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Entenda a importância da avaliação de desempenho no setor público

A necessidade de os órgãos públicos medirem a sua eficiência operacional é cada vez maior. Com a Lei da Transparência, que obrigou a União, os Estados e os Municípios a manterem informações sobre a execução orçamentária em tempo real na internet, a sociedade passou a ser ainda mais exigente.

Assim, a importância da avaliação de desempenho no setor público não para de crescer.

É preciso garantir a qualidade dos serviços, um grande desafio na área pública. Por essa razão, as análises de performance são cruciais não apenas para remunerar os times de forma mais justa, mas também para estimulá-los a evoluir.

Quer saber mais? Continue a leitura e veja como a avaliação de desempenho no setor público pode ajudar você a crescer na carreira!

Quais são os principais desafios da administração pública?

Assim como você, que muitas vezes sente a necessidade de melhorias em sua rotina de trabalho, as administrações públicas também precisam de progresso e capacitação.

Geralmente, os serviços públicos são malvistos pela população, independentemente de questões políticas, por causa da má qualidade da assistência. Isso acaba gerando insatisfações e até mesmo revoltas.

Diante disso, o maior desafio para o setor público é prestar um atendimento qualificado. Nesse contexto, a flexibilização dos recursos financeiros e de pessoal é essencial — assim como uma comunicação interna e externa impecável.

Para que um quadro de funcionários possa alcançar esse alto nível de desempenho, é vital automatizar alguns processos e capacitar o time. Hoje, o setor tem novas demandas, como gerar informações em grande quantidade, garantir acesso fácil aos registros pela internet e armazenar e dispor o histórico de consumo.

Sem políticas de avaliação e planejamento, o órgão corre o risco de não oferecer uma gestão transparente pelo simples fato de não coletar e controlar todos os dados envolvendo as suas atribuições.

Por isso, o investimento em soluções de informática e qualificação humana é estratégico. Com isso, é possível encontrar um equilíbrio entre os direitos dos servidores e os da população.

Como a avaliação de desempenho contribui para resolver esses problemas?

A avaliação de desempenho no setor público ajuda a melhorar os serviços porque gera indicadores de resultados, que permitem trabalhar os gaps entre o desempenho esperado e o que foi realmente atingido.

Você sabe o que são gaps? Trata-se das lacunas para o serviço alcançar a sua plenitude. Assim, a avaliação de desempenho não para no simples diagnóstico, mas possibilita verdadeiras transformações nos processos e nas pessoas.

Dessa forma, todos os recursos do órgão passam por um aperfeiçoamento, inclusive o quadro de funcionários, para que sejam promovidos programas de capacitação com base nesses pareceres. O resultado é que o poder público leva para a sua administração a mesma visão estratégica do ambiente privado e, assim, a avaliação de desempenho torna-se um insumo de dados para a tomada de decisões.

Qual é o impacto para os funcionários?

A avaliação de desempenho no setor público é bastante positiva para os funcionários, pois traz uma maneira mais justa de remunerar e de valorizar cada profissional. Geralmente, essas análises são atreladas a políticas internas de carreira e de remuneração, que estimulam o servidor a crescer.

Desse modo, a sociedade acaba beneficiada com mais qualidade nos atendimentos.

Quer um exemplo? Dois atributos muito valorizados atualmente são a capacidade de inovar e a de ser criativo. Com uma avaliação de desempenho que trabalhe esses indicadores, a gestão pública consegue incentivar as equipes a propor mudanças de vanguarda.

Qual é a influência na sociedade?

A avaliação de desempenho pode medir indicadores de proatividade, ou seja, a capacidade de o servidor prever chances de aperfeiçoamento ou até mesmo de se antecipar a problemas. O resultado disso para a sociedade é uma sensível melhoria na prestação de serviços. Assim, esse funcionário evita erros e acelera o tempo de resposta para os obstáculos.

Imagine um atendente de uma Secretaria de Saúde incumbido de agendar consultas médicas. Em vez de apenas fazer as marcações, ele resolve sugerir um serviço extra, como o contato pelo WhatsApp. Por meio desse canal, esse servidor propõe remeter aos usuários informações sobre como usar o transporte municipal para chegar ao local do atendimento médico.

Essa simples atitude pode ajudar a diminuir o desperdício de verba com as faltas de pacientes às consultas, um problema comum.

Quais indicadores avaliar?

A escolha dos indicadores em uma avaliação de desempenho varia de uma organização para outra, conforme os valores de cada instituição. Existem, porém, alguns parâmetros comuns nesse tipo de análise. São índices que contribuem para aumentar a qualidade do planejamento na gestão pública, uma vez que servirão como diretriz nas próximas escolhas administrativas. Confira:

  • conhecimento e capacitação técnica contínua;
  • aptidão para ter foco em resultados;
  • disciplina e organização;
  • capacidade de planejamento.

Os indicadores não avaliam apenas as pessoas. Eles dão suporte para todo o monitoramento estratégico de uma administração pública, ajudando a verificar desde os cumprimentos de contratos até possíveis desvios de verbas. No caso dos recursos humanos, esses índices trazem os seguintes benefícios:

  • medição dos resultados;
  • crítica embasada para obter melhorias e corrigir falhas;
  • apoio para a tomada de decisões;
  • incentivo ao aprimoramento contínuo dos processos organizacionais públicos.

​Como implementar a avaliação de desempenho?

A implementação da avaliação de desempenho no setor público é um trabalho extenso e que exige uma série de etapas. Afinal, é preciso definir os fatores que influenciam no desempenho e as métricas que serão adotadas, entre outras providências.

Veja um passo a passo!

Entenda a cultura organizacional

Estude o perfil da organização. Você precisa traçar um diagnóstico para entender quais critérios serão mensurados e, também, quais deles precisarão evoluir.

Defina as métricas

Em seguida, escolha os indicadores — isso vai depender dos objetivos. Com o relatório elaborado na etapa anterior, essa tarefa fica mais fácil, já que as principais demandas estarão em suas mãos.

Por exemplo: a ética é essencial em um órgão público, de modo que pode ser útil trabalhar com indicadores de compliance, de comportamento, de qualidade do atendimento etc.

Faça aplicações e avalie

Nessa parte, você vai aplicar os índices e iniciar o processo de análise, ou seja, interpretar os dados. Lembra quando falamos dos gaps — a diferença entre o que foi planejado e o que aconteceu? Na avaliação, você indicará quais são essas lacunas.

Trace planos de ações

Por último, devem ser elaborados planos de ações para reagir diante dos maus resultados e para potencializar os efeitos dos dados positivos. É a etapa mais importante do processo, que exige tempo e conhecimento.

Estude cases de sucesso

Para afiar a sua habilidade de implementar avaliações de desempenho, uma boa dica é estudar cases de sucesso.

A prefeitura de Fortaleza (CE), por exemplo, está elaborando um projeto de remuneração variável para os analistas de planejamento de gestão, uma carreira ligada à Secretaria Municipal do Planejamento, Orçamento e Gestão (SEPOG) da cidade e ao Instituto de Planejamento de Fortaleza (IPLANFOR).

Com o apoio de uma empresa consolidada em capacitação e tecnologia, esse órgão público está desenhando um novo modelo de remuneração variável para aumentar a motivação e o compromisso dos novos servidores. Nessa parceria, está sendo elaborado um mecanismo para gratificar os profissionais por meio de um sistema mais justo, exato e prático.

Assim, a gratificação não perde a sua principal função, que é a de ser um incentivo para o profissional. Dessa forma, aumentam-se a clareza na definição de responsabilidades e o compromisso com os resultados e metas estratégicos dessa instituição.

Como remunerar os funcionários por desempenho?

Existem diversas maneiras de recompensar os funcionários por uma boa performance. Uma delas é a remuneração variável, que estende ao colaborador formas extras de pagamento de acordo com a sua atuação.

Há jeitos mais complexos e criativos como prêmios, reconhecimento público, folgas, viagens, cursos de especialização etc. O melhor método depende das características de cada instituição, como o orçamento disponível e as qualidades que se pretende valorizar e fomentar.

Como deu para notar, a avaliação de desempenho no setor público é determinante para o sucesso dos atendimentos aos cidadãos. Afinal, ela faz diagnósticos e aponta soluções para as deficiências. Além disso, essas análises representam uma grande chance para os profissionais de RH e para os gestores de projetos e de processos crescerem na carreira pública.

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Como evitar cair na estagnação profissional?

Quem começa uma carreira pensando em trabalhar em qualquer emprego, ganhando qualquer salário? Provavelmente, ninguém. Pois é isso o que acontece com uma pessoa quando ela se entrega à estagnação profissional, uma situação que pode acabar com a vida de alguém.

Isso porque o profissional se sente desmotivado a cumprir suas funções, baixando consideravelmente a qualidade de vida dentro da empresa e comprometendo sua carreira. Afinal, qual é o empresário que deseja manter um funcionário que não acrescenta nada à organização?

Mas, quando há força de vontade por parte da pessoa, a estagnação profissional pode ser revertida. Se isso está acontecendo com você, confira nossas dicas e volte a garantir o sucesso da sua carreira. Isso só depende de você e de sua determinação.

Conheça a si mesmo

O autoconhecimento é muito importante para o profissional que quer alavancar sua carreira. Pense na resposta às seguintes perguntas:

  • o que eu gosto de fazer?
  • onde eu quero chegar?
  • quais são as minhas habilidades?”;
  • quais são os meus pontos fortes e fracos?

A partir do momento em que a pessoa se conhece, ela é capaz de mudar o seu cenário pessoal e profissional, tendo em vista quem ela é. Quem conhece a si mesmo sabe exatamente o que quer e para onde está direcionando sua vida.

Tenha objetivos — a curto, médio e longo prazo — bem definidos

Quem quer mudar a sua realidade deve definir objetivos a curto, médio e longo prazo. O que você pode fazer para mudar imediatamente? Como você pretende estar daqui a dois ou cinco anos? O que você espera do futuro?

Faça anotações. Mas a dica é não ficar somente nisso. É preciso arregaçar as mangas e traçar metas atingíveis para o momento. Você verá que o que parecia impossível é, na verdade, bem acessível com planejamento.

Faça um bom gerenciamento de tempo

Por mais boa vontade que você tenha, o tempo continua o mesmo. O seu dia não vai aumentar para que você possa realizar as tarefas. Então, planeje suas atividades diárias dentro e fora da empresa.

Organizando seu dia, você evita que afazeres corporativos e pessoais se misturem, além de ter tempo para lazer, estudos e trabalho. Isso evita a estagnação profissional e a baixa produtividade.

Invista em capacitação profissional e atualize seus conhecimentos

Essa é uma das dicas mais preciosas. Quem deseja alavancar a carreira precisa se atualizar constantemente. As inovações são diárias e não investir em capacitação leva, consequentemente, à estagnação profissional.

Separe algumas horas para ler artigos, fazer uma pós-graduação, cursos livres ou de extensão, vá a campo para pesquisas, entre outras coisas. Com tudo isso, a mente se abre — inclusive para novos desafios — e as ideias fluem.

Posicione-se

Faça-se notar. É importante ter um posicionamento e uma postura diante dos seus gestores e colegas. Apresente seus conhecimentos e tudo o que você pode fazer para ajudar no sucesso organizacional.

Funcionário que não tem medo de expor suas ideias, dá dicas para a melhoria do trabalho e está em constante atualização é aquele profissional que imediatamente vem à mente dos superiores para uma possível promoção.

Sugira rotação de cargos

A rotação de cargos — também conhecida como job rotation — é uma prática utilizada em muitas empresas — mais frequentemente nos programas de trainees — para que a pessoa conheça todas as áreas da organização.

Se houver oportunidade, sugira para os seus superiores um período de experiência em outros setores a fim de obter conhecimento e novas práticas. Isso também demonstra interesse na empresa e proatividade.

Ouça os feedbacks

Algumas pessoas têm dificuldade em receber críticas, mesmo que elas sejam construtivas para a carreira. Permita-se ouvir os feedbacks de gestores e colegas, fazendo com que eles acrescentem ao seu trabalho.

Busque melhorar continuamente, mesmo que seja elogiado. Filtre tudo o que for falado, absorva as informações que podem ajudar e trabalhe nelas. Dê o seu melhor para que haja uma evolução em sua carreira.

Fortaleça o seu networking

É interessante participar de palestras, congressos, workshops e cursos até mesmo para fortalecer o seu networking e manter contato com outros profissionais, a fim de trocar informações e dicas úteis.

Mas, assim como uma rede externa é importante, a conexão com colegas de trabalho e funcionários de outras filiais da empresa em que atua é imprescindível, principalmente quando se almeja um cargo de liderança.

Busque ajuda profissional

Se força de vontade não falta, mas você não sabe por onde começar, por que não buscar ajuda de um coach? Ele é o profissional habilitado a orientar, de forma personalizada, uma pessoa a buscar os seus objetivos.

Ele também está apto a ajudar quem o procura a sair da estagnação profissional e ser bem sucedido dentro de uma empresa (ou arrumar um outro bom trabalho). Vale a pena seguir seus conselhos.

Seja apaixonado pelo que faz

Acima de tudo, seja apaixonado pelo que você faz e tenha prazer em levantar todos os dias para trabalhar. De nada adianta todas essas dicas se você não gosta de suas funções e as faz a contragosto.

Quando o funcionário não se sente satisfeito, ele desanima e isso o leva à estagnação profissional. Se esse é o seu caso, repense a sua vida e sua carreira, buscando fazer aquilo que traz felicidade.

Dê a volta por cima

A estagnação profissional pode acontecer, sim, mas não é definitiva. A partir do momento em que a pessoa se dá conta de sua situação, ela pode revertê-la e voltar a ter uma carreira próspera. Basta ter os pés no chão e perseverança em seus objetivos.

O mais importante é nunca deixar de inovar, se atualizar e renovar os seus conhecimentos. Mantenha uma rotina de estudos, mesmo que se atinja o patamar desejado. Com nossas dicas, você poderá conseguir o cargo — ou o emprego — dos seus sonhos.

Agora que você já sabe como evitar — ou exterminar — a estagnação profissional, que tal aprender como investir na ascensão da sua carreira? Estamos sempre aqui para ajudá-lo a crescer e ser o colaborador que todos os empresários desejam.

Por que você deveria investir em capacitação?

Cargos de liderança, remuneração compatível com suas necessidades, reconhecimento no mercado e realização de sonhos: frequentemente esses objetivos fazem parte da lista de desejos de quem busca a ascensão profissional. Entre a expectativa e a realização, existe uma etapa fundamental: a ação — e ela começa com a decisão de investir em capacitação.

Você sabe qual é a importância de começar a pensar em capacitação agora mesmo para alavancar sua carreira? Quer descobrir como essa atitude pode fazer toda a diferença no seu currículo e em suas oportunidades de trabalho?

Então continue a leitura deste post e descubra como se tornar um profissional disputado pelas empresas e pelo mercado!

A importância de investir em capacitação

Por incrível que pareça, empresas e profissionais enfrentam duas faces do mesmo problema: enquanto as pessoas buscam empregos cada vez mais escassos, as organizações sofrem porque não conseguem encontrar candidatos qualificados para seus postos de trabalho.

Os profissionais sentem isso na pele de diversas formas: os processos seletivos colocam cada vez mais requisitos para os cargos, as vagas são raras e muito disputadas, os conhecimento que eles obtiveram parecem insuficientes para se destacar dos outros candidatos etc.

A situação se complica ainda mais quando a seleção é feita por meio de entrevistas com base em competências. O selecionador propõe uma atividade que exige a demonstração de habilidades ou a aplicação de conhecimentos, e muitos candidatos têm uma grande dificuldade nessa etapa.

Por que isso acontece? São muitos fatores, mas podemos destacar os principais. O primeiro é que as empresas implementaram a automação em uma série de operações. Portanto, quem estava apto apenas a exercer funções burocráticas, mecânicas e repetitivas perdeu espaço para máquinas ou sistemas.

Esse novo cenário reduziu a necessidade de trabalhadores. Hoje, a maior necessidade dos negócios é de pessoas com mentalidade estratégica, que conseguem analisar o cenário e solucionar problemas para colocar a empresa em posição competitiva.

Além disso, a graduação deixou de ser um grande diferencial. O acesso ao ensino superior, que cresceu muito nas últimas décadas, transformou o diploma de faculdade em um requisito básico. É preciso ter “algo mais” no currículo para se destacar no mercado.

Portanto, uma certeza o profissional já tem: é fundamental investir em capacitação. Quer saber que vantagens essa atitude pode trazer para sua carreira? Confira o próximo tópico!

O papel da capacitação em uma trajetória de sucesso

A capacitação é a ferramenta que completa o profissional. Por meio dela, ele consegue obter conhecimentos, desenvolver competências e adquirir outros diferenciais para torná-lo disputado no mercado.

Descubra quais são alguns desses benefícios.

Desenvolvimento de habilidades

O tempo que passamos na graduação parece uma eternidade, não é mesmo? A verdade é que esse período é extremamente curto para desenvolver todas as habilidades que o mercado exige — basta ver que saímos com uma quantidade de conhecimentos teóricos que não são colocados em prática.

Programas de capacitação voltados a profissionais são diferentes: eles têm como objetivo suprir essa lacuna.

Além disso, o fato de os alunos já terem experiência no mercado ajuda os professores a abordar situações reais e propor projetos que estimulam o desenvolvimento de habilidades e competências.

Complementação da graduação

Na faculdade, a abordagem dos temas é superficial. Quem faz um curso de Administração de Empresas, por exemplo, aprende os conceitos básico de vários temas, como gestão financeira, direito empresarial, marketing, gestão de pessoas etc.

Quando chegam ao mercado de trabalho, os profissionais enfrentam um grande desafio. O cargo que eles conseguem geralmente exige conhecimento em apenas uma dessas áreas, e para desempenhar suas atividades, eles precisam se aprofundar no tema.

Os cursos de capacitação, mais uma vez, suprem essa lacuna. Eles não são genéricos, mas focados em uma área ou até mesmo em uma única atividade. Portanto, eles complementam a graduação.

Diferenciação do currículo

Se a graduação se tornou comum, investir em capacitação é uma alternativa certeira para se diferenciar dos outros candidatos.

Certificados mostram que você se empenhou para conquistar a excelência em determinada área ou atividade, e revelam a disposição para aprender e aperfeiçoar sua prática.

Além disso, existem algumas certificações que realmente são muito valorizadas no mercado. Elas são concedidas por instituições internacionais, mediante o cumprimento de uma série de requisitos e a realização de avaliações.

Os principais exemplos são o Project Management Professional (PMP®) e o Certified Business Process Professional (CBPP®). Eles dão credibilidade ao currículo, abrangem princípios que podem ser aplicados em empresas de diversas áreas e conferem prestígio aos profissionais que conseguiram obtê-los.

Além de se tornarem disputados pelas grandes organizações, os profissionais que conseguem esses certificados podem realizar o sonho de uma carreira muito bem-sucedida. Eles têm a possibilidade de atuar com consultoria, estabelecendo seus próprios critérios de trabalho e remuneração.

Atualização de conhecimentos

O avanço da tecnologia e do conhecimento faz com que um profissional que não investe em capacitação se torne obsoleto.

Em pouco tempo, ele estará desatualizado quanto às tendências, técnicas e ferramentas mais recentes de sua área de atuação. A capacitação reverte essa situação e o ajuda a alcançar um nível superior de desempenho.

Visão abrangente do mercado

Geralmente, boa parte dos alunos de cursos de capacitação já atua no mercado. Isso significa que eles trazem para a sala de aula ou para os fóruns de discussão (no caso da EAD) a realidade que enfrentam em suas empresas.

Com essa troca de experiência, os alunos adquirem uma visão abrangente do mercado. Isso os ajuda a desenvolver a capacidade de análise, que será útil para uma tomada de decisão certeira e condizente com a realidade.

Segurança para empreender

Muita gente tem um emprego mas sonha com a abertura de um negócio. Essas pessoas desejam ser chefes de si mesmos, ter a liberdade de implementar suas ideias e até mesmo deixar um legado para a sociedade.

No entanto, sem o conhecimento e o preparo adequado, o destino da maioria dos novos negócios é o fracasso. As estatísticas estão aí para mostrar que muitas empresas chegam à falência antes de completar seu primeiro ano, enquanto a esmagadora maioria não completa 5 anos de atividade.

A capacitação é a melhor forma de iniciar um negócio. Ao conhecer métodos efetivos de gestão, o futuro empreendedor pode basear-se em conceitos corretos desde o planejamento, evitando os erros mais comuns e preparando-se para o sucesso.

Como você pôde ver, o investimento em capacitação é essencial para uma trajetória profissional de sucesso.

É fundamental encontrar as certificações que mais se adaptam ao seu perfil e aos seus objetivos para se planejar e fazer do desenvolvimento a sua prioridade.

Gostou do post? Viu como se prepara para o sucesso? Quer saber mais sobre as certificações de projetos e processos mais relevantes para o crescimento profissional? Então continue no blog e confira o post!

Conheça os tipos de inteligência e descubra a sua!

Segundo a visão de Paulo Freire, educador bastante valorizado no Brasil, não existem pessoas mais ou menos inteligentes, mas tipos de inteligência diferentes. Independentemente de que alguns possam concordar e outros discordar desse olhar acolhedor do patrono da educação brasileira, o fato é que há certo consenso de que existem padrões diferentes de inteligência.

Por isso, para qualquer pessoa que busque o desenvolvimento profissional e pessoal, o exercício de entender em qual classificação nos enquadramos melhor é fundamental — uma ferramenta de autoconhecimento e de bastante utilidade prática. Ao fazermos essa identificação, fica mais fácil de reforçar nossas potencialidades e melhorar nossos pontos fracos.

Desse ponto de vista, não esqueça que, se existem coisas que podemos conquistar e que ninguém e nada poderá tirar de nós, são as capacidades que desenvolvemos e a pessoa que nos tornamos.

Então, aceite o nosso convite e siga a leitura fazendo uma viagem em si mesmo!

Os tipos de inteligência

Apesar de termos citado Paulo Freire na introdução, vamos nos apoiar na teoria das inteligências múltiplas de Howard Gardner, que, em 1983, formulou a base teórica que fundamenta a necessidade de uma educação plural, que considere os vários tipos de inteligência.

Esse professor de Harvard ajudou a reforçar a ideia de que o teste de Q.I. tinha relevância limitada. Durante muito tempo, esse modelo foi muito valorizado, mas considerava apenas um padrão de inteligência, impedindo uma análise das capacidades humanas em sua totalidade.

Mas, antes de continuar, precisamos fazer um alerta importante. Procure não se rotular com a inteligência com a qual se identificar mais, pois buscar o autoconhecimento não é se limitar.

Além disso, possuir um tipo de inteligência não significa que suas habilidades e sua eficiência estão restritas àquele tipo específico, mas que elas podem ser desenvolvidas com base nele.

Isso parece precisar de melhor explicação. Então, vamos a ela!

Se alguém tem mais facilidade com números, por exemplo, não significa que não possa aprender música, mas apenas que terá mais facilidade de entender se ela for ensinada usando a lógica matemática. Como as notas são vibrações e suas combinações guardam estreita relação com os números, isso não seria tão difícil quanto parece.

Dito isso, as 8 inteligências que Gardner identificou são:

Inteligência lógico-matemática

Esse talvez seja o tipo de inteligência mais fácil de identificar e entender que, durante muito tempo, foi o mais valorizado — era o principal considerado nos teste de Q.I.

Ele está voltado para a razão e para a capacidade de detectar padrões, resolver equações, fazer cálculos e resolver problemas.

Como você pode imaginar, as pessoas com esse tipo de inteligência têm mais facilidade de aprender utilizando números e lógica.

Por isso, costumam se destacar em profissões nas áreas de engenharia, ciência, contabilidade, estatística, como analistas e na aplicação da inteligência artificial.

Contudo, essas pessoas podem ter maior dificuldade com análises mais subjetivas, como a filosofia, e para entender posicionamentos mais emotivos de outras pessoas.

Inteligência espacial-visual

Se a primeira inteligência estava mais ligada aos números, essa segunda se baseia em imagens.

As pessoas que a desenvolvem compreendem mapas, gráficos e se localizam com mais facilidade. Ela também envolve certa capacidade de criação de imagens mentais e favorece a gestão de projetos inovadores.

Desse modo, as pessoas que a possuem identificam com facilidade o espaço tridimensional e se desenvolvem como arquitetos, fotógrafos, designers, escultores e artistas.

De outro lado, se elas forem forçadas a estudar uma tese de direito, por exemplo, poderão considerar uma tarefa monótona.

Inteligência verbo-linguística

A linguística é uma área baseada na comunicação, mas não se limita à escrita ou à capacidade de expressão oral. As pessoas com essa inteligência costumam ter facilidade de entender e se comunicar com gestos também.

Assim, elas têm uma capacidade muito desenvolvida de se expressar de todas as formas e com análises e interpretações de linguagem e de gestos, incluindo o desenvolvimento de trabalhos que dependam da linguagem oral e escrita.

Por isso, aprender um novo idioma ou atuar como orador são tarefas prazerosas para esses indivíduos, sendo comum que se destaquem em áreas como direito, literatura, poesia, jornalismo, redação profissional e relações públicas.

Inteligência interpessoal

Esse é um tipo de inteligência bastante valorizado no ambiente corporativo. Ela tem a empatia como característica principal. Assim, envolve uma grande capacidade de interpretar sentimentos, desejos e até intenções, no contato com outras pessoas.

Desse modo, as pessoas que a desenvolvem costumam ter facilidade de se relacionar com outras e aprendem assim. Ou seja, é no contato humano e no trabalho em equipe que elas se desenvolvem.

Para que profissão esse tipo de capacidade é mais adequado? A psicologia deve ser a primeira em que você pensou, mas podemos incluir ainda as terapias no geral, medicina, compliance, gestão de pessoas e política.

Contudo, considere que a medicina e a política, por exemplo, também demandam outras inteligências, pois envolvem dois tipos bem particulares de ciência.

Inteligência intrapessoal

Se o termo “inter” se refere ao exterior, o “intra” está relacionado ao interior. Desse modo, a inteligência intrapessoal é uma capacidade que facilita o reconhecimento de si mesmo.

Os mesmos sentimentos, motivações e desejos identificados nos outros pelo inteligente interpessoal são percebidos em si mesmo pelo intrapessoal.

Com base nessa capacidade, fica mais fácil para as pessoas com essa característica se transformar e controlar vícios e emoções, pois elas percebem o que precisam mudar antes de qualquer outro indivíduo.

Curioso é que essa é uma inteligência multiprofissional, uma vez que o autoconhecimento tem valor para qualquer atividade.

Inteligência naturalista

O contato com a natureza é o ponto alto desse tipo de inteligência.

Para alguns, pode parecer estranho que ela traga vantagens, mas profissões relacionadas a biologia, geologia, climatologia e meteorologia são favorecidas pela capacidade de perceber e compreender o mundo natural.

Essa inteligência só foi incluída nos estudos de Gardner em 1995, quando ela passou a ser considerada com maior importância para nossa sobrevivência no futuro.

Inteligência corporal-cinestésica

Nesse caso, estamos falando da capacidade de controlar movimentos, equilíbrio, coordenação e expressão corporal.

As pessoas com essa inteligência aprendem mais facilmente com a experiência física e de movimento, toques e sensações. Desse modo, se favorecem em atividades esportivas, na dança e em profissões que dependam dela, como bombeiros, por exemplo.

Inteligência musical

Não é preciso dizer que esse é o tipo de inteligência de músicos, compositores e engenheiros acústicos, por exemplo.

Essas pessoas têm uma capacidade especial de identificar tipos diferentes de sons e reconhecer padrões rítmicos e sonoros, bem como de reproduzi-los.

A inteligência emocional

Embora não faça parte do estudo de Gardner, a inteligência emocional ganhou destaque no mundo dos negócios devido à sua importância para o sucesso.

Reconhecer o que sentimos e aprender a lidar com nossos sentimentos é um aprendizado fundamental para o sucesso em qualquer área.

A inteligência emocional envolve a resiliência, que é a capacidade de se adaptar aos problemas e superar os obstáculos impostos a todos nós pela realidade e pelo convívio. Quem possui inteligência emocional se envolve menos em conflitos desnecessários e assume uma atitude mais prudente em situações difíceis.

Para concluir nossa postagem, não poderíamos deixar de mencionar que os tipos de inteligência não são completamente natos, ou seja, aqueles que nascem conosco.

Algumas das habilidades que caracterizam cada padrão podem ser desenvolvidas e aprimoradas com nossa dedicação e esforço.

Agora, compartilhe esta postagem. Certamente o assunto interessa para vários de seus amigos e de suas amigas e esse é um bom tema para trocar opiniões.

Como a gestão de carreira pode mudar sua trajetória profissional?

No passado, os navegadores se orientavam em alto-mar de forma visual por meio do sol e das estrelas. Após um tempo, a bússola e depois o GPS passaram a ser importantes instrumentos para a definição de uma rota. Trazendo esses conceitos para o mundo corporativo, a gestão de carreira é como um “GPS” do profissional.

Mas o que é o gerenciamento de carreira? Como fazer uma estratégia profissional bem direcionada? Por que é importante ser flexível e mensurar cada etapa de um projeto de carreira? Essas e outras perguntas serão respondidas neste artigo. Acompanhe!

1. O que é gestão de carreira?

A prática da gestão de carreira é bastante utilizada nas organizações. Porém, em algumas empresas, ela inexiste. Diante disso, muitos profissionais perdem o rumo de sua trajetória empresarial, ficando “à deriva” no mercado de trabalho. Essa postura passiva é a receita para o insucesso.

Por outro lado, quando o trabalhador assume o controle do seu percurso profissional, seus esforços, objetivos e metas são canalizados para o fortalecimento do seu crescimento profissional.

Sendo assim, a pessoa torna-se gestora de sua própria trajetória. Com essa atitude, ela investe no autodesenvolvimento por meio da capacitação, entende bem o seu lugar em uma organização e sabe que rumo tomar para atingir um cargo mais alto.

Além disso, o profissional consegue conhecer suas habilidades e fraquezas. Desse modo, usa as competências para assegurar sua posição no mundo corporativo. E com algumas ações bem estudadas, minimiza as suas deficiências.

Foi essa autonomia que levou a executiva Diana Greene para o sucesso profissional. Ela é considerada uma das mulheres de negócio mais bem-sucedidas do meio empresarial.

Em uma entrevista para o site Business Inside, Diana Greene revelou que é fundamental planejar até as pequenas metas da carreira, pois essa atitude levará você ao objetivo final e o ajudará a enfrentar os percalços que aparecem no caminho.

Essa autodisciplina ajudou essa executiva a fundar a empresa VMware — corporação desenvolvedora de software. Atualmente, ela é a vice-presidente de negócios em nuvem da empresa Google. Diante desse exemplo, fica mais fácil perceber o valor de uma gestão de carreira, não acha?

2. Como um coaching de carreira pode ajudar?

Alguns profissionais têm muita dificuldade na administração do seu curso profissional. Nesse caso, a melhor opção é buscar ajuda de um coaching de carreira.

Esse olhar externo, experiente e habilidoso dará todo o suporte para a construção de uma trajetória estrategicamente direcionada.

Entre os serviços de um coaching de carreira, está o mapeamento do perfil profissional do indivíduo. Com base nessas informações, é possível saber com clareza as potencialidades e as deficiências da pessoa.

Por exemplo, talvez o profissional tenha alguns atributos inerentes de um líder, mas uma fraqueza que dificultaria a sua atuação na linha de frente da empresa. Em vista disso, o coach analisará como minimizar esse ponto fraco e reforçar as características positivas.

Além disso, o processo de coaching ajudará na definição de metas profissionais. Como já citado, se o profissional tiver capacidade de assumir um cargo de liderança, será feito um estudo para entender quais caminhos precisam ser percorridos para chegar a esse patamar.

Nesse plano, constarão as funções, o tipo de treinamento e capacitação, o tempo médio de experiência e as competências que precisam ser desenvolvidas em cada etapa da carreira.

Também estarão inclusos nesse planejamento os desafios que podem surgir e as táticas para suplantá-los. Durante o percurso desse projeto, o coach acompanhará e medirá o desempenho e o sucesso do profissional, ressaltando o que está indo bem e os aspectos que precisam ser aprimorados.

Todo esse auxílio do coaching de carreira dará mais segurança e tranquilidade para o profissional. Sendo assim, não haverá aquela sensação desconfortável de não saber que rumo tomar.

Com isso, a qualidade de vida melhora, o estresse diminui e o contentamento cresce, ao passo que a carreira flui em um ritmo constante e bem estruturado.

3. Como encontrar seu lugar na profissão?

Imagine uma gestora que deseja gerenciar a carreira sem contar diretamente com a empresa em que trabalha. Ela sabe de sua competência profissional, pois é devido a isso que está na função atual. Porém, seu desejo é atingir um cargo de diretoria.

Contudo, seu principal desafio é acelerar esse sonho. Afinal, ela percebe que os que atingiram esse nível na organização levaram muitas décadas para conseguir isso.

Essa gestora até tentou fazer um estudo sobre as competências que a empresa exige de um diretor, mas não conseguiu compreender bem os requisitos.

E, para piorar, a organização não possui um plano de carreira interno bem definido. Você se identificou com essa profissional? Então, vejamos como elaborar um curso estratégico personalizado dentro da sua profissão.

3.1. Definindo metas profissionais

É essencial estabelecer um objetivo que norteará todos os esforços da vida corporativa. Comece pensando em que função ou cargo gostaria de atuar nos próximos cinco anos.

Tente ser realista, ou seja, não estipule uma meta que seja impossível de atingir ou que exigirá esforços além de sua capacidade física, mental e profissional. Caso contrário, será muito frustrante e desanimador não cumprir o que foi estabelecido.

Mas como ser razoável? Voltemos ao exemplo da gestora. Como vimos, o objetivo dela é o cargo de diretora. Essa é uma meta coerente, pois é o próximo nível na hierarquia da organização. Sendo assim, não é algo muito distante.

Em vista disso, não será preciso um poder além do normal para cumprir essa meta. Talvez, ela precise apenas de uma especialização e também do desenvolvimento de alguns atributos que a habilitem para o cargo desejado.

3.2. Traçando um plano de ação

Depois da definição, chega o momento em que será preciso elaborar ações de curto, médio e longo prazo. Essa fase chama-se plano de ação. Para ter sucesso nessa etapa, é necessário organização, disciplina e sabedoria.

Mas que ações podem fazer parte desse planejamento? Vamos exemplificar: uma meta de curto prazo pode ser conversar com profissionais que estão na função que você deseja.

Pergunte a eles o que os ajudou a chegar a esse cargo. Talvez revelem um hábito que tiveram de desenvolver, uma formação educacional que obtiveram ou uma experiência profissional que foi decisiva para a promoção interna.

Tome nota de todas as sugestões e reflita em como elas podem ser inseridas na sua vida profissional. Nesse ponto, já é possível estruturar os passos de médio prazo. Por exemplo, digamos que tenha descoberto que as pessoas fluentes em um segundo idioma têm mais facilidade de receber uma promoção; então, faça o mesmo.

Inicie um curso de idiomas e planeje uma viagem de intercâmbio para o país que fala a língua que está aprendendo. Tenha por alvo conseguir a fluência. Entretanto, você talvez perceba que, mesmo com as qualificações necessárias, não será fácil atingir o cargo que deseja na empresa em que trabalha.

Ou, talvez, você queira uma vaga em outra organização que ofereça mais vantagens para os seus colaboradores. Essa pode ser uma meta de longo prazo. Nesse caso, será preciso conhecer melhor a política de contratação dessa organização.

É claro que esse é apenas um exemplo. Durante a elaboração do plano de ação, algumas práticas podem ser incluídas, outras precisarão ser ajustadas e, ainda, outras modificadas. Contudo, esse planejamento tornará a trajetória mais sólida.

3.3. Colocando em prática a gestão de carreira

Vamos agora entender a próxima etapa, ou seja, o momento da execução de uma meta da gestão de carreira. Para entender melhor, tomemos como exemplo a meta de longo prazo citada no subtítulo anterior — a mudança para outra instituição.

O primeiro passo envolve estudar tudo sobre a organização. Entre no site da empresa e conheça sua missão, valores e diretrizes institucionais. Descubra também o tipo de produto ou serviço produzido e a sua estratégia de atuação no mercado em que atua.

Após isso, tente se aprofundar no perfil de pessoas que a organização costuma contratar. Uma dica interessante é acessar uma rede social de profissionais, como o LinkedIn, e verificar as qualificações de alguns colaboradores dessa empresa para tentar adquiri-las também.

Após essa pesquisa, crie duas tabelas. Uma que aponte as competências que já possui e outra com as que precisa desenvolver. Essas informações serão as ações que darão forma para o seu plano de ação.

Em seguida, encontre uma inspiração, ou seja, um profissional bem-sucedido na área em que deseja atuar. Caso esse exemplo seja de um colaborador da empresa em que aspira a um cargo, será melhor ainda. Daí estude a postura e as atitudes que levaram esse profissional ao sucesso.

Não tenha medo de imitá-lo, mas tente não ser uma cópia idêntica dele. Dessa forma, você realizará um benchmarking pessoal. Essa estratégia tem a finalidade de aprender das boas práticas de modelos de sucesso do mundo corporativo.

Seria interessante também entender sobre o processo de recrutamento e seleção da empresa. Quando a instituição é bem organizada, tem etapas bem definidas para a contratação de novos colaboradores.

Essas fases incluem metodologias que ajudam na análise dos candidatos. Conhecê-las bem ajudará a atingir a sua meta do plano de ação.

4. Como acompanhar as etapas do processo de gestão de carreira?

Para descobrir como está o seu desempenho durante a trajetória na gestão de carreira, é preciso acompanhar de perto as etapas desse processo. Uma dica importante é estipular KPI’s (indicadores de desempenho) pessoais. Como assim?

Digamos que uma das fases da gestão de carreira envolva fazer uma pós-graduação na área de recursos humanos. Para mensurar o retorno que essa especialização está proporcionando para a sua vida empresarial, você pode acompanhar o nível de qualidade dos serviços prestados.

Talvez essa educação tenha ajudado a ser mais inovador e, como consequência, conseguiu implantar uma nova ferramenta virtual no negócio ou idealizou uma maneira mais ágil de realizar um serviço interno. Então, faça um registro com essas informações.

Ter esse panorama visual de seu exercício profissional será muito motivador para continuar avançando com o seu projeto de carreira. Outra área que precisa ser avaliada é aquisição de habilidades e competências.

Para isso, crie uma listagem com no máximo dez atributos que precisa desenvolver para elevar o seu nível profissional. Após isso, elabore um sistema de pontuação que demonstre o seu progresso com essas aptidões.

Por exemplo, caso você seja um gerente de RH e tenha facilidade com a gestão de pessoas, sua nota nesse quesito poderá ser 10. Por outro lado, se tem dificuldades com números, o conceito será 5. Essa é apenas uma sugestão, você tem a liberdade de criar o seu método de avaliação.

Muitas vezes, nossa visão pessoal é muito míope. Por isso, seria interessante entregar a sua listagem de habilidades para um colega de trabalho de confiança e pedir que pontue o seu desempenho em cada uma delas.

Fazendo assim, você obterá um feedback externo. Essa opinião valiosa abrirá seus olhos para detalhes que precisa aprimorar ou aspectos positivos que nunca imaginou que tivesse.

Agora que tem em mãos esse “boletim” profissional, fica mais fácil incluir estratégias que ajudem a melhorar sua pontuação. Quer um exemplo? Digamos que sua dificuldade é controlar os processos que estão sob sua responsabilidade.

Talvez um curso, uma palestra ou a leitura de um livro sobre esse assunto seja o necessário para dominar essa deficiência e entregar serviços de excelência. Por fim, existe um aspecto fundamental que precisa estar incluído em cada etapa da gestão de carreira: os prazos.

Lembre-se sempre de estipular uma data para o início e outra para o fim de uma fase do projeto profissional. Fazendo assim, você apressa o ritmo do curso da carreira. Caso contrário, o planejamento perderá o foco e seus esforços ficarão desorientados e com poucos resultados. E o desânimo logo tomará conta.

5. Como o networking pode ajudar?

Construir uma rede de relacionamento profissional é uma estratégia inteligente e necessária na gestão de carreira. Essa conexão com outras pessoas do mundo empresarial pode ser a ponte para boas oportunidades de emprego.

Alguns acreditam que, para conseguir se aproximar de outros profissionais, baste criar uma conta em uma rede social voltada para o ambiente de negócios e sair adicionando várias pessoas. Mas isso é um engano!

Embora o mundo virtual seja um excelente meio para encontrar pessoas compatíveis com o seu perfil profissional, essas interações precisam ser consistentes e constantes.

Uma regra que pode ser aplicada tanto nas relações profissionais físicas quanto virtuais é conhecer os contatos de amigos próximos. Feito isso, tente ajudá-los de alguma forma. Às vezes, um simples conselho ou uma orientação pode estreitar os laços de amizade.

E esse pode ser o caminho que precisa para conseguir aquela vaga de emprego que tanto deseja. Uma tática eficiente para atrair e conquistar novas amizades no meio empresarial é o marketing pessoal.

Para ter sucesso nessa estratégia, você pode usar as redes sociais para ganhar mais visibilidade profissional.

Nesses canais, é possível compartilhar conteúdos interessantes sobre a sua área, escrever sobre diversos assuntos, descrever habilidades, experiências e formação profissional.

Todas essas ações atrairão pessoas que se identificam com o seu perfil pessoal e novas conexões serão feitas. Não se esqueça da importância do bom conceito no mundo real.

Sendo assim, nos contatos diários com colegas de trabalho seja gentil, responsável, parceiro e honesto. Essas são riquezas que não podem ser compradas nem aprendidas em uma faculdade, mas fazem toda a diferença no relacionamento humano.

6. Qual é a importância da flexibilidade profissional?

Lembre-se de que vivemos em um mundo em constante transformação e que nossas vidas podem mudar de uma hora para outra. Esses imprevistos devem nos ensinar a ser flexíveis.

Pode acontecer a seguinte situação: depois de lutarmos muito para alcançar um determinado cargo, a tecnologia desenvolve uma aplicação virtual que automatiza os serviços que prestamos e ficamos sem o emprego.

Outra circunstância que pode alterar o curso de uma trajetória profissional é a frustração. Como assim? Mesmo conquistando a função que tanto queria, as responsabilidades e condições inerentes ao cargo podem deixar a pessoa desmotivada e com vontade de mudar de carreira.

Essas e outras situações testam a versatilidade do profissional, a consistência e a relevância do seu planejamento de carreira. Porém, em alguns casos, é possível se antecipar a esses cenários.

Por exemplo, durante o curso de uma meta profissional, é importante manter-se atualizado sobre as tendências de mercado. Para isso, leia sobre as novidades da sua profissão. Caso descubra um novo tipo de ferramenta de automação que foi desenvolvida, procure conhecê-la e até manuseá-la.

Se já estiver em um cargo que era o objetivo do seu plano de carreira, mas não está satisfeito, lembre-se de que o seu curso profissional não findou. Sendo assim, analise novas possibilidades e recomece o planejamento da gestão de carreira.

7. Quais dicas ajudam na elaboração de um plano de carreira?

Como vimos, alguns usam o processo de coaching de carreira, enquanto outros criam a sua própria trajetória profissional. Não importa o método escolhido, a elaboração segue algumas etapas fundamentais. Vejamos quais são elas.

7.1. Entenda como você é avaliado

Comece percebendo como os líderes de sua empresa avaliam os colaboradores. Desse modo, conseguirá entender quais métricas e indicadores os gestores utilizam para mensurar os resultados de um colaborador em determinado cargo ou função.

Além disso, converse com frequência com os seus gestores sobre o que acham do seu desempenho profissional. Aproveite e revele para eles suas metas pessoais dentro da empresa. Com esse direcionamento da liderança, ficará mais fácil descobrir se você está na trajetória correta.

7.2. Aplique as sugestões

Seja por meio de uma política interna de feedback ou por uma solicitação pessoal, os conselhos dados pela liderança devem ser registrados e aplicados imediatamente. É claro que pode haver algumas sugestões que não se aplicam na sua gestão de carreira.

Nesse caso, guarde-as, pois podem ser úteis no futuro. Quando os gestores observam que suas orientações estão sendo seguidas, é mais provável que fiquem motivados em oferecer mais feedbacks. Com isso, a sua gestão de carreira recebe uma consultoria constante e perita.

7.3. Seja eficiente em alguma área da empresa

Todo setor tem uma área mais carente de recursos e demandas eficientes. O que acha de detectar esse departamento e tentar buscar soluções para os desafios encontrados ali? Talvez um software para inovar e agilizar algumas tarefas?

Sendo assim, você pode estudar sobre essa tecnologia e sugerir a implantação dela. Caso consiga usar os seus recursos, talvez seja convocado para dar treinamento para os outros membros da equipe. Dessa forma, você abre novas oportunidades em sua carreira.

7.4. Tenha presença na organização

Participe de eventos corporativos, trabalhos voluntários e outras atividades que façam você ter contato com outros profissionais de dentro e de fora da empresa. Quanto mais você aparecer nessas ocasiões, mas será lembrado. Por que isso é importante?

Ampliar os seus limites profissionais ajudará incluir novas estratégias para o seu plano de carreira. Além disso, novas possibilidades se abrirão na sua trajetória profissional.

7.5. Escolha um conselheiro

Já mencionamos o valor de um coaching de carreira no curso da vida profissional. De modo similar, é possível conseguir um tutor pessoal dentro de sua empresa.

Comece listando as pessoas que mais admira na organização. Em seguida, escolha uma delas e peça ajuda. Além disso, você pode contar para ela os seus objetivos e os desafios de sua carreira e perguntar como ela conseguiu chegar ao cargo atual e quais problemas enfrentou.

Convide esse profissional para um almoço ou outro tipo de atividade. Aos poucos, poderá conquistar uma amizade que ajudará na gestão de sua carreira.

Existe uma frase que diz: “Não importa o caminho, se você não sabe aonde quer chegar”. Essa sentença não pode ser a descrição da carreira de um profissional. Muito pelo contrário, é preciso seguir o rumo certo.

Como vimos, planejando a trajetória de carreira fica mais fácil atingir o sucesso no mundo corporativo. E o resultado será a satisfação de conquistar os sonhos e ter uma bela história profissional.

O que achou de nosso artigo? Entendeu como a gestão de carreira pode transformar o seu rumo profissional? Então, conheça as certificações de projetos e processos mais relevantes para o crescimento profissional.

Ciclo de vida das organizações: como superar os desafios de cada fase?

Você administra um negócio e quer fazer sua empresa crescer, mas enfrenta muitos problemas no dia a dia? Algumas situações são comuns e fazem parte do ciclo de vida das organizações. Conforme a empresa cresce, desafios e oportunidades também mudam.

Cabe ao gestor fazer um monitoramento constante dos projetos para identificar o que precisa ser ajustado para alcançar a estabilidade e o sucesso.

Todavia, o ápice do negócio não pode ser visto como um motivo para ficar desatualizado em relação ao mercado, pois isso pode gerar consequências desastrosas. Quer saber em que fase de maturidade a sua companhia está e o que fazer para manter as atividades a todo vapor? Acompanhe!

Conceito de ciclo de vida de uma empresa

Uma organização passa por processos semelhantes aos dos seres vivos. Ela nasce, cresce, desenvolve-se, e se não houver um cuidado da gestão, morre. A grande diferença é que as companhias têm capacidade de se adaptar às mudanças do cotidiano e promover melhorias para continuarem no mercado por muitas gerações.

Seguindo esse raciocínio, a empresa precisa passar por avaliações e mudanças constantemente para levar propostas interessantes ao público-alvo. A cada novo desafio que surge, também aparecem os problemas a serem enfrentados.

Muitos deles são comuns para determinado ciclo empresarial, enquanto outros são oriundos de situações mais graves que não foram resolvidas no estágio anterior de desenvolvimento. Esses podem se tornar fatores patológicos e levar a companhia a fechar suas portas.

Cabe ao gestor, portanto, acompanhar o desempenho da organização, avaliar os problemas e buscar maneiras efetivas de resolvê-los. Entenda melhor sobre o ciclo das organizações!

Etapas do ciclo de vida das organizações

Em qual período de vida a sua empresa está? Acompanhe os estágios a seguir e faça um diagnóstico:

Namoro

Esse é o estágio inicial de qualquer empresa. É o período que surge a ideia de negócio e a pessoa precisa buscar informações para transformar o projeto em algo concreto.

Esse é o momento em que o fundador tem o compromisso de tornar o sonho realidade e assumir riscos, ou deixar a ideia morrer.

Infância

A etapa compreende o período inicial da companhia. Ela existe porque o fundador centraliza as informações e muitos trabalhos. A equipe profissional ainda é amadora e não tem processos definidos, pois todos estão aprendendo com os erros e acertos.

Muitas decisões são feitas por impulso, o que pode gerar algumas crises a serem enfrentadas. Devido às dificuldades iniciais e à falta de controle financeiro, muitas empresas encerram as atividades nesse estágio. Algumas permanecem nessa etapa por muitos anos, enquanto outras se fortalecem e seguem para a próxima fase.

Toca-toca

Nesse momento a ideia já está em pleno funcionamento e a empresa segue em ritmo acelerado, com boas vendas e produção. Geralmente, o sucesso vem muito da intuição e dedicação dos proprietários, que enxergam oportunidades onde outros só veem problemas.

Contudo, deve haver uma preocupação para não diversificar demais o ramo de negócios e perder o controle.

Outro fator complicador que pode surgir é a crença de que a empresa só funciona por causa dos gestores. Isso pode gerar uma baixa valorização da equipe profissional e pouco investimento em capacitação. A consequência disso pode ser a estagnação da companhia nesse estágio.

Adolescência

Da mesma forma que os jovens começam a se afastar dos pais e buscar o próprio espaço no período de adolescência, a empresa passa a ter um distanciamento maior do seu fundador.

Algumas tarefas começam a ser delegadas para outros profissionais, mas sem a criação de um processo. Isso gera conflitos entre as pessoas da velha e da nova geração (fundador e gerentes) e aplicação de mudanças nas metas empresariais.

Essa é uma etapa com muitas discussões e adaptações por parte da equipe. Quando o gestor consegue superar as divergências e promover alterações positivas, a companhia passa para a etapa seguinte de desenvolvimento. Em outros casos, a organização regride para a fase toca-toca.

Plenitude

Esse é o estágio em que há um equilíbrio maior na organização. Criam-se processos e estruturas organizacionais que funcionam e os gestores valorizam a capacitação profissional.

A equipe passa a ter mais autonomia para desenvolver as tarefas e alcançar as metas da organização.

Com planejamento e visão de futuro, o negócio passa a crescer e ter mais lucratividade. O grande desafio é o gestor não se acomodar para manter a inovação constante e continuar gerando negócios.

Estabilidade

A fase caracteriza o ápice empresarial, mas também a possibilidade de desaceleração. O negócio já cresceu, enfrentou muitos obstáculos e conta com uma boa cartela de clientes ou projetos.

Os processos são organizados e padronizados e isso traz segurança para o gestor. Existe um planejamento para ser seguido e um interesse constante em alcançar as metas. Apesar de positiva, essa prática também pode gerar perda de flexibilidade e falta de vontade de inovar, o que pode levar a companhia ao declínio.

Para evitar um processo de queda empresarial, é importante investir em tecnologia e capacitação profissional da equipe.

Aristocracia

A companhia tem dinheiro em caixa e o gestor faz investimentos em ferramentas de controle, benefícios aos colaboradores e mudanças nas instalações.

Geralmente, esse é o momento em que ocorrem fusões ou aquisições de outras empresas. A visão do negócio é manter as atividades, monitorar os processos e seguir com o trabalho, sem realizar mudanças bruscas nos produtos ou serviços oferecidos.

O gestor precisa ficar atento constantemente à organização e fazer diagnósticos para verificar a saúde do negócio. Também é necessário acompanhar o mercado para não ganhar um perfil conservador.

Burocracia incipiente

A empresa perdeu a capacidade de renovar seus projetos ou produtos e isso começa a gerar perdas financeiras. Os diretores começam a brigar entre eles para apontar culpados, em vez de se unirem para resolver o problema. É cada um tentando “salvar a própria pele”.

Muitos funcionários começam a ser demitidos e a organização perde muitos talentos.

Esse é o momento em que o proprietário precisa assumir o controle, fazer uma avaliação do negócio e promover mudanças significativas para evitar a morte da companhia. Muitas vezes, é fundamental buscar ajuda de uma consultoria externa para ter uma visão ampliada sobre o negócio.

Burocracia e morte

A burocracia excessiva, a falta de motivação dos gestores e a ausência de vontade de inovar prejudicam o desenvolvimento da companhia.

O gestor perde um pouco a autoridade e tem dificuldade para mudar o sistema organizacional.

Em muitos casos, a empresa não gera recursos suficientes para manter as atividades e falta controle financeiro. A única saída é tentar motivar a equipe, buscar um diferencial no mercado e inovar. Caso contrário, a companhia fechará as portas.

Essa é uma visão geral do ciclo de vida das organizações. Cada companhia tem a sua particularidade e o gestor deve ficar atento às características essenciais do negócio.

Portanto, procure acompanhar o mercado e promover a inovação na sua empresa. Gostou deste artigo? Aproveite para entender como o business intelligence pode dar suporte à sua gestão!

Como investir na sua ascensão profissional?

Você fez uma faculdade, conquistou um bom emprego e agora quer buscar sua ascensão profissional? Este é o momento de valorizar as qualidades e corrigir as falhas. Você precisa ter dedicação e paciência para subir todos os degraus da sua jornada, pois o sucesso não chega de uma hora para outra. Ele envolve muito trabalho, estudo e foco.

É importante planejar seu crescimento, traçar as estratégias e buscar uma capacitação para alcançar a tão sonhada oportunidade. Também é fundamental desenvolver um bom networking para contar com o apoio de outros profissionais. Quer saber como fazer para chegar lá? Confira as dicas!

Desafios para obter sucesso na vida profissional

A taxa de desemprego no Brasil atinge 13,1% da população. Os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) mostram que está cada vez mais difícil conquistar e manter uma vaga de trabalho.

A crise econômica no Brasil prejudicou variados setores econômicos e gerou a demissão de muitos trabalhadores, desde os que têm experiência e qualificação até os que atuam em funções mais operacionais. Isso deixa o cenário difícil para quem busca crescimento profissional.

A alta concorrência no mercado exige mais do que conhecimento técnico para exercer uma função. O profissional precisa saber inovar, apresentar suas ideias com clareza e buscar conhecimento em áreas correlatas à sua atuação.

Entenda mais no próximo tópico!

Estratégias para buscar ascensão profissional

Você quer crescer na empresa, mas não sabe o que fazer para conquistar o tão sonhado cargo? Confira as dicas a seguir!

Tenha uma rede de contatos

Conexão é tudo nos dias de hoje. Seja pelas redes sociais como LinkedIn e Facebook ou plataformas de comunicação como o WhatsApp, o profissional precisa ser visto e lembrado.

Por isso, é muito importante ter uma conta ativa nessas ferramentas e manter contato com colegas de faculdade, professores e profissionais da mesma área. Isso ajuda manter o diálogo com pessoas de diferentes meios e acompanhar o que acontece ao seu redor.

Ter um networking qualificado é uma excelente estratégia para buscar ascensão na carreira, mas é importante entender que esse é um caminho de mão dupla. Você precisa trocar informações, repassar conhecimento e compartilhar experiências, e não apenas receber.

Você pode participar de grupos de discussão sobre temas específicos relacionados ao seu dia a dia e compartilhar suas ideias. Lembre-se de agir com ética e responsabilidade, pois a sua maneira de dialogar nas redes fala muito sobre você.

Defina os objetivos profissionais

O que você quer para a carreira daqui a 5 ou 10 anos? É importante definir aonde você quer chegar para traçar todos os caminhos que deve percorrer. Essa decisão impactará diretamente suas atitudes no dia a dia e projetos a serem desenvolvidos.

Por exemplo: um estudante de medicina que pretende ser pediatra sabe que não basta concluir a faculdade. Ele precisa estudar para passar no curso e na residência médica e depois trabalhar muito para ter os próprios pacientes. Provavelmente, esse jovem deixará de sair com os amigos em muitos finais de semana para dedicar horas aos livros e à prática da profissão.

Dependendo do seu objetivo profissional, será preciso dispensar muitas horas em cursos e palestras, buscar conhecimento em línguas estrangeiras e outras situações que vão exigir tempo e dedicação. Quanto antes você traçar a sua meta, mais cedo poderá se dedicar ao seu desenvolvimento.

Crie um plano de carreira

Outro aspecto importante para quem busca ascensão profissional é a criação de um plano de carreira. Faça uma avaliação sobre como está no momento e quais são as etapas necessárias para alcançar o objetivo final.

Por exemplo: um profissional que pretende alcançar o cargo de diretor de recrutamento e seleção e atualmente tem uma função de analista, precisa especificar todas as estratégias a serem adotadas para chegar lá. Isso envolve cursos de capacitação, workshops, aperfeiçoamento pessoal, técnicas para seleção de candidatos, entre outras questões.

Esse planejamento ajudará você a escalar os degraus necessários para chegar ao topo. Ao separar o processo em pequenas etapas, você se sentirá motivado para focar no que realmente importa: o tão sonhado cargo.

Aprimore suas competências

Uma característica muito importante no âmbito das organizações é a inteligência emocional. Muitos profissionais têm conhecimento técnico, mas não sabem manter a tranquilidade em momentos de pressão e tomada de decisão.

Trabalhar os aspectos emocionais é muito importante para quem deseja progredir na carreira. O trabalhador precisa saber dialogar com as pessoas, delegar tarefas, aceitar críticas e agir com profissionalismo em momentos de tensão e conflito. Para isso, é importante buscar o autoconhecimento e identificar os seus pontos fracos e fortes.

Além do mais, você precisa aprimorar as suas habilidades de comunicação, liderança e gestão de equipes, pois essas características são valorizadas nos altos cargos empresariais.

Busque capacitação profissional

Uma graduação não é mais suficiente. Quem busca ascensão profissional deve estar disposto a se aprimorar constantemente. A tecnologia muda e novos processos surgem no mercado de trabalho e você precisa acompanhar isso.

O trabalho é árduo e o estudo deve ser contínuo, seja ele voltado a cursos de atualização e pós-graduação ou à participação em eventos da área.

Grandes empresas também costumam ter negócios fora do Brasil, o que demanda conhecimento em línguas estrangeiras. É importante investir em si mesmo e aprender o máximo que puder para estar à frente da concorrência.

Cuide da sua postura no ambiente de trabalho

Fique atento às regras do ambiente empresarial e siga as práticas de boa conduta. A companhia exige que você use um traje específico? Você precisa respeitar e cumprir a norma.

Também é importante evitar participar de conflitos e fofocas na empresa. Isso prejudica a sua imagem perante os gestores e compromete a produtividade. É fundamental saber agir com cordialidade e de acordo com a cultura da organização.

Cuide da sua imagem pessoal, inclusive nas publicações que faz nas suas redes sociais. Colocar determinadas opiniões sobre a empresa ou um colega de trabalho pode gerar demissão por justa causa e prejudicar o seu desenvolvimento profissional.

Pronto! Agora você já sabe que medidas adotar para buscar a ascensão profissional. Lembre-se de nunca parar de estudar e mantenha uma postura adequada na empresa e nas redes sociais.

Gostou das dicas do nosso artigo? Então, compartilhe-o nas redes sociais e ajude os seus amigos a conquistarem o crescimento na carreira!

Planejamento na gestão pública: entenda definitivamente como fazer!

Imagine uma embarcação sendo jogada de um lado para o outro no meio de uma tempestade em pleno mar. Para piorar, o capitão não tem ideia sobre que rumo tomar para chegar à terra firme, ou seja, o barco está à deriva. Dá uma agonia só de pensar nesse cenário, não é? Porém, é isso que acontece com a falta de planejamento na gestão pública.

Mas nem tudo está perdido! Com algumas atitudes é possível acalmar essa tempestade. Para ajudar, abordaremos neste texto o conceito de planejamento estratégico, qual é a sua importância e como pode ser estruturado na gestão pública. Boa leitura!

O que é o planejamento estratégico?

Planejar significa criar um plano para atingir de modo mais rápido determinado objetivo. Sendo assim, cada etapa e ação dentro de um projeto são previamente analisadas, formando uma “linha reta” que a equipe deverá percorrer até que o final.

Normalmente, durante a construção de um planejamento estratégico, algumas perguntas precisam ser respondidas, por exemplo:

  • Qual é a realidade da empresa?
  • Quais são as metas para o longo prazo?
  • Como está o mercado em que a empresa atua?
  • O que será feito para atingir os objetivos traçados?

Diante das respostas, são definidos:

  • os recursos e ferramentas que serão utilizados;
  • as habilidades e competências que a equipe deverá possuir;
  • os setores que estarão diretamente envolvidos;
  • os meios para a mensuração de resultados;
  • o prazo para o cumprimento de cada etapa do processo.

Não importa se a instituição é de pequeno, médio ou grande porte, nem do setor público ou privado — é imprescindível que direcione o rumo do seu negócio. No entanto, é percebida uma carência maior de planejamento estratégico na gestão pública. Será que essa área precisa desse processo? Vejamos no próximo tópico.

Qual a importância de fazer o planejamento na gestão pública?

Na página 39 do livro “Planejamento estratégico”, Idalberto Chiavenato — autor renomado da área de administração de empresas e recursos humanos — ressaltou, em outras palavras, que o planejamento deve maximizar os resultados e diminuir as carências da instituição. Além disso, definiu alguns critérios para a avaliação de uma gestão. São eles:

  • eficiência;
  • eficácia;
  • efetividade.

Pensando na gestão pública, podemos perceber que esses critérios são extremamente necessários. Como assim? Analise os desafios que um gestor dessa área tem. Ele precisa ter competência técnica e responsabilidade e entender quais são os principais problemas e necessidades do âmbito em que atua.

Tomemos como exemplo um gestor municipal. Quais são as suas atribuições? Para citar apenas algumas, são: limpeza, iluminação e manutenção das vias públicas, geração de empregos, controle das receitas e despesas, desenvolvimento da cultura e esporte, entre outros.

Para que toda essa estrutura governamental funcione bem, a cada primeiro ano de mandato esses gestores devem prover um instrumento público chamado PPA (Plano Plurianual), que está regulamentado na constituição federal, artigo 165.

No PPA é definido o planejamento estratégico dos próximos quatro anos. Nele devem estar contidas as metas físicas e financeiras para que o orçamento público seja utilizado em prol da melhoria dos serviços disponibilizados à população.

Devido a esse processo, todos são beneficiados, desde a alta gestão até os usuários dos serviços da instituição pública, uma vez que toda a cadeia administrativa funciona com eficiência.

Em uma esfera menor, como um departamento de RH de uma empresa pública, o mesmo planejamento estratégico se faz necessário. Para diminuir processos manuais e morosos, os gestores podem adotar um software que automatize alguns serviços da equipe.

Pensando na qualificação dos profissionais internos, um programa de treinamento bem elaborado pode ser disponibilizado. Até mesmo uma empresa de consultoria especializada em elaboração de estratégias pode ser contratada para ajudar na construção do planejamento.

Diante dessas ações, o RH se torna um órgão ativo e relevante na empresa. O resultado disso são profissionais mais produtivos, motivados e engajados com os serviços que prestam.

Quais são as diferenças entre o planejamento no setor público e no privado?

As informações abordadas nos tópicos anteriores são aplicadas tanto na gestão pública como na privada. Afinal, ambas são responsáveis pelo fornecimento de algum tipo de serviço, que, para ser bem entregue ao consumidor, precisa estar embasado em um planejamento estratégico.

Porém, há distinções entre a forma como cada tipo de instituição aplicará seu planejamento. No caso das empresas públicas, a missão principal é cumprir a sua atribuição, ou seja, o objetivo pelo qual foi criada.

Geralmente, esse propósito é prestar serviços coletivos e complementares para uma parcela da população. Sendo assim, o planejamento estratégico de uma organização pública não será voltado para o crescimento competitivo e nem avaliado por mensurações de ganhos e perdas financeiras.

Pelo contrário: visará a melhoria do desempenho das atividades que a instituição presta. Por outro lado, uma empresa privada possui diversos alvos que envolvem metas econômicas, financeiras e de consolidação no mercado em que atuam.

Isso se faz necessário por que esse tipo de instituição vive em um ambiente corporativo muito competitivo no qual a conquista e a permanência em uma fatia de determinado público são decisivas para a sua sobrevivência.

Para esclarecer melhor esse assunto, voltemos ao exemplo citado no tópico anterior: o RH de uma empresa pública. Como vimos, o gestor pode buscar ferramentas inovadoras, implantar um programa de treinamento ou contratar uma empresa de consultoria para otimizar as demandas da área. Seu objetivo será melhorar o desempenho do setor.

Em contrapartida, o RH de uma empresa privada talvez adote os mesmos processos, mas no uso de ferramentas inovadoras, por exemplo, incluirá um software de business intelligence (BI) para monitorar o comportamento da concorrência e do público-alvo.

Além disso, no programa de treinamento, a companhia ajudará os colaboradores a ter uma visão ampla dos negócios — e cada membro desse time será estrategicamente alocado em uma função compatível com a sua competência para que faça os resultados da empresa dispararem.

Quais são os principais desafios da gestão pública?

A gestão pública é um órgão complexo com uma infinidade de necessidades prementes. Porém, elencaremos os principais obstáculos enfrentados pelas empresas desse setor na atualidade. Vamos lá:

Falta de projetos em longo prazo

Infelizmente, o velho hábito brasileiro de deixar tarefas importantes para a última hora é muito evidente em instituições públicas. Acrescente a isso a prática de resolver apenas os problemas que aparecem, ou seja, “apagar incêndios”.

Essas situações geram o atrelamento das demandas e a falta de direção da equipe interna. Sendo assim, não há projetos a alcançar e inexiste a materialização de metas e estratégias.

Recursos financeiros mal investidos

A falta de visão futura incentiva a má distribuição de recursos financeiros. Às vezes, uma área que precisa de capital para inovar os seus equipamentos tecnológicos ou melhorar um serviço não recebe esse investimento.

Por outro lado, outro setor que exerce uma atividade menos onerosa acaba acumulando reservas monetárias que dificilmente serão utilizadas. Entretanto, mesmo que o dinheiro seja disponibilizado para o lugar certo, há ainda a dificuldade em injetá-lo em procedimentos corretos.

Por exemplo, de nada adiantaria a instituição adquirir servidores virtuais de alto poder de armazenamento e desempenho se não tem a perspectiva de usar nem 20% dessa máquina.

Escassez de indicadores

Normalmente, o único indicador existente em uma empresa pública é o orçamentário. Desse modo, a saída para a solução de qualquer problema é ter mais dinheiro. O resultado disso é o gasto crônico de recursos e o endividamento da instituição.

Podemos comparar essa situação com um piloto de avião que só tem em seu painel de comando o ponteiro que demonstra a quantidade armazenada de combustível. O que acontecerá se houver um problema de aquecimento no motor? Será um desastre.

Por outro lado, quando há mais indicadores na empresa, em vez de enxergar apenas quanto dinheiro tem para gastar, o gestor entende melhor qual é o problema e como gerenciá-lo.

Alta burocracia

A burocracia é um fantasma que assola o nosso país há várias décadas, que resulta em processos truncados, bastante difíceis de entender e praticar. Além disso, essa tendência desestimula o pessoal que trabalha nos órgãos públicos e impede que façam serviços de excelência.

Acrescente a isso o tempo perdido com a burocracia. De acordo com um artigo da revista Época, de 2017, a quantidade de horas gastas com procedimentos cheios de formalidades custa mais caro para o Brasil do que os impostos.

Inovação em ritmo lento

Não é raro observarmos em algumas instituições públicas um grande atraso em relação às novas ferramentas disponibilizadas pela tecnologia. Devido a isso, assistimos setores públicos trabalhando como há trinta anos.

Esse comportamento é o oposto da disrupção digital (evolução virtual) tão presente nas empresas privadas. Desse modo, há uma perda de produtividade, conectividade, padronização e eficiência dos serviços prestados.

Além disso, muitos gastos poderiam ser enxugados com a implantação de aplicações virtuais — o que impactaria diretamente na estrutura organizacional, pois haveria uma captação de recursos para investimentos importantes.

Pagamentos mal gerenciados

No âmbito da área de recursos humanos há uma função que é feita de maneira incorreta: a gestão da folha de pagamento. Segundo a lei de responsabilidade fiscal (LRF), também conhecida como lei complementar 101/00, o gasto com a folha de pagamento de uma entidade pública não deve ultrapassar 50% dos recursos internos.

Entretanto, a falta de atualização, de auditoria e de uma política de cargos e salários faz com que a administração dos honorários seja ineficiente e extrapole o limite de custos apontados pela legislação.

Afinal, com a folha de pagamento defasada, é fácil o RH contratar mais pessoas para trabalhar sem imaginar que a empresa não tem mais capital disponível para pagar os salários.

Todos esses obstáculos apresentados até aqui podem ser suprimidos e até extintos com a implantação do planejamento na gestão pública. Gostaria de aprender como realizá-lo? Acompanhe!

Como fazer o planejamento estratégico de forma eficiente?

Agora vamos sair da parte teórica do planejamento estratégico e ir para a prática, ou seja, “colocar a mão na massa”. Para isso, montamos um passo a passo muito prático de entender. Vejamos:

Diagnóstico

Nessa etapa é feito um levantamento e um estudo sobre a realidade atual do negócio. É um tipo de raio-x que exporá todos os aspectos importantes para um planejamento eficaz.

Com isso será analisado:

  • o orçamento que será gasto com as mudanças;
  • a situação da reserva financeira;
  • a contabilidade e o patrimônio;
  • os contratos;
  • os stakeholders (funcionários, parceiros e usuários dos serviços da instituição);
  • os investimentos.

Outros pontos serão delineados, como:

  • a missão da organização, ou seja, a razão de ela existir;
  • a visão sobre aonde a instituição quer chegar;
  • os valores que servem como um guia para o comportamento e atitudes dos funcionários para atingir a estratégia da empresa.

Existe também uma avaliação muito comum feita nas empresas privadas que, com algumas adaptações, pode ser realizada em uma instituição pública. Essa análise se chama SWOT, sigla em inglês que significa: strenghts (forças), weaknesses (fraquezas), opportunities (oportunidades) e threats (ameaças).

Como a SWOT funciona na prática? É bem simples: um gestor atento identificará qual é a força da instituição pública. Por exemplo, uma equipe interna altamente profissional e produtiva.

Em seguida, reconhecerá as fraquezas — talvez a falta de ferramentas virtuais que automatizem processos do cotidiano. Daí verá as oportunidades, que podem ser o fechamento de um contrato com uma empresa que forneça essas soluções tecnológicas.

E, por fim, discernirá as ameaças, como a falta de recursos financeiros ou a resistência dos funcionários mais antigos em se adaptar a mecanismos modernos de automação de tarefas.

Essa é apenas uma simulação. É obvio que esse estudo será bem mais aprofundado e direcionado para as necessidades específicas de cada companhia.

Planos de ação

Com todas as informações recolhidas, os gestores poderão criar um plano de ação, ou seja, maneiras para que as metas e estratégias sejam atingidas. A princípio esse projeto enfrentará os desafios e as ineficiências identificadas.

Feito isso, serão estruturadas as ações que levarão ao cumprimento dos objetivos do planejamento estratégico. Além disso, são definidos os prazos para o avanço do plano de ação — esses períodos serão de curto, médio e longo prazo.

Para isso, o gestor poderá usar um quadro que demonstre para a equipe a linha do tempo para o cumprimento do planejamento. Essa atitude contribuirá para a motivação de todos. É importante lembrar que a capacidade de executar um plano é mais relevante do que a própria estratégia.

Metodologia

Existem algumas metodologias indicadas para a construção de um planejamento estratégico. No entanto, abordaremos uma muito eficiente: a balanced scorecard. Ela é dividida em quatro pilares, que são:

  • perspectiva financeira — rentabilidade que o planejamento pode trazer para a instituição;
  • perspectiva de mercado — visa o estabelecimento do valor que a empresa pública quer entregar para os cidadãos, como a praticidade dos serviços online;
  • processos internos — refere-se aos indicadores que serão utilizados para reconhecer o desempenho da equipe, a redução de custos com processos e a rapidez na entrega das tarefas;
  • recursos — diz respeito ao capital humano, eficiência operacional e excelência nos serviços.

Depois dessa definição, a metodologia ainda ajuda a traçar outros quatro objetivos:

  • financeiros;
  • internos;
  • aprendizado;
  • externos.

Podemos citar ainda outro método conhecido como teoria da gestão por objetivos, ou SMART. Cada uma dessas letras significa um dos pilares desse modelo, sendo:

  • S (specific ou específico): indica que a meta deve ser específica e clara;
  • M (measurable ou mensurável): é sobre possuir indicadores que demonstrem se a equipe está indo na direção correta;
  • A (achievable ou atingível): demonstra que as metas podem ser desafiadoras, mas não impossíveis de serem alcançadas no prazo estabelecido;
  • R (relevant ou relevante): aponta que uma meta precisa estar em conformidade com a estratégia a ser alcançada — do contrário, precisa ser revisada;
  • T (time-based ou tempo estabelecido): é a necessidade de um prazo que faça com que não seja perdido o foco das ações — por isso, esse período deve ser bem gerenciado para não ser ultrapassado.

Monitoramento

Essa etapa envolve manter o controle sobre o andamento do planejamento na gestão pública. Quando isso é feito, a empresa consegue incentivar a melhoria das ações, fornecer dados que impactam as atividades e gerar informações para que os gestores tomem boas decisões.

Mas como fazer esse controle? Podemos dividi-lo assim:

  • verificar se as atividades estão dentro dos parâmetros estabelecidos — uma técnica boa é o uso de feedbacks que podem ser fornecidos em reuniões regulares com a equipe;
  • garantir que as ações estejam unificadas com os valores da empresa pública;
  • avaliar a capacidade de alcançar as metas que podem ser feitas por meio de relatórios de desempenho da equipe;
  • identificar problemas que precisem ser removidos ou que indiquem que uma tarefa precisa ser modificada.

Com respeito a esse último item, o gestor pode perceber que para que o planejamento estratégico seja mais eficiente é preciso a contratação de uma companhia especializada.

Que ferramentas usar para o planejamento estratégico na gestão pública?

A tecnologia oferece inúmeras ferramentas para o planejamento estratégico na gestão pública. O objetivo é tornar os processos mais ágeis e, assim, alcançar com máxima precisão as metas estabelecidas.

Essa implementação de aparatos virtuais se chama governança eletrônica e abrange todas as áreas de uma empresa pública, como: a tramitação de documentos, a recolocação de servidores públicos em funções estratégicas, a segurança da informação, entre outras funcionalidades.

Existe um tipo de aplicação virtual chamado software de gestão de processos que automatiza todas essas tarefas, pois utiliza técnicas BPM (Business Process Management). Vamos entender mais a fundo os recursos dessa tecnologia.

Gestão de ações e projetos prioritários

Esse módulo auxilia a empresa pública na gestão de investimentos e controle dos gastos. Além disso, administra a execução das ações e programas orçamentários anuais.

Outra função desse recurso é programar e acompanhar o financeiro. Desse modo, o gestor consegue monitorar, controlar e focar na transparência dos resultados por meio do georreferenciamento das ações e projetos relevantes.

Gestão orçamentária

Essa funcionalidade garante a elaboração dos instrumentos legais: Plano Plurianual (PPA), Lei Orçamentária Anual (LOA) e Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), além do acompanhamento de todas as legalidades previstas em lei federal, portarias do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Secretaria do Tesouro Nacional e a Lei da Responsabilidade Fiscal.

Gestão de contratos e convênios

Administra e gerencia todos os contratos e convênios celebrados pelo órgão público e fornecedores ou conveniados. Sendo assim, esse módulo registra o valor do contrato, acompanha o saldo dos aditivos, das liquidações, dos empenhos e dos pagamentos, entre outras tarefas.

Gestão de compras e licitações

Essa funcionalidade foi elaborada visando oferecer maior eficiência e reduzir o período para a realização de um processo licitatório. Respeitando a legislação, esse recurso disponibiliza um grupo de licitações.

Ademais, para os órgãos públicos há uma ferramenta que integra as etapas do processo licitatório. Desse modo, a empresa consegue acompanhar todas as fases e ter o histórico e localização do processo.

Gestão de frotas

Caso a instituição pública possua veículos, esse recurso ajudará no sistema de utilização e manutenção deles. Com isso, consegue-se um uso eficiente desse meio de transporte.

Outro benefício é a identificação das viagens, das rotas mais utilizadas, da quilometragem do veículo e dos setores que mais solicitam esse transporte.

Sistema de protocolo único

Cada processo recebido pela entidade pública é digitalizado e tramitado por meio do sistema digital. Essa função otimiza o tempo de prosseguimento e de resposta da instituição.

Gerenciamento eletrônico de documentos (GED)

Essa tecnologia fornece as técnicas necessárias para o gerenciamento, o compartilhamento e a organização dos documentos da empresa. Além disso, qualquer formato de arquivo pode ser gerenciado pelo sistema documental.

Diante de todas as orientações apresentadas neste artigo, uma instituição pública não precisa mais ficar perdida como uma embarcação sem rumo. Pelo contrário: com a implantação de um planejamento estratégico, é possível alcançar a excelência nas demandas internas.

Dessa forma, uma empresa pública pode se tornar referência nos serviços que presta trazendo muito orgulho para gestores, funcionários e cidadãos do país, deixando para trás o conceito negativo que a sociedade tem sobre esse setor.

Gostou de nosso conteúdo? Entendeu como o planejamento na gestão pública é um algo que precisa ser feito? Aproveite e compreenda a importância do monitoramento de projetos na administração pública. Você vai gostar dessa informação!

Metodologia OKR: o que é e como implementá-la em sua gestão?

Elaborar boas metas para a empresa é sempre um desafio, não concorda? Se fosse algo fácil, não haveria tantos métodos e teorias sobre o tema. No meio de tanta informação, qual seria uma das técnicas mais eficientes? A metodologia OKR.

Você já ouviu falar nela? Gostaria de descobrir os benefícios que essa metodologia pode trazer para os processos internos de sua empresa? Então, você está no lugar certo. Acompanhe nosso artigo!

O que é a metodologia OKR?

Uma gestora queria muito tornar o seu trabalho mais estratégico. Para isso, lia muitos artigos na internet buscando se qualificar e tentava aplicar esse conhecimento na empresa. No entanto, ela encontrava muitos percalços pelo caminho, como:

  • processos mal estruturados;
  • projetos sem rumo definido;
  • falta de colaboração dos funcionários;
  • insatisfação dos clientes.

Em vista disso, ela fica desanimada e sem esperança. Por que estamos contando essa história? Queremos mostrar como essa situação comum pode ser revertida com o uso do OKR.

Em inglês, a sigla OKR significa Objectives and Key Results — o que em português seria algo parecido com “objetivos principais de uma empresa”. Resumindo, a metodologia garante que todos os colaboradores caminhem na mesma direção, com prioridades bem definidas e em um ritmo progressivo.

Destrinchando esse conceito, percebemos que são dois os componentes principais:

  • objectives (ou objetivos), que são detalhamentos qualitativos de uma meta que o negócio deseja alcançar;
  • key results (ou resultados), envolvendo um conjunto de métricas que mensuram a evolução do projeto em direção ao seu alvo.

Conseguiu entender? Bem, um exemplo pode ajudar. Digamos que a gestora já citada tenha em mente um propósito incrível: encantar os seus clientes. Isso é maravilhoso, mas, como atingir essa finalidade?

Em uma reunião com os gestores, ela apresenta um relatório do Net Promoter Score (indicador de satisfação e lealdade de clientes) e da taxa de recompra. Essa informação revelou que os consumidores são fiéis à marca.

Todos ficam animados e começam a pensar em maneiras de adquirir novos clientes e surpreender os atuais para engajá-los ainda mais. Contudo, a empresa não pode gastar muito do seu orçamento com esse processo.

Pronto! Está estabelecido o OKR, que fica assim:

  • objetivo: encantar os clientes por meio de uma experiência de compra incrível;
  • resultado: melhorar o Net Promoter Score, aumentar a taxa de recompra e conservar o custo de aquisição e retenção de clientes em até determinado valor.

Como implantá-la na empresa?

Todos no mundo corporativo admiram a empresa Google — e não é à toa, afinal, ela é um exemplo de sucesso. Mas, sabia que um dos segredos para esse êxito é a metodologia OKR?

Pois é, essa técnica foi implantada na empresa desde 1999 e, até hoje, vem produzindo frutos saudáveis para a marca. A seguir, vamos ver alguns passos para que você também implante o OKR e tenha bons resultados na sua empresa:

Envolva os funcionários

Normalmente, a formação de metas de uma organização é feita em reuniões da classe executiva e depois apresentada para o restante dos colaboradores. Nesse modelo tradicional, somente um grupo tem poder de opinião. Será que essa prática funciona?

Pode até ter um bom resultado, mas não atingirá a excelência. Isso porque, quanto mais pessoas expressarem seu ponto de vista sobre um projeto, maior será a sua eficiência.

Sendo assim, a metodologia OKR é feita utilizando a técnica top-down e bottom-up, ou seja, os líderes e gestores contribuem com 40% da elaboração dos objetivos e os outros membros da equipe com 60%.

Essa amplitude de opiniões faz com que todos se sintam parte de um projeto. Como resultado, os colaboradores se tornam mais engajados e motivados para que a meta seja alcançada.

Pense nos clientes

O público-alvo da empresa também pode ajudar na implantação do OKR. Como assim? Voltemos ao exemplo citado no tópico anterior. Vimos que o objetivo dos gestores é surpreender os seus clientes, certo?

Não acha que uma boa maneira de conseguir isso é descobrindo dos próprios consumidores o que agrada a eles? Certamente. Para isso, esses gestores podem usar as práticas do marketing de relacionamento, como:

  • pesquisas de opinião;
  • produção de conteúdo para mídias digitais;
  • personalização do relacionamento com o cliente.

Imagine a alegria dos consumidores ao notarem que a empresa está preocupada com as suas necessidades e que está falando diretamente com eles. A consequência é o encantamento.

Acompanhe os resultados

É imprescindível mensurar os resultados para garantir a consistência e o ritmo do avanço do projeto. Essa prática pode ser feita semanalmente para que as deficiências sejam identificadas e ajustadas com rapidez.

Mas, quais KPIs (indicadores de desempenho) utilizar? É claro que isso vai variar de acordo com a meta. No exemplo que estamos abordando, encantar clientes, os ponteiros para medir resultados serão:

  • número de vendas;
  • taxa de leads;
  • taxa de conversão;
  • taxa de churn;
  • Net Promoter Score.

Estabeleça prazos

O que acontece quando você tem uma tarefa a realizar, mas não possui um prazo para entregá-la? Geralmente, ocorre a procrastinação ou o abandono do trabalho. De modo similar, para ter sucesso com a metodologia OKR, é preciso estabelecer um prazo para atingir uma meta.

Esse limite não deve ser curto demais, senão os envolvidos ficarão estressados, nem longo demais, o que acarretará perda do foco do projeto. Quer uma dica? Faça um benchmarking, ou seja, procure saber como outras empresas de sucesso estabelecem os seus prazos.

Então, “espie a grama do vizinho”, mas não o copie. Ao contrário, você deve adaptar essas boas atitudes nos moldes de sua organização.

Seja transparente

A transparência é crucial para que a estratégia OKR seja bem-sucedida. Como vimos, todos os membros de uma equipe opinam sobre uma meta, então, ninguém deve ficar desinformado sobre o andamento do projeto.

Dessa forma, o time inteiro continuará moldando o objetivo, aparando as suas arestas soltas e amarrando as práticas mais eficientes.

Enfim, cada método sugerido apresenta benefícios para uma empresa, porém, o OKR tornou-se o mais querido pelas organizações modernas. Tente inseri-lo no seu negócio. Temos certeza de que terá muitas razões para comemorar!

O que achou do nosso artigo? Gostou de conhecer a metodologia OKR? Então, deixe que os seus amigos leiam esse conteúdo também. Compartilhe o post com eles nas redes sociais!

Governança corporativa de TI: um fator importante no favorecimento de negócios

Quais são as metas da sua empresa? Aumentar os lucros, ter maior controle dos processos internos e automatizá-los? Não importa qual seja o objetivo a alcançar, sem uma governança corporativa de TI o caminho a percorrer será mais difícil.

E o que é a governança corporativa de TI? Como ela influencia a gestão de uma empresa? Que benefícios traz e como implantá-la na companhia? Essas perguntas serão respondidas neste artigo. Acompanhe o texto!

O que é governança corporativa de TI?

A governança corporativa de TI é um processo que engloba as estratégias de utilização atual e futura da TI.

Sendo assim, a empresa dirige, controla e avalia a melhor maneira de operar a TI para que dê o suporte necessário a fim de atingir as metas do negócio.

Além disso, a governança envolve monitorar a estrutura de TI para prever possíveis ajustes que precisam ser feitos a curto, médio e longo prazo.

Quais são os objetivos e pilares da governança corporativa de TI?

Para conhecer melhor o propósito da governança corporativa de TI, é essencial analisar os principais frameworks (conjunto de orientações que indicam as boas práticas nos processos de TI), pois eles são os pilares para a construção de uma estratégia eficiente desse processo.

Atualmente, o ITIL v3 e o Cobit v5 são os mais utilizados. O segundo apresenta o que a empresa deve fazer, enquanto o primeiro ensina como realizar a governança, ou seja, tem aplicação mais prática.

No caso do Cobit v5, os seus princípios essenciais para uma boa governança de TI são:

  • satisfazer as necessidades das pessoas que utilizam a TI;
  • atingir todos os setores de uma organização;
  • utilizar um framework integrado e único;
  • permitir uma visão holística; 
  • separar governança de gerenciamento.

Os dois primeiros princípios têm como foco o alinhamento estratégico da TI com a governança corporativa da empresa. Nesse caso, é avaliado como a TI pode fornecer um valor real para a organização e, assim, todos os processos serem orientados para a mesma finalidade.

Já o ITIL v3, pode ser usado como um complemento do Cobit v5, pois orientará a aplicação desses princípios na governança de TI.

Por que é importante alinhar a governança corporativa com a de TI?

Todas as organizações se preocupam em elaborar boas estratégias para o seu negócio. Entretanto, essas metas precisam dar as mãos à TI, pois esse é o caminho para chegar ao alvo estabelecido.

Por exemplo, a boa governança de TI atinge áreas da empresa que não têm a ver com tecnologia, mas que necessitam dela em seus processos. Para entender melhor, digamos que o setor de RH necessite melhorar o seu recrutamento e seleção.

Para isso, a organização adota um software. No entanto, essa ferramenta não atingiria o seu objetivo se a estrutura de TI não fornecesse o ambiente ideal para que o software use todo o seu desempenho.

Em resumo, com esse alinhamento a instituição recebe alguns benefícios, como:

  • deixar a empresa atualizada com as inovações tecnológicas;
  • direcionar os investimentos com relação à estrutura virtual;
  • mudar os processos de TI, tirando esse setor do ângulo apenas operacional para o estratégico;
  • garantir compliance que formalize os processos de controle e auditoria;
  • aumentar a segurança da informação, que, atualmente, afeta diretamente a imagem da organização.

Quais os benefícios em longo prazo da governança corporativa de TI para a empresa?

Empresas bem-sucedidas olham para o futuro com o objetivo de se preparar para chegar bem nele.

Para elas, a governança corporativa de TI é essencial e apresenta diversas vantagens que possibilitam dias posteriores mais tranquilos. Analisando por esse foco, vejamos alguns proveitos desse processo.

Avaliação dos recursos

Não importa se a organização é de pequeno, médio ou grande porte, ela precisa fazer uma boa gestão dos seus investimentos financeiros. Do contrário, o capital pode acabar ou ser insuficiente para investir em uma melhoria necessária na estrutura de TI.

Por outro lado, quando há a governança corporativa de TI, a empresa consegue avaliar melhor os recursos que tem disponível e, assim, utilizá-los de forma estratégica, planejando a sua aplicação nas necessidades reais da empresa.

Maior segurança das informações

Dentro do processo de governança de TI, há o gerenciamento de riscos. Esse aspecto é fundamental para manter a proteção dos dados da instituição. Ainda mais no atual cenário virtual, no qual circulam criminosos ávidos por informações sigilosas de organizações.

Ademais, o gerenciamento de riscos ajuda a empresa a ter controle maior sobre as vulnerabilidades do sistema e até prever alguns possíveis riscos que podem atrapalhar o desenvolvimento do negócio.

Além disso, é possível manter-se atualizado com os novos programas de proteção de informações que impedem o vazamento dos dados armazenados.

Acompanhamento das métricas

Embora seja importante acompanhar as métricas financeiras da organização, existem outros indicadores que também precisam ser mensurados, como produtividade, identificação de falhas e necessidade de melhorias em processos.

Todas essas métricas são feitas pela governança corporativa de TI. Desse modo, a organização consegue implantar melhoramentos que visam otimizar o desempenho de todos os membros da sua equipe interna.

Bom posicionamento no mundo corporativo

As organizações que desejam continuar competitivas e com boa reputação no mundo corporativo precisam fazer a governança corporativa de TI. Afinal, ela será a base para criar boas oportunidades de negócios e dará os meios para conquistá-las.

Ademais, uma empresa que se preocupa com esse processo é vista como inovadora. Essa característica é muito valorizada por profissionais talentosos e por outras instituições que querem formar parcerias de negócios.

Atualmente, companhias assim têm boa employer branding (marca empregadora), fator que influencia até mesmo na aquisição de investidores e acionistas para a marca.

Como montar uma estratégia de governança corporativa?

Em virtude de sua larga experiência, João Carvalho, consultor do Grupo Portfolio, dá algumas sugestões para uma boa estratégia de governança corporativa de TI. Ele resume em cinco os aspectos principais:

  • iniciar o processo com um framework como base de conhecimento;
  • avaliar a maturidade da empresa na sua governança de TI;
  • realizar um diagnóstico sobre as principais dificuldades e gaps existentes entre o negócio e a TI;
  • mapear processos para serem implementados de acordo com o resultado obtido no diagnóstico preliminar; 
  • fazer o PDCA (ferramenta de qualidade com foco em soluções de problemas).

Sem dúvida, realizar esse processo com o apoio de uma empresa especializada potencializa os seus resultados. No entanto, é importante implantá-lo o mais rápido possível para que a instituição continue saudável em seu negócio.

O que achou do nosso artigo? Conseguiu perceber como a governança corporativa de TI pode ajudar na gestão da sua empresa? Então, não perca os próximos conteúdos assinando a nossa newsletter.