no mercado, não perca este post. Vamos falar sobre as vantagens de colocá-la em prática, como fazê-la e de que forma aplicar os resultados no seu negócio. Acompanhe!

A importância da análise de concorrência

A análise de concorrência, também conhecida como benchmarking, é vista como essencial até para quem ainda está planejando abrir um negócio.

O principal objetivo do benchmarking é analisar em profundidade as melhores práticas que os negócios atuantes no mesmo setor que o seu utilizam na gestão da empresa ou para conquistar um público que vocês têm em comum.

No entanto, muitas organizações que já estão estabelecidas no mercado há anos nunca realizaram o benchmarking. Ao estabelecerem essa prática, elas podem obter informações valiosas, que vão ajudá-las a conhecer melhor os consumidores, satisfazê-los e superar a concorrência. Descubra que dados são esses.

Conhecimento do público-alvo

Analisar a operação dos seus concorrentes ajuda a entender melhor o seu público-alvo. Afinal, se eles obtêm sucesso com esse grupo de pessoas, você pode identificar características do produto ou do serviço que elas valorizam — um indicativo de suas necessidades.

Alerta para novas tendências

O mercado não é estático. Ele é totalmente dinâmico, com demandas surgindo enquanto outros produtos ou serviços se tornam obsoletos. Algumas dessas mudanças acontecem devido ao avanço tecnológico, enquanto outras se devem unicamente ao desejo dos consumidores por novidades.

O fato é que, se um negócio não está atento a essas tendências, ele tem grandes chances de perder clientes. É inevitável que as pessoas busquem esses modismos e, como consequência, procurem estabelecimentos que oferecem essas novas alternativas.

Quando a empresa faz a análise de concorrência, ela percebe essas tendências ainda em estágio precoce. Ela pode analisar a situação e aderir ao modismo sem perder o timing ou simplesmente criar uma opção para atrair o consumidor e mostrar que sua oferta é mais vantajosa ou interessante.

Diferenciais oferecidos pelos concorrentes

Finalmente, o benchmarking faz com que você compreenda as ações dos concorrentes que melhoram a experiência do consumidor. É possível ficar atento tanto a práticas de gestão que tornam o negócio mais lucrativo quanto a diferenciais no produto e no atendimento, entre outros aspectos.

Esses são apenas os principais dados obtidos com a análise de concorrência. É possível explorar também outros fatores para aprender com os demais players do mercado ou identificar pontos fracos que a sua empresa pode explorar na estratégia para surpreender e conquistar o consumidor.

Como fazer a análise de concorrência

Como fazer o benchmarking? Talvez essa seja a sua dúvida. Por isso, elaboramos este tópico para que você saiba o que levar em consideração ao fazer sua análise de concorrência.

Defina quem são os seus concorrentes

Grande parte dos gestores sabe quem são seus principais concorrentes. Se você não tiver essa informação, procure saber com os seus atuais clientes. Onde eles buscam os mesmos produtos ou serviços quando não o encontram na sua empresa? Onde estão os consumidores que você gostaria que comprassem do seu negócio?

O fator mais importante ao definir seus concorrentes é selecionar aqueles que realmente competem pelo mesmo público-alvo. Sua região pode ter várias pizzarias, por exemplo, mas é possível que elas sejam separadas de acordo com os grupos diferentes que atendem. Concentre-se em quem tem o mesmo alvo que o seu negócio.

Selecione os dados relevantes

Nem sempre a opção mais efetiva é obter todas as informações possíveis. Pode ser que sua empresa queira implementar melhorias em uma área específica. Nesse caso, o benchmarking deve se voltar para esse aspecto.

Também existe a possibilidade de fazer uma avaliação abrangente. O ideal, nessa situação, é separar os dados por área para aplicá-los com mais facilidade depois. Podemos mencionar produto, atendimento, público-alvo, preços, administração ou marketing, entre outros.

Selecione o que é mais relevante no momento — pelo menos na sua primeira análise. Depois de ganhar experiência na coleta, compreensão e na aplicação dessas informações, invista em pesquisas mais profundas.

Compreenda os valores

Nem sempre os consumidores observam apenas a qualidade dos produtos, o atendimento excepcional e os preços atrativos. As novas gerações estão cada vez mais interessadas em empresas que praticam valores com os quais elas se identificam.

Portanto, tente entender esse aspecto dos seus concorrentes. Se uma marca atrai um público de Millennials ou gerações ainda mais jovens, descubra a bandeira que eles defendem. Isso não significa que a sua empresa deve copiar os valores da outra marca.

Procure descobrir características existentes na essência do seu negócio que possam ser um fator de identificação com o seu público-alvo.

Busque informações em diversas fontes

Atualmente, existem vários métodos para ajudar você a encontrar essas informações. O gestor de um negócio pode conversar com clientes que frequentam os dois estabelecimentos, com os próprios administradores dessas empresas (caso haja um bom relacionamento) e ainda recorrer a outras fontes de avaliação.

Em mecanismos de busca na internet, por exemplo, é possível encontrar avaliações que outros clientes fizeram desses estabelecimentos. Também existem ferramentas como o SocialMention, que ao digitar o nome da empresa ou do produto, quem pesquisa visualiza tudo que está sendo dito nas mídias sociais.

Outra opção é simular uma experiência de consumo. Você procura o estabelecimento como um cliente e observa tudo o que é possível, pede informações, ouve a proposta, experimenta o atendimento etc.

Nesse ponto, vale um alerta: compare as fontes para ter uma visão abrangente. No Google, por exemplo, é possível encontrar várias reclamações que podem não corresponder à imagem geral de um negócio. Afinal, as pessoas geralmente estão mais dispostas a entrar em uma página para reclamar do que para elogiar.

Como usar o benchmarking para se destacar no mercado

De nada adianta investir em benchmarking se a empresa não souber como aplicar os resultados. O grande objetivo dessa pesquisa é melhorar o seu negócio a partir da compreensão do perfil do público-alvo e do mercado.

Portanto, pense: você identificou pontos fracos dos seus concorrentes? Há aspectos em que o consumidor não está satisfeito com os produtos ou serviços deles?

Se a sua resposta é positiva, isso significa que você encontrou oportunidades. Supra essas lacunas do mercado e faça uma ação de marketing voltada para a divulgação dessas características. É sua chance de conquistar essas pessoas, mostrando que sua empresa atende às necessidades delas.

Além disso, você deve ter encontrado pontos fortes dos seus concorrentes. Sua missão é superá-los! Crie uma lista com as mudanças necessárias, faça um plano para implementá-las e torne a experiência do consumidor ainda melhor ao estabelecer diferenciais competitivos relevantes para o seu público-alvo.

Depois de entender a importância da análise de concorrência, que tal descobrir um método para implantar essas mudanças e avaliar seu resultado? Para isso, continue aqui no blog e leia nosso post sobre o ciclo e método PDCA!

Como proporcionar mais escalabilidade comercial ao seu negócio?

A escalabilidade comercial é a capacidade da empresa de ampliar a sua participação de mercado de forma representativa, sem necessidade de grandes investimentos. Em outras palavras, uma empresa escalável é aquela com grande potencial de crescimento instalado — aumento de escala e um bom ciclo de vida.

Vários fatores influenciam essa capacidade. Entre eles, capacidade e necessidade de investimento, aceitação do público, diferencial competitivo, mão de obra disponível, capacidade produtiva e assim por diante. Contudo, o fator mais importante é justamente a percepção de valor do seu público, que envolve o desejo de pagar o preço solicitado para obter o valor entregue por meio do produto ou serviço.

Sua maior importância reside no fato de que toda empresa quer crescer, mas nem todas têm o mesmo potencial de ampliação de mercado. Reunir as características necessárias para isso garante solidez do negócio e melhor condição de vida para todos os envolvidos. Então, como garantir a escalabilidade tão desejada pela grande maioria dos empreendedores? Continue a leitura e confira!

Realize mudanças na gestão

Um negócio escalável depende da elaboração de um modelo que, essencialmente, precisa garantir que os custos de produção e desenvolvimento caiam conforme a escala aumente. Embora seja um exemplo antigo, o caso da Ford é emblemático nesse aspecto. Ele se tornou uma referência ao popularizar os automóveis.

Para conseguir isso, a lógica adotada por Henry Ford incluiu a elaboração de um sistema de linha de produção que mudou a forma como fabricávamos produtos. De lá para cá, muita coisa mudou e avançamos bastante nas técnicas e práticas da indústria e dos processos adotados na execução de serviços, mas ainda é fundamental avaliar e adequar o modelo de gestão e produção com objetivos de melhorar a eficiência operacional.

Não significa que o seu negócio precisa criar uma revolução, como a Ford fez em sua época, mas sim que ele deve assumir a tarefa de elaborar um modelo de gestão que considera os ganhos de escala. A gestão não pode estar centralizada e precisará ser replicada em outras unidades sem perder qualidade, o que também depende fortemente dos processos adotados.

Padronize e mapeie os processos

Em uma empresa de pequeno porte, é comum que o fundador execute e acumule uma série de tarefas e atribuições. As decisões e a operação são muito mais centralizadas e dependentes dele. Contudo, é lógico que isso limita a capacidade de crescimento do negócio. Afinal, como conquistar mais 10.000 clientes no mês, por exemplo, se eles são atendidos por um único responsável?

Por mais que a organização faça uso de tecnologia, há limites para o que uma única pessoa pode realizar. Por isso, é fundamental ter os processos elaborados, descritos em detalhes e fáceis de assimilar para outras pessoas. Do contrário, não haverá como ampliar a atuação e, mesmo que você consiga de inicio, logo vai acumular tanto trabalho que isso vai começar a prejudicar a qualidade e, como resultado, a escalabilidade será comprometida.

Planeje o crescimento

Na atualidade, é muito difícil pensar em planejar o futuro para os próximos 10 ou 20 anos. A realidade muda tanto que esse é praticamente um exercício de adivinhação. Mesmo assim, é fundamental criar um plano para, pelo menos, um ano.

Você precisa identificar as estratégias que podem ser adotadas para escalar o seu negócio e de um guia para colocá-las em prática — justamente a função do planejamento. Quanto mais baseado em dados e informações sobre o seu público, melhor será o resultado.

Elabore pilotos

Com o plano elaborado, é altamente recomendável validar (testar) seu produto no mercado. Se tudo funcionar bem em uma escala pequena, é provável que também funcione em maior escala. E, se não for o caso, você terá maior facilidade de resolver problemas e fazer correções de pequena proporção.

Conforme experimenta o mercado, você descobre inconsistências e identifica novas oportunidades. Como consequência, pode aprimorar o plano e viabilizar ainda mais a escalabilidade.

Muitas empresas, especialmente as startups da área de tecnologia da informação, costumam lançar o chamado “mínimo produto viável”. É como um protótipo virtual que serve para apresentar o produto de forma a poder comercializá-lo e verificar sua aceitação.

Automatize procedimentos

A tecnologia é uma forte aliada na conquista de sua escalabilidade. Imagine, por exemplo, que você administra uma grande indústria e quer escalar o seu negócio para outros países. Se for uma montadora de veículos, será preciso contratar e qualificar pessoal, comprar máquinas, talvez encontrar um lugar maior, enfim; deverá criar a estrutura mínima para que o negócio funcione.

Um negócio como esse é muito mais difícil de escalar do que uma empresa de software, por exemplo. Nesse caso, a empresa foca em desenvolvimento e, depois de construída a primeira versão, ela poderá ser comercializada sem dificuldade e em qualquer quantidade, bastando para isso replicar um arquivo.

Ou seja, quando não há limitação da capacidade de produção, a escala também não tem limites internos. Obviamente, a automatização melhora os processos produtivos e diminui a demanda por contratações adicionais em grande volume.

Invista em treinamento

Ora, não adianta desenvolver todo o plano, colocar regras bem definidas e detalhadas e fazer cada um dos ajustes necessários se a equipe não tiver conhecimento dos detalhes e não for capacitada. É por isso que ela precisa ser treinada. Quando a empresa ganha escala, precisa de pessoas que trabalhem sem dependência exagerada de seus superiores — ou ficará quase impossível crescer como gostaríamos.

Ao terminar a leitura, é provável que você esteja pensando que melhorar a escalabilidade comercial não é uma tarefa tão complexa quanto pode ter imaginado de início. No entanto, a necessidade de resolver problemas de rotina e se envolver com tarefas operacionais que ocupam o seu tempo costuma criar dificuldades.

Uma boa forma de resolver isso é contar com a contribuição de uma consultoria. Além de ela focar nas estratégias para melhorar a escalabilidade comercial do seu negócio, ela empresta um olhar externo que ajuda a entender melhor o seu empreendimento e a enxergar oportunidades difíceis de observar no dia a dia.

Quer entender melhor como a metodologia de uma consultoria funciona? Entre em contato com o Grupo Portfólio e solicite informação para nossa equipe. 

Por que o alinhamento estratégico de negócios é tão importante?

Imagine um jogo de futebol sem regras. Nele, cada participante pode fazer o que quiser sem dar importância às orientações do técnico. Como seria uma partida assim? No mínimo, uma grande confusão, concorda? O mesmo acontece na empresa quando não existe um alinhamento estratégico de negócios.

Mas o que significa esse alinhamento estratégico? Como realizar esse processo em sua instituição? Neste artigo, esclareceremos esse assunto para você! Acompanhe.

O que é o alinhamento estratégico de negócios?

O alinhamento estratégico de negócios visa unificar os esforços da empresa. Para conseguir isso, é necessário construir um processo interno bem-estruturado no qual a instituição fixa um objetivo e pensa na melhor maneira de atingi-lo. Além disso, são previstas possíveis dificuldades e os meios para suplantá-las.

Fazer esse ordenamento é importante, pois evita que a organização “caminhe sem rumo” e se depare com riscos inesperados que podem custar a sua existência no mundo corporativo.

Antes desse fim trágico, aparecem alguns sinais bem evidentes da falta de um alinhamento estratégico — por exemplo, os colaboradores não entenderem qual é a cultura e a missão do negócio.

Por outro lado, a alta administração não tem uma sintonia e as decisões são tomadas conforme os desafios que aparecem. Devido a essa falta de unidade interna, cada setor cria suas próprias metas. O resultado disso é que a empresa parece um prédio que abriga vários negócios diferentes.

É verdade que unir uma organização não é uma tarefa fácil. Uma matéria do site G1 apresentou uma pesquisa feita com vários executivos de grandes empresas. Esse estudo revelou que a maior parte desses líderes acha difícil cumprir objetivos estratégicos.

Qual é o motivo disso? De acordo com os participantes dessa pesquisa, é a falta de alinhamento entre as políticas internas da empresa. Embora sejam muitos os obstáculos que impedem a união dos esforços internos, com algumas ações é possível mudar esse cenário. Quer saber como?

Como realizar esse processo na empresa?

As organizações mais prestigiadas e bem-sucedidas do mundo não alcançaram esse patamar de um dia para o outro. Pelo contrário, foi necessário muito esforço e dedicação para alinhar as estratégias internas. Mas como você pode fazer isso na sua empresa? Vejamos algumas dicas.

Estabeleça metas

Algo muito importante para o alinhamento estratégico é o estabelecimento de metas. Essa atitude fornecerá uma direção para todo o time da empresa. Para facilitar esse processo, é preciso utilizar algumas metodologias eficientes.

Uma delas é a OKR (Objectives and Key Results) — em português, “objetivos principais de uma empresa”. Esse método visa garantir que toda a equipe interna caminhe rumo ao progresso do negócio.

O OKR funciona assim: primeiro são estabelecidos os detalhes de uma meta (Objectives) que a instituição deseja alcançar. Em seguida, é implantado um conjunto de métricas que mensuram a evolução desse projeto até que o alvo (Key Results) seja atingido.

Por exemplo, digamos que a empresa esteja com dificuldades com os prazos de entrega de serviços. Depois de uma reunião entre os gestores, foi decidido que será elaborado um cronograma de projetos.

Então, uma meta foi estabelecida: a criação de um calendário de projetos. O objetivo dela é organizar o fluxo das tarefas internas e o resultado será o cumprimento dos prazos. Após a finalização do cronograma, toda a empresa passará a segui-lo. A consequência disso é a organização do ritmo produtivo do negócio.

Faça reuniões periódicas

Não importam quais são os objetivos da organização, mas é essencial que os gestores reúnam-se com frequência para conversar sobre os rumos do negócio. Fazer isso é importante por vários motivos.

Um deles é acompanhar o desenvolvimento das metas e perceber quais aspectos precisam ser melhorados ou totalmente modificados. Outra vantagem é ouvir várias opiniões diferentes sobre o melhor caminho para atingir o alvo estabelecido.

Além disso, essa constante interação promove a harmonia entre a alta gestão, algo fundamental para que o alinhamento estratégico do negócio seja bem-estruturado. Esses encontros podem ser semanais, quinzenais ou mensais.

Para que as reuniões sejam mais eficientes é preciso estipular um dia, elaborar uma pauta com os assuntos a serem considerados e analisar os relatórios que exibem os resultados das estratégias.

Fortaleça a comunicação interna

Quando as linhas de comunicação estão abertas entre a liderança, logo os bons efeitos disso são sentidos em todo o time de colaboradores. Um dos benefícios é o fortalecimento do engajamento da equipe com as metas vindas dos gestores.

Entretanto, para que isso aconteça é necessário implantar algumas atitudes na instituição. Seria interessante criar uma rede social corporativa. Essa ferramenta servirá como um canal de divulgação das decisões da alta gestão.

Além disso, os funcionários terão a oportunidade de dar sugestões sobre as estratégias e processos da empresa. Para facilitar a troca de ideias, podem-se criar grupos com os profissionais envolvidos em um determinado projeto.

Outra forma de aumentar a interação é promovendo encontros da liderança com os colaboradores. Nessas ocasiões, os gestores conversam com o time interno sobre os planos da instituição e estreitam os laços de amizade.

Todos esses esforços para estimular uma convivência mais pessoal entre os colaboradores servirão para fortalecer o alinhamento estratégico da empresa.

Mantenha a transparência

O time interno é uma parte fundamental da instituição. Por isso, algumas empresas preferem encará-los como parceiros em vez de empregados. Na verdade, é exatamente isso que eles são.

Portanto, é preciso haver transparência nessa relação. Caso contrário, a empresa não terá um ambiente de confiança, respeito e honestidade. E como conseguir essa franqueza na organização?

É obvio que determinados assuntos precisam ser tratados sigilosamente pela liderança. Entretanto, é direito dos colaboradores saber de tudo que os envolve.

Eles não podem ser pegos de surpresa, por exemplo, com uma mudança nas metas organizacionais. Ademais, o time precisa conhecer bem a missão, a visão, os valores e cultura da organização.

Contudo, isso só é possível quando a instituição revela sua verdadeira identidade para a equipe. Se essa atitude não for a regra, os gestores não podem esperar uma união de esforços em prol dos objetivos da empresa.

Enfim, vivemos em uma época em que a falta de unificação na organização é a receita para o desastre da empresa. Sendo assim, faça todo o possível para conseguir o alinhamento estratégico de negócios e garantir o sucesso da empresa.

Gostou do nosso conteúdo? Entendeu por que o alinhamento estratégico é tão importante? Aproveite e leia também sobre automatização de processos!

Entenda as particularidades da gestão de projetos no setor público

Infelizmente, quando os brasileiros ouvem algo a respeito do poder público logo pensam em desorganização e falta de planejamento. De fato, é triste encarar essa realidade, mas não podemos generalizar. Afinal, algumas instituições são bem-sucedidas com a gestão de projetos no setor público.

Mas o que significa esse processo? Como ele é elaborado? Quais metodologias são utilizadas? Acompanhe nosso artigo e descubra!

Qual é o cenário da gestão de projetos no setor público do Brasil?

A gestão de projetos do setor público ainda é algo bem tímido e que está apenas iniciando. Sendo assim, há um longo caminho pela frente. No entanto, alguns fatores impedem o crescimento rápido desse tipo de gerenciamento, como:

  • a falta de visão estratégica;
  • a morosidade dos processos;
  • a burocracia e os altos custos dela;
  • as limitações políticas etc.

No entanto, já se percebe um esforço do Governo em melhorar a administração dos projetos em órgãos públicos do âmbito legislativo, judiciário e executivo. Dessa forma, aos poucos os resultados positivos estão aumentando e as carências diminuindo.

O que levar em consideração na elaboração desse tipo de gestão?

Para estruturar uma gestão de projetos eficiente no setor público é necessário seguir alguns passos fundamentais. Vejamos alguns deles.

1. Diagnóstico

A princípio é preciso fazer um estudo sobre o cenário real da instituição pública. Seria como um levantamento das necessidades e aspectos importantes para a construção de uma gestão de projetos eficiente.

Entre os dados que comporão essa pesquisa, estão:

  • os setores que têm deficiência na gestão de projetos;
  • os tipos de carências a serem sanadas;
  • as ferramentas que serão utilizadas;
  • os recursos financeiros necessários;
  • as metas a serem alcançadas.

2. Plano de ação

Com base nas informações recolhidas no diagnóstico será criado o plano de ação, ou seja, o planejamento para que as metas sejam atingidas. Por exemplo, digamos que o objetivo é o estabelecimento de um cronograma para o cumprimento de prazos dos projetos.

Então, uma ação seria a construção desse calendário, certo? Para ajudar, talvez seja decidido que a instituição adotará uma ferramenta de automação que ajude a equipe desse setor a acompanhar o andamento das tarefas.

Quais desafios e cuidados é preciso ter?

Alguns empecilhos, se não forem identificados, resolvidos ou evitados, podem colocar em xeque a efetivação do processo de gestão de projetos do setor público. Um deles é a inexistência de prazos.

Voltando ao exemplo citado no tópico anterior, o que aconteceria se, depois do diagnóstico e do plano de ação, a empresa pública não definisse um período limite para a entrega do cronograma? O resultado seria o antigo hábito brasileiro de empurrar para frente as tarefas que aparentemente não são urgentes. Dessa forma, esse projeto terminaria arquivado.

Outro desafio é o mau investimento de recursos financeiros. Isso pode acontecer quando o capital é injetado em algo que não será bem aproveitado.

No caso da ferramenta de automação, imagine que seja implantada no setor e a equipe não receba nenhum treinamento de como usá-la. Com isso, essa aplicação será descartada ou utilizada incorretamente. Podemos citar ainda outro problema: a falta de indicadores (KPI’s) de desempenho. Não ter essa prática é como andar no escuro com medo de tropeçar. Infelizmente, no setor público o único indicador é o financeiro.

Mas como saber, por exemplo, se um departamento está indo bem com as novas práticas adotadas na gestão de projetos sem um tipo de mensuração? Além disso, os KPI’s demonstram falhas que precisam ser resolvidas ou detalhes que devem ser modificados ou melhorados.

Acrescente à lista de dificuldades a velha conhecida burocracia que assombra o setor público travando projetos e desestimulando qualquer tipo de gestão de excelência. Devido a isso, a inovação, algo fundamental para um bom gerenciamento, avança a passos lentos.

Qual é a diferença entre a gestão de projetos do setor público e privado?

A finalidade é a principal diferença entre a gestão de projetos de empresas públicas e privadas. Em uma instituição pública, o objetivo de implementar e melhorar essa gestão é cumprir a atribuição pela qual foi criada. Por exemplo, uma entidade que presta serviços de limpeza para a população direcionará os seus projetos para esse fim.

Por outro lado, uma organização privada enxerga esse gerenciamento de outro ângulo. Nesse caso, envolve metas financeiras, econômicas, consolidação no mercado e outros aspectos que garantirão a sobrevivência do negócio.

Que metodologias podem ser aplicadas?

Existem várias metodologias que são usadas por organizações privadas que facilitam as tarefas das equipes, aumentam o nível da eficiência, da organização e oferecem excelentes resultados. Esses métodos podem ser adaptados para o setor público. Quer conhecer alguns deles? Acompanhe!

Caminho crítico

Esse método envolve a interligação de tarefas que dependem uma da outra dentro de um projeto. Sendo assim, algumas só iniciam após o término de outra formando um caminho crítico. Diante disso, as tarefas mais importantes devem ser priorizadas para que desbloqueiem o fluxo para outras tarefas.

Scrum

Quando a gestão de projetos precisa ser ágil, adaptar-se a mudanças repentinas e urgentes a metodologia scrum é a mais indicada. Ela é dividida em pequenas etapas (sprints) que duram até quatro semanas. Ao fim de cada uma delas, é feita uma reunião para conversar sobre o andamento, os objetivos e as melhorias que precisam ser feitas. Nesses encontros, ocorre um processo de retroalimentação positiva e feedbacks constantes.

Gestão de qualidade

Um padrão internacional de projetos, conhecido como ISO 10006:1997, é uma metodologia que garante a padronização e a qualidade da gestão de projetos. Para conseguir esse resultado, essa norma descreve as etapas que precisam ser seguidas, como:

  • liderança;
  • envolvimento do time;
  • gerenciamento dos processos;
  • constante aprimoramento;
  • reunião para tomada de decisão etc.

Canvas

Conhecida como Project Model Canvas, essa metodologia é muito simples de implementar. Para isso, é preciso criar um quadro com colunas que indiquem o andamento das tarefas. Quando uma etapa é finalizada, a tarefa muda de coluna. Já existem aplicativos e plataformas virtuais com o método Canvas que facilitam a utilização na gestão de projetos.

Ainda há muitos desafios para o setor público na questão de gerenciamento de projetos. Porém, com um pouco de esforço das autoridades governamentais e dos gestores dos órgãos haverá um grande progresso pela frente.

Gostou do nosso artigo e conseguiu entender algumas particularidades da gestão de projetos no setor público? Não perca os próximos conteúdos, assine agora mesmo a nossa newsletter!

Como a gestão de carreira pode mudar sua trajetória profissional?

No passado, os navegadores se orientavam em alto-mar de forma visual por meio do sol e das estrelas. Após um tempo, a bússola e depois o GPS passaram a ser importantes instrumentos para a definição de uma rota. Trazendo esses conceitos para o mundo corporativo, a gestão de carreira é como um “GPS” do profissional.

Mas o que é o gerenciamento de carreira? Como fazer uma estratégia profissional bem direcionada? Por que é importante ser flexível e mensurar cada etapa de um projeto de carreira? Essas e outras perguntas serão respondidas neste artigo. Acompanhe!

1. O que é gestão de carreira?

A prática da gestão de carreira é bastante utilizada nas organizações. Porém, em algumas empresas, ela inexiste. Diante disso, muitos profissionais perdem o rumo de sua trajetória empresarial, ficando “à deriva” no mercado de trabalho. Essa postura passiva é a receita para o insucesso.

Por outro lado, quando o trabalhador assume o controle do seu percurso profissional, seus esforços, objetivos e metas são canalizados para o fortalecimento do seu crescimento profissional.

Sendo assim, a pessoa torna-se gestora de sua própria trajetória. Com essa atitude, ela investe no autodesenvolvimento por meio da capacitação, entende bem o seu lugar em uma organização e sabe que rumo tomar para atingir um cargo mais alto.

Além disso, o profissional consegue conhecer suas habilidades e fraquezas. Desse modo, usa as competências para assegurar sua posição no mundo corporativo. E com algumas ações bem estudadas, minimiza as suas deficiências.

Foi essa autonomia que levou a executiva Diana Greene para o sucesso profissional. Ela é considerada uma das mulheres de negócio mais bem-sucedidas do meio empresarial.

Em uma entrevista para o site Business Inside, Diana Greene revelou que é fundamental planejar até as pequenas metas da carreira, pois essa atitude levará você ao objetivo final e o ajudará a enfrentar os percalços que aparecem no caminho.

Essa autodisciplina ajudou essa executiva a fundar a empresa VMware — corporação desenvolvedora de software. Atualmente, ela é a vice-presidente de negócios em nuvem da empresa Google. Diante desse exemplo, fica mais fácil perceber o valor de uma gestão de carreira, não acha?

2. Como um coaching de carreira pode ajudar?

Alguns profissionais têm muita dificuldade na administração do seu curso profissional. Nesse caso, a melhor opção é buscar ajuda de um coaching de carreira.

Esse olhar externo, experiente e habilidoso dará todo o suporte para a construção de uma trajetória estrategicamente direcionada.

Entre os serviços de um coaching de carreira, está o mapeamento do perfil profissional do indivíduo. Com base nessas informações, é possível saber com clareza as potencialidades e as deficiências da pessoa.

Por exemplo, talvez o profissional tenha alguns atributos inerentes de um líder, mas uma fraqueza que dificultaria a sua atuação na linha de frente da empresa. Em vista disso, o coach analisará como minimizar esse ponto fraco e reforçar as características positivas.

Além disso, o processo de coaching ajudará na definição de metas profissionais. Como já citado, se o profissional tiver capacidade de assumir um cargo de liderança, será feito um estudo para entender quais caminhos precisam ser percorridos para chegar a esse patamar.

Nesse plano, constarão as funções, o tipo de treinamento e capacitação, o tempo médio de experiência e as competências que precisam ser desenvolvidas em cada etapa da carreira.

Também estarão inclusos nesse planejamento os desafios que podem surgir e as táticas para suplantá-los. Durante o percurso desse projeto, o coach acompanhará e medirá o desempenho e o sucesso do profissional, ressaltando o que está indo bem e os aspectos que precisam ser aprimorados.

Todo esse auxílio do coaching de carreira dará mais segurança e tranquilidade para o profissional. Sendo assim, não haverá aquela sensação desconfortável de não saber que rumo tomar.

Com isso, a qualidade de vida melhora, o estresse diminui e o contentamento cresce, ao passo que a carreira flui em um ritmo constante e bem estruturado.

3. Como encontrar seu lugar na profissão?

Imagine uma gestora que deseja gerenciar a carreira sem contar diretamente com a empresa em que trabalha. Ela sabe de sua competência profissional, pois é devido a isso que está na função atual. Porém, seu desejo é atingir um cargo de diretoria.

Contudo, seu principal desafio é acelerar esse sonho. Afinal, ela percebe que os que atingiram esse nível na organização levaram muitas décadas para conseguir isso.

Essa gestora até tentou fazer um estudo sobre as competências que a empresa exige de um diretor, mas não conseguiu compreender bem os requisitos.

E, para piorar, a organização não possui um plano de carreira interno bem definido. Você se identificou com essa profissional? Então, vejamos como elaborar um curso estratégico personalizado dentro da sua profissão.

3.1. Definindo metas profissionais

É essencial estabelecer um objetivo que norteará todos os esforços da vida corporativa. Comece pensando em que função ou cargo gostaria de atuar nos próximos cinco anos.

Tente ser realista, ou seja, não estipule uma meta que seja impossível de atingir ou que exigirá esforços além de sua capacidade física, mental e profissional. Caso contrário, será muito frustrante e desanimador não cumprir o que foi estabelecido.

Mas como ser razoável? Voltemos ao exemplo da gestora. Como vimos, o objetivo dela é o cargo de diretora. Essa é uma meta coerente, pois é o próximo nível na hierarquia da organização. Sendo assim, não é algo muito distante.

Em vista disso, não será preciso um poder além do normal para cumprir essa meta. Talvez, ela precise apenas de uma especialização e também do desenvolvimento de alguns atributos que a habilitem para o cargo desejado.

3.2. Traçando um plano de ação

Depois da definição, chega o momento em que será preciso elaborar ações de curto, médio e longo prazo. Essa fase chama-se plano de ação. Para ter sucesso nessa etapa, é necessário organização, disciplina e sabedoria.

Mas que ações podem fazer parte desse planejamento? Vamos exemplificar: uma meta de curto prazo pode ser conversar com profissionais que estão na função que você deseja.

Pergunte a eles o que os ajudou a chegar a esse cargo. Talvez revelem um hábito que tiveram de desenvolver, uma formação educacional que obtiveram ou uma experiência profissional que foi decisiva para a promoção interna.

Tome nota de todas as sugestões e reflita em como elas podem ser inseridas na sua vida profissional. Nesse ponto, já é possível estruturar os passos de médio prazo. Por exemplo, digamos que tenha descoberto que as pessoas fluentes em um segundo idioma têm mais facilidade de receber uma promoção; então, faça o mesmo.

Inicie um curso de idiomas e planeje uma viagem de intercâmbio para o país que fala a língua que está aprendendo. Tenha por alvo conseguir a fluência. Entretanto, você talvez perceba que, mesmo com as qualificações necessárias, não será fácil atingir o cargo que deseja na empresa em que trabalha.

Ou, talvez, você queira uma vaga em outra organização que ofereça mais vantagens para os seus colaboradores. Essa pode ser uma meta de longo prazo. Nesse caso, será preciso conhecer melhor a política de contratação dessa organização.

É claro que esse é apenas um exemplo. Durante a elaboração do plano de ação, algumas práticas podem ser incluídas, outras precisarão ser ajustadas e, ainda, outras modificadas. Contudo, esse planejamento tornará a trajetória mais sólida.

3.3. Colocando em prática a gestão de carreira

Vamos agora entender a próxima etapa, ou seja, o momento da execução de uma meta da gestão de carreira. Para entender melhor, tomemos como exemplo a meta de longo prazo citada no subtítulo anterior — a mudança para outra instituição.

O primeiro passo envolve estudar tudo sobre a organização. Entre no site da empresa e conheça sua missão, valores e diretrizes institucionais. Descubra também o tipo de produto ou serviço produzido e a sua estratégia de atuação no mercado em que atua.

Após isso, tente se aprofundar no perfil de pessoas que a organização costuma contratar. Uma dica interessante é acessar uma rede social de profissionais, como o LinkedIn, e verificar as qualificações de alguns colaboradores dessa empresa para tentar adquiri-las também.

Após essa pesquisa, crie duas tabelas. Uma que aponte as competências que já possui e outra com as que precisa desenvolver. Essas informações serão as ações que darão forma para o seu plano de ação.

Em seguida, encontre uma inspiração, ou seja, um profissional bem-sucedido na área em que deseja atuar. Caso esse exemplo seja de um colaborador da empresa em que aspira a um cargo, será melhor ainda. Daí estude a postura e as atitudes que levaram esse profissional ao sucesso.

Não tenha medo de imitá-lo, mas tente não ser uma cópia idêntica dele. Dessa forma, você realizará um benchmarking pessoal. Essa estratégia tem a finalidade de aprender das boas práticas de modelos de sucesso do mundo corporativo.

Seria interessante também entender sobre o processo de recrutamento e seleção da empresa. Quando a instituição é bem organizada, tem etapas bem definidas para a contratação de novos colaboradores.

Essas fases incluem metodologias que ajudam na análise dos candidatos. Conhecê-las bem ajudará a atingir a sua meta do plano de ação.

4. Como acompanhar as etapas do processo de gestão de carreira?

Para descobrir como está o seu desempenho durante a trajetória na gestão de carreira, é preciso acompanhar de perto as etapas desse processo. Uma dica importante é estipular KPI’s (indicadores de desempenho) pessoais. Como assim?

Digamos que uma das fases da gestão de carreira envolva fazer uma pós-graduação na área de recursos humanos. Para mensurar o retorno que essa especialização está proporcionando para a sua vida empresarial, você pode acompanhar o nível de qualidade dos serviços prestados.

Talvez essa educação tenha ajudado a ser mais inovador e, como consequência, conseguiu implantar uma nova ferramenta virtual no negócio ou idealizou uma maneira mais ágil de realizar um serviço interno. Então, faça um registro com essas informações.

Ter esse panorama visual de seu exercício profissional será muito motivador para continuar avançando com o seu projeto de carreira. Outra área que precisa ser avaliada é aquisição de habilidades e competências.

Para isso, crie uma listagem com no máximo dez atributos que precisa desenvolver para elevar o seu nível profissional. Após isso, elabore um sistema de pontuação que demonstre o seu progresso com essas aptidões.

Por exemplo, caso você seja um gerente de RH e tenha facilidade com a gestão de pessoas, sua nota nesse quesito poderá ser 10. Por outro lado, se tem dificuldades com números, o conceito será 5. Essa é apenas uma sugestão, você tem a liberdade de criar o seu método de avaliação.

Muitas vezes, nossa visão pessoal é muito míope. Por isso, seria interessante entregar a sua listagem de habilidades para um colega de trabalho de confiança e pedir que pontue o seu desempenho em cada uma delas.

Fazendo assim, você obterá um feedback externo. Essa opinião valiosa abrirá seus olhos para detalhes que precisa aprimorar ou aspectos positivos que nunca imaginou que tivesse.

Agora que tem em mãos esse “boletim” profissional, fica mais fácil incluir estratégias que ajudem a melhorar sua pontuação. Quer um exemplo? Digamos que sua dificuldade é controlar os processos que estão sob sua responsabilidade.

Talvez um curso, uma palestra ou a leitura de um livro sobre esse assunto seja o necessário para dominar essa deficiência e entregar serviços de excelência. Por fim, existe um aspecto fundamental que precisa estar incluído em cada etapa da gestão de carreira: os prazos.

Lembre-se sempre de estipular uma data para o início e outra para o fim de uma fase do projeto profissional. Fazendo assim, você apressa o ritmo do curso da carreira. Caso contrário, o planejamento perderá o foco e seus esforços ficarão desorientados e com poucos resultados. E o desânimo logo tomará conta.

5. Como o networking pode ajudar?

Construir uma rede de relacionamento profissional é uma estratégia inteligente e necessária na gestão de carreira. Essa conexão com outras pessoas do mundo empresarial pode ser a ponte para boas oportunidades de emprego.

Alguns acreditam que, para conseguir se aproximar de outros profissionais, baste criar uma conta em uma rede social voltada para o ambiente de negócios e sair adicionando várias pessoas. Mas isso é um engano!

Embora o mundo virtual seja um excelente meio para encontrar pessoas compatíveis com o seu perfil profissional, essas interações precisam ser consistentes e constantes.

Uma regra que pode ser aplicada tanto nas relações profissionais físicas quanto virtuais é conhecer os contatos de amigos próximos. Feito isso, tente ajudá-los de alguma forma. Às vezes, um simples conselho ou uma orientação pode estreitar os laços de amizade.

E esse pode ser o caminho que precisa para conseguir aquela vaga de emprego que tanto deseja. Uma tática eficiente para atrair e conquistar novas amizades no meio empresarial é o marketing pessoal.

Para ter sucesso nessa estratégia, você pode usar as redes sociais para ganhar mais visibilidade profissional.

Nesses canais, é possível compartilhar conteúdos interessantes sobre a sua área, escrever sobre diversos assuntos, descrever habilidades, experiências e formação profissional.

Todas essas ações atrairão pessoas que se identificam com o seu perfil pessoal e novas conexões serão feitas. Não se esqueça da importância do bom conceito no mundo real.

Sendo assim, nos contatos diários com colegas de trabalho seja gentil, responsável, parceiro e honesto. Essas são riquezas que não podem ser compradas nem aprendidas em uma faculdade, mas fazem toda a diferença no relacionamento humano.

6. Qual é a importância da flexibilidade profissional?

Lembre-se de que vivemos em um mundo em constante transformação e que nossas vidas podem mudar de uma hora para outra. Esses imprevistos devem nos ensinar a ser flexíveis.

Pode acontecer a seguinte situação: depois de lutarmos muito para alcançar um determinado cargo, a tecnologia desenvolve uma aplicação virtual que automatiza os serviços que prestamos e ficamos sem o emprego.

Outra circunstância que pode alterar o curso de uma trajetória profissional é a frustração. Como assim? Mesmo conquistando a função que tanto queria, as responsabilidades e condições inerentes ao cargo podem deixar a pessoa desmotivada e com vontade de mudar de carreira.

Essas e outras situações testam a versatilidade do profissional, a consistência e a relevância do seu planejamento de carreira. Porém, em alguns casos, é possível se antecipar a esses cenários.

Por exemplo, durante o curso de uma meta profissional, é importante manter-se atualizado sobre as tendências de mercado. Para isso, leia sobre as novidades da sua profissão. Caso descubra um novo tipo de ferramenta de automação que foi desenvolvida, procure conhecê-la e até manuseá-la.

Se já estiver em um cargo que era o objetivo do seu plano de carreira, mas não está satisfeito, lembre-se de que o seu curso profissional não findou. Sendo assim, analise novas possibilidades e recomece o planejamento da gestão de carreira.

7. Quais dicas ajudam na elaboração de um plano de carreira?

Como vimos, alguns usam o processo de coaching de carreira, enquanto outros criam a sua própria trajetória profissional. Não importa o método escolhido, a elaboração segue algumas etapas fundamentais. Vejamos quais são elas.

7.1. Entenda como você é avaliado

Comece percebendo como os líderes de sua empresa avaliam os colaboradores. Desse modo, conseguirá entender quais métricas e indicadores os gestores utilizam para mensurar os resultados de um colaborador em determinado cargo ou função.

Além disso, converse com frequência com os seus gestores sobre o que acham do seu desempenho profissional. Aproveite e revele para eles suas metas pessoais dentro da empresa. Com esse direcionamento da liderança, ficará mais fácil descobrir se você está na trajetória correta.

7.2. Aplique as sugestões

Seja por meio de uma política interna de feedback ou por uma solicitação pessoal, os conselhos dados pela liderança devem ser registrados e aplicados imediatamente. É claro que pode haver algumas sugestões que não se aplicam na sua gestão de carreira.

Nesse caso, guarde-as, pois podem ser úteis no futuro. Quando os gestores observam que suas orientações estão sendo seguidas, é mais provável que fiquem motivados em oferecer mais feedbacks. Com isso, a sua gestão de carreira recebe uma consultoria constante e perita.

7.3. Seja eficiente em alguma área da empresa

Todo setor tem uma área mais carente de recursos e demandas eficientes. O que acha de detectar esse departamento e tentar buscar soluções para os desafios encontrados ali? Talvez um software para inovar e agilizar algumas tarefas?

Sendo assim, você pode estudar sobre essa tecnologia e sugerir a implantação dela. Caso consiga usar os seus recursos, talvez seja convocado para dar treinamento para os outros membros da equipe. Dessa forma, você abre novas oportunidades em sua carreira.

7.4. Tenha presença na organização

Participe de eventos corporativos, trabalhos voluntários e outras atividades que façam você ter contato com outros profissionais de dentro e de fora da empresa. Quanto mais você aparecer nessas ocasiões, mas será lembrado. Por que isso é importante?

Ampliar os seus limites profissionais ajudará incluir novas estratégias para o seu plano de carreira. Além disso, novas possibilidades se abrirão na sua trajetória profissional.

7.5. Escolha um conselheiro

Já mencionamos o valor de um coaching de carreira no curso da vida profissional. De modo similar, é possível conseguir um tutor pessoal dentro de sua empresa.

Comece listando as pessoas que mais admira na organização. Em seguida, escolha uma delas e peça ajuda. Além disso, você pode contar para ela os seus objetivos e os desafios de sua carreira e perguntar como ela conseguiu chegar ao cargo atual e quais problemas enfrentou.

Convide esse profissional para um almoço ou outro tipo de atividade. Aos poucos, poderá conquistar uma amizade que ajudará na gestão de sua carreira.

Existe uma frase que diz: “Não importa o caminho, se você não sabe aonde quer chegar”. Essa sentença não pode ser a descrição da carreira de um profissional. Muito pelo contrário, é preciso seguir o rumo certo.

Como vimos, planejando a trajetória de carreira fica mais fácil atingir o sucesso no mundo corporativo. E o resultado será a satisfação de conquistar os sonhos e ter uma bela história profissional.

O que achou de nosso artigo? Entendeu como a gestão de carreira pode transformar o seu rumo profissional? Então, conheça as certificações de projetos e processos mais relevantes para o crescimento profissional.