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Devo contratar uma consultoria para ajudar na tomada de decisão?

Você já precisou atuar em uma tomada de decisão em sua empresa sem ter uma boa base de informações sobre o assunto em questão? Pense um pouco. Se a resposta for positiva, há grande chances de que o resultado não tenha sido dos melhores. E isso é absolutamente comum no mercado de trabalho.

Sabemos que lidar com decisões em uma companhia está longe de ser uma tarefa fácil. No entanto, as coisas podem ficar ainda mais difíceis se as informações necessárias para a melhor escolha não estiverem disponíveis.

Na correria do dia a dia e diante de todas as responsabilidades que cercam o gestor, a boa notícia é que ele não precisa sofrer sozinho. A presença de uma consultoria pode, de fato, transformar positivamente os hábitos e resultados em sua gestão.

Com experiência e técnicas em prol da transparência de dados e do planejamento estratégico, uma equipe de consultores é capaz de atuar como o braço do consultor, trabalhando lado a lado para superar as dificuldades do cotidiano. Quer saber mais? Continue acompanhando.

Os equívocos na avaliação levam à tomada de decisão errônea

Tomar uma decisão nada mais é do que fazer uma escolha. Trata-se de processo cognitivo que engloba a razão e a emoção na escolha da melhor opção. Como você sabe, cada decisão tomada abre caminho para uma consequência positiva ou negativa, que nem sempre pode ser prevista.

Se você está acostumado a tomar decisões em sua empresa, nem é preciso dizer o quanto é necessário estar apoiado em informações precisas e confiáveis. Quem avalia um problema de forma errada terá muito mais dificuldade de fazer uma escolha bem-sucedida. Portanto, os gestores precisam focar na avaliação sem equívocos.

Mas como isso é possível? Como acertar sempre na análise de um processo que depende de uma decisão de sucesso? A resposta não é simples, mas também não é um bicho de sete cabeças.

Tudo começa com a organização desses processos. Quanto mais você focar em monitorar as atividades e desenvolver indicadores específicos, mais eficiente e prática tenderá a ser a tomada de decisão.

O x da questão é que não é sempre que os gestores encontram tempo suficiente para investir na profundidade dos processos, priorizando a Gestão da Informação. Muitas vezes, nem mesmo a implementação de um sistema qualificado consegue dar conta dessa debilidade, pois o gestor precisa apagar incêndios continuamente e termina o dia sem dar a atenção devida à metodologia que promete desenvolver a gestão como um todo.

Mais uma vez a pergunta é: como é possível resolver isso? Mas antes de falarmos sobre como a consultoria pode ajudar você a resolver essa equação, vamos conhecer melhor as diferentes bases que costumam apoiar as tomadas de decisão.

Os tipos de bases para tomadas de decisão

Existem diferentes meios pelos quais um profissional toma suas decisões. Talvez você não tenha parado para pensar na forma como você faz as próprias escolhas no dia a dia de trabalho, mas as descrições abaixo podem ajudar sua autoanálise. Acompanhe!

Instinto

O gestor faz uma escolha por impulso, correndo riscos de ter feito uma decisão errada sem a mensuração adequada das consequências.

Crenças subconscientes

O gestor faz uma escolha com base no conhecimento acumulado que o leva a crer nas verdades a serem seguidas. Essa opção não é racional, pois sofre estímulos sentimentais e emocionais, que nem sempre são os melhores.

Crenças conscientes

O gestor decide de modo consciente ou racional, analisando a situação antes de decidir. Por meio de experiências passadas, é possível escolher aquilo que deve ser feito, avaliando a repercussão futura e desenvolvendo uma visão sistêmica.

Valores

O gestor decide com base no que se acredita ser o correto. Ele considera seus valores e crenças pessoais e profissionais. Essa tomada de decisões depende do caráter do indivíduo e da forma como ele compreende o mundo.

A ajuda da consultoria

A consultoria empresarial consiste em um processo operacionalizado por um consultor externo a uma empresa. Responsável por auxiliar as pessoas nas tomadas de decisão, mas assumindo o controle indireto da atividade, esse profissional (ou equipe) influencia as decisões da empresa sem a função de gerente.

A principal vantagem de trabalhar com um agente de mudanças é a possibilidade de contar com insights poderosos que otimizam os processos da sua cadeia de valor, liberando a empresa para manter o foco no core business.

Contratar uma consultoria não significa terceirizar um trabalho. Fornecedores estão acostumados a executar uma determinada atividade mas os consultores, não. O papel da consultoria é fornecer a inteligência e expertise necessários para ajudar na conquista dos objetivos da instituição.

Em um mercado competitivo, os conhecimentos estratégicos e técnicos fazem toda a diferença. Afinal de contas, se a empresa recebe ajuda da consultoria para tomar as decisões com base na larga experiência da equipe contratada para lidar com os processos, essa relação deixa de ser vista como uma mera despesa acessória e passa a ser um trunfo em prol da eficiência.

Empresários e gestores que passam por muitas situações em que se veem diante de múltiplos caminhos precisam aprender a encarar suas escolhas e sustentar uma decisão diante de toda a equipe. O que acontece muitas vezes é que as decisões ficam aguardando sobre a mesa. Para piorar, à medida que os reparos demoram a ser solucionados, eles se tornam mais caros e fora da estratégia institucional.

Aí está um outro benefício da consultoria. Afinal, se você contrata alguém para ajudar na escolha dos caminhos a serem tomados, essa será a responsabilidade do contratado. Você poderá até se envolver com outras atividades, mas a consultoria não. O foco é resolver o seu problema, assim, no momento em que a necessidade é identificada, a decisão deverá ser tomada.

A experiência, visão abrangente do negócio e ponto de vista diferenciado são os principais fatores positivos que jogam a favor dessa contratação.

A tomada de decisão com o suporte de dados reais trazem não só a possibilidade de fazer escolhas mais certeiras, como também uma melhor visualização de cada processo realizado pela empresa.

Esperamos que este artigo tenha ajudado você a perceber que a presença da consultoria pode prevenir a marca quanto a problemas futuros e aumentar a capacidade e qualidade da análise crítica.

Se você gostou de saber mais sobre as exigências da tomada de decisão e como resolver essa questão, aproveite para curtir nossa página no Facebook!

Como executar e monitorar estratégias empresariais corretamente

O planejamento na gestão da empresa tem papel crucial para o alcance de seus objetivos, servindo de guia para execução e monitoramento de estratégias. No entanto, muitos empreendedores não dão a devida atenção para esse processo e o deixam em segundo plano.

De acordo com a pesquisa “Sobrevivência das Empresas no Brasil”, do Sebrae, baseada em dados de 2000 empresas inativas e ativas, 23,4% das organizações fecharam as portas em até dois anos. Um dos motivos para isso foi o planejamento deficiente, com média de menos de 8 meses, além de, na maioria dos casos, não haver negociação de prazos com fornecedores e tampouco obtenção de crédito com instituições bancárias.

Dentre as sobreviventes, a média de planejamento foi superior a 11 meses, sendo também feito com maior qualidade. Contudo, não basta apenas planejar, pois é preciso acompanhar a aplicação do que foi definido. Quer saber por que essa prática é necessária? Continue a leitura!

Por que é importante monitorar e controlar a execução das estratégias empresariais?

Apenas planejar não basta, pois o que está no “papel” precisa, de fato, ser posto em prática. Para assegurar que isso ocorra, é fundamental monitorar cada etapa de aplicação do que foi proposto, de modo a garantir que a equipe esteja se empenhando em seguir as estratégias da empresa.

Além disso, é importante observar os resultados gerados, pois eles indicam se as práticas realmente estão sendo empregadas e se trazem retornos.

Por exemplo, conforme a pesquisa mencionada anteriormente, um dos fatores que contribuíram para organizações sobreviverem mais de dois anos foi o acompanhamento rigoroso das receitas e despesas. Essa é uma das maneiras de saber se determinada estratégia gera um impacto financeiro positivo.

Além do mais, o acompanhamento contínuo permite checar se determinado plano é condizente com a realidade do negócio e de seu mercado. Com o controle, é possível reorganizar a estratégia “em movimento”, ou seja, fazer ajustes nela enquanto é aplicada.

Quais são os erros mais comuns nesse processo e como solucioná-los?

O controle também precisa de cuidados para que seja eficiente e contribua para a melhora contínua das estratégias empresariais. Adiante, separamos uma lista com os principais equívocos cometidos por gestores nesse processo. Acompanhe!

Não estabelecer métricas de desempenho

Uma boa forma de monitorar as estratégias empresariais é por meio do uso de métricas, como os Key Performance Indicators (KPIs), ou indicadores-chave de desempenho.

Podem ser porcentagens, níveis, taxas etc. que contribuem para avaliar performance, resultados e eficiência de atividades, equipes, setores, entre outros. Há alguns amplos, que podem ser aplicados em quase todo tipo de empresa, como:

  • Retorno Sobre o Investimento (ROI): mede o valor obtido para cada real investido;
  • Ticket Médio: mensura o valor médio gasto por consumidor do seu negócio;
  • Taxa de Sucesso em Vendas: permite entender quantas “vitórias” ocorrem nas negociações entre vendedores/empresa e clientes. Pode ser aplicada em diferentes fases de interação com o consumidor a fim de checar em quais há maior êxito e em quais há gargalos;
  • Índice de Turnover: mede a rotatividade de colaboradores na empresa;
  • Taxa de conversão: muito usado em estratégias empresariais voltadas para marketing e vendas. Ele possibilita entender quantos potenciais clientes (leads) foram convertidos, isto é, cadastraram um e-mail no site, preencheram um cadastro ou uma pesquisa etc.

Há, ainda, os específicos do seu setor de atuação. Nesse caso, é preciso pesquisar quais KPIs são usados com maior frequência no seu segmento ou, até mesmo, estabelecer alguns próprios para o seu negócio.

Não definir um responsável pelo acompanhamento

É essencial definir alguém para monitorar a execução das estratégias empresariais caso o gestor não possa se empenhar nessa tarefa. Senão fizer isso, o acompanhamento pode se tornar deficitário, apresentando lacunas de informações nos momentos em que os resultados das estratégias não foram levantados.

Também é possível que surjam confusões quando há demora para coletar e comparar dados de desempenho — o que tende a demandar horas de trabalho para buscar e organizar as informações.

Controlar apenas no início

É normal que, no início da execução das estratégias empresariais, haja um controle maior. O gestor está mais motivado, as equipes querem mostrar um bom trabalho e a “memória” das estratégias é recente.

Todavia, ao longo do tempo, a rotina pode se sobrepor e levar a um “abandono” desse controle. Quando for preciso analisar os relatórios sobre a eficiência das estratégias, muito tempo pode ter passado sem o acompanhamento devido, dificultando a análise dos resultados. Portanto, é necessário disciplina e assiduidade na hora de monitorar as estratégias da empresa no curto, médio e longo prazo.

Não alinhar o planejado com o que ocorre na prática

É importante ter um bom alinhamento estratégico no negócio, especialmente entre o que se planejou e a realidade da empresa. Por exemplo, não adianta definir ações estratégicas sem que os colaboradores estejam capacitados para executá-las, especialmente se elas envolvem tendências e inovações do mercado.

Nesse caso, é preciso investir em treinamento prévio e, a partir dele, começar a controlar os resultados. Dessa forma, não só estratégias poderão ser avaliadas, como também a eficiência do ensino oferecido aos trabalhadores.

Cobrar em excesso

Cuide para que o acompanhamento não se transforme em cobrança excessiva por parte dos líderes em relação aos liderados. Isso pode atrapalhar a aplicação e condução das estratégias empresariais, além de gerar um clima organizacional ruim.

É importante que o monitoramento seja feito para analisar pontos fracos e fortes no intuito de buscar soluções para os gargalos. Esse processo serve para ajustar incoerências ou impossibilidades nas estratégias aplicadas, a fim de otimizá-las, e não para culpar colaboradores por erros, ineficiências ou fracassos.

Quais são as práticas mais recomendadas?

Além das soluções apontadas, é preciso buscar a cooperação de toda a equipe da empresa. Não só os líderes devem acompanhar as ações aplicadas, mas também os colaboradores. Dessa forma, eles mesmos poderão tomar providências para que suas atividades apresentem melhor performance. Consequentemente, as estratégias da organização terão maiores chances de terem êxito, além de maior efetividade operacional.

Nesse caso, lembre-se de mostrar a todos os papéis que desempenham para o alcance dos objetivos do negócio. Também forneça feedbacks sobre a performance dos funcionários e sobre os resultados da empresa, tornando o processo mais transparente.

Se tiver dificuldades com execução e monitoramento de estratégias, a dica é procurar uma agência especializada nessa área. A expertise dessas empresas poderá ser útil para a adoção de práticas de excelência do mercado no controle de resultados e de performance.

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O que é a certificação Green Belt e por que ela é importante?

Você já ouviu falar na certificação Green Belt? A otimização de processos com a meta de eliminar falhas e diminuir riscos é fundamental em qualquer empresa — e este certificado é o primeiro passo na caminhada para alcançar esse objetivo.

Com essa busca das organizações por profissionais cada vez mais qualificados e prontos para lidar com os desafios do dia a dia, a capacitação por meio de uma certificação como a Green Belt tem se destacado no currículo dos candidatos.

Neste post, vamos falar um pouco mais sobre como obter essa qualificação, quais os seus principais pontos e qual a real importância da Green Belt para os processos de uma empresa. Continue conosco e confira!

O que é a certificação Green Belt?

Green Belt é uma certificação intermediária do chamado Lean Six Sigma, ou Seis Sigma, que atestam conhecimentos suficientes acerca dessa metodologia e que os certificados são capazes de aplicar melhorias de otimização nos processos em que estão envolvidos.

Essa certificação é o primeiro passo dentro da metodologia Seis Sigma e permite ao colaborador analisar dados de forma avançada, utilizando os resultados para minimizar riscos e falhas e obter melhores ganhos para a organização.

Na maioria das vezes, os profissionais que procuram a certificação Green Belt são especializados em determinados projetos ou estão iniciando sua jornada dentro da metodologia Six Sigma e estão em busca de mais conhecimentos.

Além disso, como o nível de conhecimento é intermediário, eles são considerados agentes de transformação dentro das empresas, ajudando a criar uma cultura de eficiência e otimização nas organizações. Entre suas atribuições estão:

  • assimilar e aplicar todos os passos da metodologia Lean Seis Sigma;
  • compreender todas as etapas envolvidas dentro da metodologia;
  • conduzir de forma assistida projetos que tenham como objetivo a melhoria de serviços, processos e produtos;
  • aplicar a metodologia estatística e analisar os ganhos com as alterações;
  • avaliar e informar os resultados alcançados.

As habilidade do Green Belt

Os profissionais certificados com Gren Belt estão sendo cada vez mais cobiçados no mercado devido não apenas aos resultados obtidos, mas também às habilidade que desenvolvem ao se especializar. Entre elas, podemos destacar:

  • análise de dados — o profissional apreenderá a coletar e extrair informações que possam ter relevância para embasar suas decisões;
  • visão sistêmica — o colaborador desenvolve a habilidade de visualizar todos os processos de uma forma macro, buscando sempre alavancar as forças dos negócios e obter melhores resultados;
  • aprendizado acelerado — consegue acelerar a absorção de conhecimento acerca de testes simples e rápidos que permitam entender o que é necessário alterar dentro dos processos estudados;
  • trabalho com pessoas — o profissional terá maior trato com os demais membros da equipe, garantindo que as mudanças necessárias sejam aceitas pelo restante do time com mais facilidade.

Essas habilidades estão cada vez mais cobiçadas no mercado de trabalho, gerando uma busca contante das empresas por profissionais com certificação Green Belt. Esses colaboradores fornecem direções que auxiliam a organização a tomar os melhores rumos e decisões de mercado, gerando resultados financeiros positivos.

Qual a diferença das certificações Green Belt e Seis Sigma?

O Seis Sigma, ou Six Sigma, é uma metodologia de melhoria de processos originada no Japão, criada e desenvolvida dentro da Motorola com o intuito de otimizar sistematicamente todos os pontos de seus processos e eliminar possíveis defeitos e falhas que prejudicassem a produção.

Com o passar dos anos, a metodologia acabou chegando ao ocidente e chamou a atenção de muitas empresas devido a sua eficiência no controle de qualidade dos processos em geral, fazendo com que muitas organizações adotassem suas orientações.

Podemos definir o Seis Sigma como uma estratégia gerencial de planejamento, que visa alcançar melhores resultados financeiros e de qualidade, assim como foco em promover alterações significativas dentro das empresas buscando eliminar problemas e melhorar os processos.

Dentro dessa metodologia, o Green Belt é uma das engrenagens, sendo que existem mais algumas certificações que trabalham para alcançar esses objetivos. São elas:

  • White Belt — contempla os conhecimentos básicos acerca da metodologia e é a certificação de entrada, geralmente obtida por profissionais que não conhecem o Seis Sigma;
  • Black Belt — representa um treinamento mais aprofundado e seus detentores são líderes de equipe, conduzindo projetos Seis Sigma do início ao fim;
  • Master Black Belt — conta com mais horas de treinamento e os profissionais certificados têm a capacidade de liderar várias equipes ao mesmo tempo.

Qual a validade da certificação Green Belt?

Não existe hoje uma entidade que realize a validação de um certificado Seis Sigma, por conta disso, é preciso tomar muito cuidado na hora de escolher o curso e a empresa que o ministra, verificando sua reputação no mercado e a emenda apresentada.

Outros pontos a serem analisados são o número de alunos, a qualidade do material, a certificação e experiência do time de professores, quais as empresas que já foram atendidas, entre outras referências do curso.

Além disso, também é preciso ficar de olho com relação à validade internacional de uma certificação, pois nem todas as escolas podem ser reconhecidas lá fora. Tenha certeza de estar escolhendo um curso adequado e que poderá agregar muito conhecimento, tornando-o um profissional de destaque.

Qual a importância da certificação Green Belt?

Tomando como ponto de partida a última crise econômica, na qual muitas empresas sofreram problemas de rentabilidade, as organizações perceberam a necessidade de melhorar seus processos na busca pela diminuição de custos operacionais e falhas de qualidade.

Dentro desse contexto, as indústrias descobriram o Seis Sigma e os profissionais certificados, sendo que os mais comuns até então no mercado eram os Green Belt, que são colaboradores com conhecimento suficiente acerca do Six Sigma para aplicá-lo com eficiência.

Dessa maneira, as empresas começaram uma cruzada em busca desses profissionais, criando uma série de oportunidades para quem quer alavancar a sua carreira e obter mais espaço dentro do mercado de trabalho.

A certificação Green Belt é a mais procurada pelas organizações por se aplicar aos profissionais que realmente atuam dentro dos processos, ou seja, que vão “por a mão na massa” e buscar pelas melhorias necessárias diariamente.

Além disso, a certificação Green Belt não beneficia apenas o profissional que a obtém, por meio de melhores oportunidades e remuneração — a empresa que o contrata também é beneficiada pelos conhecimentos que ele agrega ao time de produção.

A certificação Green Belt pode fazer uma grande diferença em sua carreira e o momento de buscar pela qualificação é agora, enquanto a busca por esses profissionais ainda é grande. Assim, você poderá se destacar dos demais.

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Entenda como usar o power BI de forma eficiente

Grandes empresas com muitos funcionários e diversas filiais geram um volume enorme de dados. Isso significa um desafio para os gestores que precisam elaborar e apresentar relatórios integrados e dinâmicos com base em informações vindas de várias fontes. Para transformar essa realidade, muitos implantam o power BI.

Neste artigo, apresentaremos essa incrível ferramenta da Microsoft, além de mostrar os seus benefícios e como implantá-la na sua organização. Acompanhe!

O que é power BI?

Se fôssemos apontar o principal objetivo do power BI seria a inteligência de negócios customizada por pessoas das áreas de negócios sem a dependência total do setor de TI. Em resultado disso, ganha-se tempo e ocorre a redução de custos. Essas vantagens são adquiridas, pois a empresa não precisa esperar pelo desenvolvimento de soluções de BI e arcar com os elevados custos das aplicações.

Sendo assim, a organização ganha uma ferramenta voltada à análise de negócios, informações e compartilhamento de ideias. Por exemplo, os usuários interagem com as suas fontes de dados (arquivos de textos e planilhas). Então, conseguem cruzar referências de origens distintas e obter insights.

Com o dashboard do power BI, o profissional tem a possibilidade de consultar métricas importantes sobre um processo. As informações são atualizadas em tempo real e ficam disponíveis em vários tipos de dispositivos eletrônicos.

A montagem do dashboard é feita por meio de componentes gráficos visuais nativos que são desenvolvidos e customizados por uma comunidade de especialistas em TI. O resultado são relatórios atraentes, eficientes e com dados relevantes para o negócio.

E as vantagens da ferramenta, quais são?

Integração

Normalmente, as empresas utilizam diferentes sistemas (CRM, gestão contábil e fiscal, R&S etc.) para gerenciar as demandas internas. São tantas fontes de dados que gerar um gráfico para uma tomada de decisão torna-se um trabalho manual e cansativo.

Como o power BI é um agrupamento de ferramentas como o Excel, power BI online, desktop e mobile, a produção de relatórios consistentes incluirá uma visão aprofundada da realidade da empresa, direcionando as estratégias rumo ao sucesso.

Indicadores

Os KPIs (indicadores de desempenho) são alguns dos recursos mais importantes para mensurar a efetividade de vários aspectos de uma empresa. Entre os mais utilizados, estão: ROI, ticket médio, turnover e o tempo médio de atendimento (TMA). Todos esses indicadores podem ser acompanhados pelo power BI.

Avaliações

As avaliações demonstram a realidade da empresa. Uma delas é a de satisfação do cliente. Normalmente, as organizações utilizam um questionário online de avaliação para entender como o consumidor enxerga e o que acha a respeito de um produto ou serviço.

Como base para a interpretação dos questionários, é comum utilizar a métrica Net Promoter Score (NPS). A metodologia aponta, uma escala de 0 a 10, três tipos de clientes: os detratores, os neutros e os promotores.

Agora, imagine uma empresa que possua um número elevado de consumidores. É um desafio analisar os questionários e produzir um panorama realístico sobre o público-alvo. Com a ajuda do power BI, essa organização monitorará e importará dados externos dos questionários de avaliação. Esse documento será mensurado pelo NPS e integrado a formulários do Microsoft ou Google.

Implantação

Para implantar uma solução de TI, é necessário que a empresa e os colaboradores passem pelo período de migração. Essa fase inclui testes, treinamentos e muitas adaptações. Por outro lado, o power BI é instalado com rapidez. Como é um sistema simples, os gestores se adaptam facilmente as suas funcionalidades e começam logo a usá-lo.

Se a empresa utiliza programas da Microsoft, como o Office 365, a conexão com o power BI ocorrerá naturalmente. Pode acontecer de uma simples chave API ser o suficiente para a implementação do sistema.

Armazenamento

São duas possibilidades de armazenamento do power BI: em nuvem ou servidor local. No primeiro caso, a empresa tem acesso a mais escalabilidade, otimização e flexibilidade. Por exemplo, a qualquer instante, é possível adicionar ou remover um usuário. Além disso, o sistema utiliza o código HTML5, que é compatível com todos os navegadores e plataformas.

E para as empresas que não estão prontas para o armazenamento em nuvem? Há a versão power BI para desktop, que possui funcionalidades tão eficientes quanto a versão online. Até mesmo o compartilhamento de informações entre vários equipamentos, como acontece na nuvem, é disponibilizado nesse software.

Como usar o power BI de forma eficiente?

Podemos dizer que a utilização do power BI na empresa tem um alcance em curto, médio e longo prazo. Na primeira hipótese, acontece a otimização dos processos de geração de relatórios organizacionais, além das análises provenientes do cruzamento de dados de várias fontes como o desempenho de vendas.

Já em médio prazo, é percebida a melhoria dos diagnósticos de dados das áreas de negócios com a produção de relatórios mais eficientes e automatizados. Por fim, em longo prazo, ocorre a implementação da cultura de tomada de decisões embasadas em dados, conhecida como data-driven.

Essa prática torna a empresa mais competitiva, pois aproveita os seus ativos de informações para lucrar com boas oportunidades de mercado, avançando na frente da concorrência. Já no ambiente interno, o power BI possibilita, quer ao nível organizacional ou departamental, a capacidade de adequação e de crescimento da instituição.

Pequenas inovações proporcionadas pelo sistema podem transformar as operações. Essa vantagem surge enquanto os colaboradores buscam dados, compartilham descobertas e identificam padrões por meio da ferramenta.

Quando o power BI é implantado na governança de TI da empresa, o retorno sobre o investimento (ROI) é favorável. Por exemplo, existe uma versão do sistema para desktop que é gratuita e um licenciamento a partir de US$ 10,00 por usuário.

Outra maneira de utilizar o sistema é por meio do serviço power BI (SaaS) e Embedded no Azure (PaaS). Ambos têm APIs que permitem a incorporação de painéis e relatórios, com recursos atualizados como gateways e uso de aplicativos.

Como vimos, essa eficiente ferramenta da Microsoft, o power BI, é uma inovação que trouxe muitos benefícios para as empresas. O principal é a otimização de serviços importantes a um custo acessível.

O que achou de nosso artigo? Entendeu como o power BI pode ser utilizado na sua empresa? Queremos ajudar você a usufruir de todas as funcionalidades dessa ferramenta. Entre em contato com o time de especialistas do Grupo Portfólio!

Material resultado da entrevista:

https://docs.google.com/document/d/1nYhVlB7I7WxS2jHueQy_FwE4Qb5bceF7c9gAAiKh5rM/edit?usp=sharing

O que é a certificação PMP e qual a sua importância para o profissional?

A certificação PMP® é um dos mais importantes títulos para gerentes de projeto. Oferecida pelo PMI (Project Management Institute), ela atesta o conhecimento e a experiência do profissional, servindo para abrir muitas portas no mundo da gestão.

Seja para assumir novas responsabilidades dentro da sua empresa, buscar outra oportunidade de trabalho ou construir uma carreira internacional, obter essa certificação pode lhe ajudar. Continue lendo este artigo para saber mais sobre a PMP®, suas vantagens e importância.

O que é a certificação PMP®?

A PMP® é uma das oito certificações oferecidas pelo PMI (Project Management Institute). No contexto das certificações para profissionais que trabalham com o gerenciamento de projetos, ela é reconhecida como a mais importante no mundo.

A sigla significa Profissional de Gerenciamento de Projetos. Ao obter essa certificação, o profissional pode atestar sua formação, competência e experiência na condução de projetos. Como ela vale e é reconhecida a nível mundial, você pode comprovar sua capacidade internacionalmente, o que pode abrir muitas portas caso seu desejo seja aplicar para trabalhos em outra cidade ou país.

Quais os requisitos para obter a certificação PMP®?

A certificação PMP® é ideal para aquelas pessoas que já têm experiência em cargos de liderança em projetos. Ela serve para atestar a capacidade de profissionais já experimentados, demonstrando que eles dominam a metodologia do PMBOK® (Project Management Body of Knowledge) e conhecem a realidade da gestão de projetos.

Para se candidatar ao exame, os requisitos são os seguintes:

  • formação universitária de pelo menos 4 anos;
  • experiência mínima de três anos no gerenciamento de projetos (em posições de liderança ou como membro de equipe);
  • experiência mínima de 4.500 horas na liderança de projetos (coordenador ou gestor, por exemplo);
  • 35 horas de formação em conceitos do PMBOK®.

Caso o profissional não tenha formação universitária, ele pode se candidatar caso cumpra as seguintes exigências:

  • diploma de ensino médio;
  • experiência mínima de cinco anos no gerenciamento de projetos;
  • experiência mínima de 7.500 horas na liderança de projetos;
  • 35 horas de formação em conceitos do PMBOK®.

Se você não cumpre todos os requisitos, não tem problema. Existe outra certificação, chamada CAPM, destinada àquelas pessoas que ainda não têm experiência na liderança de projetos e buscam ser membros de equipe, coordenadores ou gestores de projetos de menor porte.

Agora, se você cumpre com as exigências e decidiu se certificar, tenha atenção com a manutenção do seu título. Profissionais PMP® precisam obter PDUs anualmente, pontos de formação continuada obtidos por meio da participação em eventos, voluntariado, leitura de livros e outras atividades que envolvam o estudo e o ensino.

Como é o exame para a certificação PMP®?

O exame pode ser realizado nas formas digital ou escrita. Nem todas as cidades têm centros certificados para a realização no formato digital, por isso alguns capítulos do PMI organizam provas escritas para quem não tem condições de viajar.

São 4 horas para responder 200 questões. Dessas, 175 valem para o exame e 25 servem como validação. Entre as perguntas, também há algumas diferenças: a maioria delas é teórica e faz referência ao PMBOK®. Porém, também há uma porcentagem de perguntas situacionais, nas quais o candidato precisa colocar-se em situações reais para responder.

Um dos aspectos mais interessantes desse exame é que não se conhece a pontuação mínima para ser aprovado. Os resultados dependem de diversos fatores, como nível de complexidade das questões corretamente respondidas. Para quem faz a prova em formato digital, o resultado sai imediatamente. Nele, você pode ver se está na média ou acima da média em relação a outros candidatos.

Para se preparar para o exame, é possível participar de grupos de estudos dos capítulos do PMI ou fazer cursos específicos para isso. É muito importante fazer simulados. Em geral, considera-se que o profissional está pronto para prestar o exame quando obtém resultados entre 70% e 80% nesses testes.

Quais as vantagens de se certificar como PMP®?

A principal vantagem de qualquer certificação PMI é o reconhecimento internacional. O instituto está em diversos países e tem capítulos em dezenas de cidades. Uma certificação PMP® ajuda a abrir portas em qualquer lugar do mundo.

Além disso, obter essa certificação oferece outras vantagens para o profissional. Veja algumas delas!

Diferencial competitivo

A certificação PMP® atesta que o profissional tem o conhecimento e a experiência necessária para gerenciar projetos. Tê-la não prova que você é um bom profissional, mas sugere que você conhece as boas práticas de gestão e se preocupou em consolidá-las. Em uma seleção de emprego, isso pode ser um diferencial.

Além disso, ser um gerente funcional não é o mesmo que ser um gerente de projetos. Ao complementar sua formação com esse conhecimento, você demonstra que tem as competências gerenciais necessárias para esse tipo de cenário.

Ascensão de carreira

Ser PMP® ajuda a ascender na carreira. Com a certificação, é possível concorrer a oportunidades mais desafiadoras e de maior responsabilidade, candidatando-se para gerenciar projetos maiores e mais complexos.

Isso abre a possibilidade de buscar trabalhos melhores e melhor pagos, podendo inclusive servir como ponto de partida para uma especialização em uma área de maior valor no mercado, como é o caso da gestão de riscos.

Experiência internacional

O PMI está em diversos países e suas certificações são reconhecidas em muitos contextos. Para quem deseja seguir uma carreira internacional, essa é uma grande oportunidade. Independentemente de onde você seja, uma certificação PMP® atesta que você domina as boas práticas de gestão e tem a capacidade de gerenciar um projeto segundo esses padrões.

Além disso, a própria estrutura do instituto favorece o networking. Ao chegar em uma nova cidade ou país, é possível estabelecer contato com os capítulos locais, conhecer outros gerentes de projeto e se envolver com atividades de voluntariado.

A certificação PMP® é uma ótima escolha para profissionais de projetos que querem consolidar seus conhecimentos, atestar suas competências e avançar profissionalmente. Obtê-la é o primeiro passo para uma sólida ascensão profissional e permite abrir portas, fazer networking e buscar oportunidades de trabalho mais desafiadoras.

Este artigo ajudou você a entender melhor sobre a certificação PMP® e sua importância? Esperamos que sim! Para receber mais conteúdos sobre gestão de projetos e processos, assine a nossa newsletter.

Como um diagnóstico cultural pode auxiliar sua empresa a obter melhores resultados?

09A percepção do ambiente empresarial, o convívio no local de trabalho e os valores e comportamentos incentivados (explícita e implicitamente) na empresa interferem na qualidade de vida dos colaboradores. Logo, produtividade e desempenho também são afetados. Além disso, quando há problemas em um ou mais desses aspectos, fica difícil alinhar estrategicamente gestão e operação. Para saber se isso ocorre em seu negócio, a solução é realizar um diagnóstico cultural.

Esse processo contribui para o sucesso de uma empresa. Isso porque proporciona informações importantes para os gestores aprimorarem a cultura corporativa e, portanto, as dinâmicas de relacionamento e de cooperação entre profissionais e equipes.

Quer saber como é possível aplicar o diagnóstico cultural e qual a sua importância? Continue lendo e veja as dicas que selecionamos!

O que é cultura organizacional?

A cultura empresarial é a soma de diferentes fatores dentro de uma organização, como:

  • maneira como as pessoas interagem;
  • normas e regras que norteiam a convivência;
  • atitudes, hábitos, crenças, objetivos e valores compartilhados;
  • princípios que refletem a identidade do negócio;
  • políticas de hierarquia, de ética, de comunicação e linguagem e até de vestimenta no ambiente corporativo;
  • modo de a empresa tratar clientes internos (funcionários) e externos (consumidores).

Consequentemente, ela influencia processos, rotinas de trabalho e a gestão do negócio a ponto de facilitar ou dificultar estratégias, mudanças e inovações. Para Edgar Schein, ex-professor da MIT Sloan School of Management, cultura significa:

“Um padrão de pressupostos básicos compartilhados, aprendido por um grupo, à medida que resolvia seus problemas de adaptação externa e integração interna”.

Ainda de acordo com o autor, esse padrão funcionou bem o suficiente de modo a ser tido como válido e, assim, poder ser repassado a membros novos como o modo adequado de se pensar, perceber e de se sentir em relação aos problemas. Basicamente, “um produto de aprendizagem conjunta”. Pode-se dizer que a cultura organizacional tem três níveis:

  • artefatos observáveis — envolve comportamentos, crenças e atitudes da empresa, ou seja, como ela “vê as coisas” e o que acredita ser importante. Nesse grupo, temos valores publicados, declaração de missão, arquitetura, ambiente físico, práticas, tecnologias, estilo (arte, design das publicações, vestimentas), produtos e até mesmo humor, fofocas e tabus;
  • valores adotados — há os defendidos pela liderança e os promulgados, que refletem comportamentos reais dos colaboradores. Nem sempre o que a empresa defende é o que se vê na prática, ou seja, no comportamento dos funcionários;
  • pressupostos básicos subjacentes — muitas vezes também são inconscientes, atuando como determinantes de processos de pensamento, atitudes e ações de uma empresa. São suposições centrais para a cultura do negócio.

Vale destacar que esse terceiro ponto envolve valores normalmente aceitos a longo prazo, que acabam arraigados, além de serem tomados como garantidos. Desse modo, indivíduos costumam desconhecer suas influências. Eles comumente fornecem um ímpeto inquestionável para comportamentos e percepções, bem como senso tácito de segurança.

Qual o papel da cultura no crescimento empresarial?

Cultura organizacional é um dos fatores críticos do sucesso de uma empresa, pois tem grande papel no alcance dos objetivos do negócio. Veja a seguir dois casos em que isso ocorre.

Impacta na adoção de tendências

Uma tendência que tem ganhado força no meio corporativo é a transformação digital, em que se integram tecnologias do mundo virtual a estruturas organizacionais, processos e recursos. Essa mudança será essencial para a sobrevivência e crescimento de muitos negócios nos próximos anos.

Um estudo da BCG apontou que, entre 40 transformações digitais, a proporção de negócios que indicaram avanço ou forte desempenho financeiro chegou a ser cinco vezes maior (90%) entre as empresas que se centraram na cultura. Isso quando comparado às que negligenciaram esse fator (17%).

Portanto, não focar no desenvolvimento de uma cultura digital alinhada aos objetivos da empresa pode ocasionar falhas nesse processo de transformação. Além disso, cerca de 80% das organizações que se centraram em cultura sustentaram uma performance forte ou inovadora — o que é fundamental para quem busca uma boa gestão da inovação. Nenhuma das que não tiveram esse foco alcançou essa conquista.

Aliás, uma previsão da Gartner indica que, até 2021, 80% das organizações de médio a grande porte alterarão sua cultura como modo de agilizar sua estratégia de transformação digital. Outro estudo, mencionado nessa estimativa, também aponta que 67% das organizações já finalizaram ou estavam a ponto de terminar uma iniciativa de mudança cultural.

Isso acontece porque a cultura atual foi tida, em muitas iniciativas, como a maior barreira para uma transformação virtual. Basicamente, 50% das iniciativas desse processo constituem falhas claras, sendo que os CIOs (diretores de tecnologia) relatam a barreira cultural como o principal entrave.

A pesquisa “Cedro Insights — Transformação Digital”, desenvolvido pela Cedro Technologies, indicou um resultado semelhante. Ela aponta que aproximadamente 75% das instituições financeiras já começaram o processo de transformação digital, porém só 25% estão em um patamar mais avançado.

Um dos desafios é alterar a cultura organizacional, sendo que, para 35% dos entrevistados, esse é o principal dilema para se obter resultados mais favoráveis com a transformação.

No entanto, se bem trabalhada, a cultura pode servir como aceleradora da transformação digital, de modo que diretores de TI podem definir a cultura desejada com base em suas escolhas tecnológicas. Aliás, é estimado que, até 2021, eles tenham tanta importância na mudança de cultura quanto os diretores de RH, de modo que a parceria entre ambos pode ajudar no molde de comportamentos de trabalho.

É possível projetar processos e alinhar princípios a traços culturais na empresa, além de levar em conta missão e valores para decidir sobre design de tecnologia e de fluxos de trabalho que fortaleçam a cultura empresarial pretendida.

Dá suporte para a melhora de fatores importantes

Empresas que desejam se tornar mais ágeis também precisam ter atenção em suas culturas organizacionais. Uma pesquisa da Gallup, feita com aproximadamente 9.500 trabalhadores (5.500 nos EUA e 4.000 na Europa), descobriu que somente 30% dos estadunidenses e 36% dos europeus concordavam fortemente sobre haver compartilhamento de conhecimento por parte de colegas.

Ou seja, a maioria dos profissionais não enxergou esse compartilhamento — o que é ruim para uma cultura organizacional baseada em agilidade. Afinal, tanto a execução de atividades internas quanto o atendimento ao cliente podem ser prejudicados quando conhecimentos essenciais são retidos na equipe.

O que significa diagnóstico cultural?

É o processo de analisar a cultura da empresa com base em pesquisas, conversas (formais e informais), avaliações de comportamentos, entre outras ferramentas. O objetivo do diagnóstico é detectar quais são os fatores principais da cultura de uma organização, permitindo que os gestores possam comparar seus resultados com expectativas sobre como ela deveria ser.

Como fazer esse diagnóstico e quais aspectos considerar?

Para começar, você pode buscar um modelo de diagnóstico cultural que esteja alinhado ao seu segmento de atuação. Também precisará levantar os fatores que interessam ao negócio, como:

  • busca por inovação. A empresa adota tendências de mercado? Há antecipação a mudanças em seu segmento?
  • liberdade criativa dada aos funcionários: esse fator contribui para a inovação;
  • cooperação entre equipes. Envolve avaliar aspectos como trabalho em conjunto, comunicação entre colaboradores e troca de conhecimentos;
  • preocupação de líderes com liderados;
  • atenção dada ao desenvolvimento dos colaboradores;
  • níveis de engajamento e busca por maior envolvimento;
  • sentimento do funcionário na empresa. Veja se suas atividades permitem que ele entenda como contribui para o alcance dos objetivos da empresa;
  • liderança centrada em valores. Há alinhamento de estratégias com visão, missão e valores organizacionais? Esses valores são considerados na tomada de decisões? Os líderes os reforçam em seus comportamentos? Eles “dão o exemplo”?
  • qualidades dos gestores. São carismáticos, acolhedores, receptivos, criativos ou visionários?
  • estruturação de processos. Os sistemas e processos são organizados? Há padronização de atividades?
  • foco em eficiência. Há entrega de recompensas com base em critérios claros, de modo a estimular o bom desempenho? A eficiência é um objetivo reforçado constantemente?
  • incentivo à qualidade de vida. A empresa se preocupa com o bem-estar de seus funcionários? Isso é percebido em suas práticas?

Para avaliar esses itens, você pode analisar avaliações de desempenho e utilizar pesquisas com base em questionários. Nesse caso, dá para usar ferramentas digitais (formulários Google, SurveyMonkey).

Também é importante conduzir conversas formais, com base em roteiros, e informais. Outro ponto importante é ter atenção ao ambiente interno, a fim de notar padrões de comportamento que destaquem aspectos da cultura local.

De que maneira o diagnóstico cultural contribui para o sucesso do negócio?

O diagnóstico cultural entrega dados valiosos aos gestores, que permitem saber quais aspectos culturais se sobressaem na empresa. Podem ser avaliados os valores estabelecidos e os que realmente estão em vigência no cotidiano organizacional.

Dá para analisar se há uma cultura voltada à inovação, à inclusão de novos colaboradores, ao fomento da diversidade etc. É possível entender se a cultura fomenta ou dificulta a aplicação de mudanças importantes, como a citada transformação digital, e de estratégias. Com base nisso, é possível tomar decisões sobre processos e ações que devem ser implementados para alinhar a cultura atual ao que se deseja.

Por fim, se você tiver dificuldades para realizar um diagnóstico cultural do seu negócio, a dica é buscar uma consultoria em gestão que tenha conhecimentos na área. Ela poderá auxiliar você a analisar aspectos culturais que mais impactam no funcionamento e nos resultados da sua empresa.

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6 principais tendências do mercado de trabalho para os próximos anos

É possível prever o futuro? Embora não tenhamos essa capacidade, podemos criar um “esboço” dos anos à frente com base nos eventos atuais. Fazer isso não é fácil, pois vivemos em uma era de constantes e rápidas mudanças no cenário empresarial. Por isso, torna-se ainda mais importante dar atenção às tendências do mercado de trabalho e preparar-se para os dias da posteridade.

Mas o que esperar do mundo corporativo nos próximos anos? Que tendências despontam no presente e prometem mudar a forma como desempenhamos nossas funções? Atente para as informações que daremos neste artigo!

O que esperar do mercado de trabalho no futuro?

Muitas pesquisas são feitas para construir o cenário futuro do mercado de trabalho. Podemos compará-las a pequenos “raios de luz” que iluminam uma densa escuridão. Recentemente, a empresa Linkedln publicou um estudo intitulado “2018 – Workplace Learning Report”, que apontou a automação, a competitividade e as competências pessoais como as tendências empresariais.

Desdobrando e estudando esses aspectos, conseguimos entender melhor o motivo de algumas mudanças atuais serem consideradas “regras” a serem adotadas por empresas inovadoras. Vejamos quais são.

1. Flexibilidade

Muitas instituições adotaram a flexibilidade da jornada de trabalho como parte da sua política de benefícios. No entanto, conceder aos colaboradores o poder de escolher o melhor período para labutar torna-se, aos poucos, algo comum. O motivo para isso vem do aumento da produtividade, pois os funcionários cumprem as tarefas no horário em que se sentem mais dispostos.

Nota-se outra mudança no meio empresarial: o serviço remoto. Em vez de todos os colaboradores trabalharem dentro das dependências da organização, há a opção de realizar serviços em home office ou em um espaço coworking — um modelo que agrega qualidade de vida para os profissionais.

2. Empreendedorismo

Os profissionais empreendedores estão entre as tendências do mercado de trabalho. Não estamos falando apenas sobre os que abrem um negócio ou fundam uma startup inovadora, mas também de pessoas que gerenciam a própria carreira. Nos próximos anos, a formação universitária será a base e não a chave para o sucesso.

Por isso, os profissionais que não se adaptarem às mudanças e preencherem as “brechas” do mercado de trabalho ficarão à margem das oportunidades. Hoje, já se fala muito do conceito “in the moment learning”, que significa buscar uma determinada informação para solucionar um problema. Então, quando se chega a um resultado, o profissional agrega essa habilidade na sua carreira, valorizando o seu serviço.

Além disso, o termo “lifelong learning” nomeia o hábito de adquirir conhecimento ao longo da vida. Essa prática favorece a “carreira serial”, um modelo no qual o profissional obtém diversas trajetórias empresariais proporcionando uma abertura maior no mercado de trabalho.

3. Big data

Faz algum tempo que o big data invadiu os limites do mundo virtual e revolucionou os processos corporativos. Esse sistema permite que as empresas coletem dados preciosos, mapeiem o mercado em que atuam, entendam o comportamento do consumidor etc. Atualmente, há software que combina o big data, o business intelligence e a inteligência artificial.

A finalidade dessa estrutura de dados é otimizar, tornar as decisões corporativas mais inteligentes e efetivar as estratégias. Sendo assim, os profissionais precisam aprender a utilizar essas ferramentas na execução das suas funções. E isso não dependerá do setor em que trabalham.

Por exemplo, o RH, antes visto como um departamento burocrático e manual, hoje opera com a ajuda de várias aplicações virtuais baseadas no big data. Em um processo de recrutamento e seleção, os recrutadores utilizam relatórios e gráficos produzidos por um software que aponta a compatibilidade de um candidato com os requisitos da vaga.

4. Automação de processos

Muitos veem a automação de processos como uma realidade inalterável. Essa conclusão está correta e veremos sua veracidade ainda mais evidente no futuro. Um exemplo é a indústria 4.0, também conhecida como fábrica inteligente. Esse modelo de produção engloba sistemas cyber-físicos, a internet dos serviços e das coisas e o big data analytics.

A proposta é aumentar a produção, a qualidade e a eficiência dos produtos. Além disso, a customização de itens promete encantar consumidores. Existe um “braço” desse conceito no mercado empresarial: o RH 4.0. Porém, todos os setores das organizações serão afetados por, pelo menos, três etapas da automação:

  • assistant intelligence: tecnologia que auxilia nas tarefas repetitivas;
  • increased intelligence: ferramentas analíticas para a tomada de decisões;
  • autonomous intelligence: próximo nível da inteligência artificial (AI), no qual as máquinas assumem tarefas humanas.

5. Pluralidade nas equipes

No modelo tradicional de recrutamento, as equipes são homogêneas, ou seja, os profissionais são segmentados por habilidades, competências e formações. Para exemplificar, em uma área financeira, o time normalmente é composto por pessoas com perfil analítico e experiência com ciências exatas.

Porém, as empresas reconhecem que é impossível alcançar a excelência nos serviços quando todos os membros da equipe possuem características parecidas. Sendo assim, a pluralidade entre os colaboradores aponta como uma forte tendência. Embora os requisitos para exercer uma função ainda existam, é possível encontrar um formado em tecnologia da informação (TI) integrando o departamento de RH.

Dessa forma, ele auxilia na implantação e no gerenciamento das plataformas virtuais. Por outro lado, um colaborador com características analíticas poderá fazer a diferença na equipe de TI, ajudando na elaboração de estratégias para a infraestrutura virtual da empresa.

6. Desenvolvimento das competências

A gestão de competências é uma das principais tendências do mercado de trabalho. Esse processo envolve utilizar o capital humano de forma inteligente para alcançar objetivos corporativos. Seria como usar a ferramenta certa para um tipo de trabalho. Diante desse cenário, as empresas tendem a valorizar as softs skills em vez das hard skills.

O motivo é que o último grupo de habilidades é facilmente mensurável e pode ser adquirido por qualquer profissional, uma vez que são conseguidas por meio de graduações e especializações.

Em contrapartida, as softs skills são competências subjetivas e refletem diretamente o desempenho dos profissionais. Podemos citar a resiliência, a flexibilidade, a liderança e o espírito de equipe. O objetivo das organizações é identificar, desenvolver e alocar os funcionários que possuem determinadas habilidades em funções estratégicas do negócio.

Um detalhe interessante é que essa tendência favorece quem tem competências valorizadas e assegura o seu posto de trabalho. Afinal, em época de automação, as habilidades são um coringa contra a substituição da mão de obra humana pela máquina.

Não há como interromper as mudanças do mercado de trabalho. Como dito, o melhor é manter-se atualizado e buscar novos conhecimentos que agreguem valor à carreira. Por isso, a capacitação por meio de cursos e certificações aliadas ao desenvolvimento de competências firma-se como a chave para o sucesso de um profissional.

Gostou de conhecer as principais tendências do mercado de trabalho nos próximos anos? Quer garantir sua atratividade como profissional? Mostraremos por que a capacitação é um investimento que o ajudará a atingir esse objetivo. Boa leitura!

Afinal, por que você deveria investir em um plano de desenvolvimento individual?

Se você deseja treinar melhor os seus funcionários e ter mais gestores capacitados dentro de sua própria equipe, é fundamental confeccionar um plano de desenvolvimento individual (PDI) para cada colaborador.

Esse documento ajuda a alinhar as estratégias do negócio aos objetivos de cada funcionário enquanto eles se aperfeiçoam profissionalmente na empresa, de modo a contribuir para o sucesso em suas carreiras.

Por meio da aplicação do que foi proposto no PDI, o colaborador consegue desenvolver novas habilidades e corrigir determinados comportamentos para aumentar a chance de alcançar seus objetivos profissionais.

Quer saber mais sobre a importância desse plano? Continue a leitura!

Por que é importante elaborar um plano de desenvolvimento individual?

O PDI consiste em um planejamento — que pode ser feito entre empresa e funcionário — para o desenvolvimento da carreira de um profissional. Também é montado com o objetivo de trabalhar competências necessárias para que a pessoa assuma funções específicas na organização.

Sendo assim, o PDI atende a interesses de ambos os lados, sendo importante para a formação de profissionais cada vez mais capacitados e aptos a exercerem cargos de liderança.

Vale destacar que o planejamento ajuda a atender demandas organizacionais no curto, médio e longo prazo. Ele também permite aos trabalhadores acompanhar o crescimento da empresa, construindo uma carreira enquanto a organização se expande.

Para a organização que aplica os PDIs em sua equipe há uma grande vantagem: ela passa a contar com um banco de talentos que pode assumir demandas imediatas ou futuras. O melhor é que esse grupo, além de capacitado, está em sintonia com a cultura organizacional.

O que deve conter esse plano?

Existem alguns pontos que não podem ficar de fora de seu plano de desenvolvimento individual. Veja quais são eles a seguir.

Estabelecer objetivos e metas profissionais

Antes de tudo, saiba que no PDI é preciso incluir as metas e os objetivos do profissional. Dessa forma, ele saberá o que precisa alcançar e poderá pensar em formas de se dedicar a esse objetivo. Também servirão como parâmetros para que o colaborador avalie o seu progresso.

Entender os pontos de melhoria

É necessário mapear os principais pontos fracos do profissional para que eles sejam corretamente trabalhados em treinamentos direcionados. Por exemplo, se o funcionário tem dificuldades de falar em público a empresa poderá encaminhá-lo para um curso focado no desenvolvimento dessa habilidade.

Analisar as potencialidades

Do mesmo modo que as fraquezas, os pontos fortes merecem destaque no PDI. Isso porque a equipe poderá ter esses aspectos em mente para direcionar o profissional ao setor ou cargo mais condizente com suas habilidades e talentos.

Quais aspectos de personalidade e comportamento avaliar?

Para escolher os pontos de personalidade e de comportamento para avaliar, de modo a reforçá-los ou desenvolvê-los no PDI, é preciso considerar os objetivos do colaborador— e até da empresa. Se o foco é preparar um gestor, então é preciso analisar traços necessários para essa função, como:

  • boa capacidade de comunicação;
  • sociabilidade;
  • capacidade de focar em propósitos claros e definidos;
  • habilidade em engajar colaboradores;
  • bom humor;
  • boa observação de pessoas e processos;
  • capacidade de orientar e atuar como “mentor” ou “professor” dos seus liderados, de modo a auxiliá-los em seu desenvolvimento etc.

Também é importante considerar a área de atuação. Por exemplo, um gestor de RH precisa ser receptivo e, muitas vezes, paciente para lidar com colaboradores e conflitos entre profissionais na empresa.

Já um gestor comercial, deve ser proativo e comunicativo, além de apresentar boa habilidade de negociação para fechar acordos com potenciais clientes.

Como saber em que melhorar e identificar potencialidades?

Existem ferramentas e metodologias que podem ajudar a monitorar os pontos que precisam ser melhorados na carreira. Selecionamos algumas a seguir.

SHAZAM

Conjunto de perguntas que ajudam a compreender o senso de propósito do profissional em um espaço de tempo reduzido. Também contribui para o mapeamento de valores, crenças, entre outros pontos do indivíduo por meio de questões indiretas, de modo a trazer essas informações de seu inconsciente. É uma técnica básica de coaching.

Avaliação 360º

A Avalização 360° consiste em uma análise completa do profissional — inclusive de quem é gestor. Envolve autoavaliação e análise de pares, liderados e superiores, a fim de levantar informações sobre como cada profissional é visto pelos demais.

Isso ajuda a destacar seus pontos de deficiência e suas qualidades, especialmente as mais presenciadas e “sentidas” pelos colegas.

No caso da autoanálise, é preciso ter cuidado com o que o colaborador aponta, pois ele pode subestimar ou superestimar suas competências ou qualidades, dificultando uma avaliação mais precisa de sua condição profissional.

Roda das Competências

Essa ferramenta é representada por um esquema gráfico em formato de “pizza”, no qual é possível medir itens como:

  • criatividade;
  • orientação para resultados;
  • orientação para clientes;
  • empreendedorismo;
  • comunicação;
  • inovação;
  • relacionamento interpessoal;
  • liderança de equipes e trabalho.

É preciso dar notas a esses pontos para ajudar o profissional a identificar suas potencialidades. Assim, ele poderá considerar os resultados alcançados em cada tópico e em relação ao gráfico gerado. Logo, poderá refletir melhor sobre o que é necessário mudar.

Indicadores de desempenho

Outra forma de identificar quais pontos precisam ser melhorados e em que aspectos o profissional se sobressai é avaliando a sua performance. Isso pode ser feito com o uso de métricas de desempenho.

Esses índices conseguem converter aspectos do dia a dia da rotina de trabalho em números palpáveis ou, ao menos, indicam que fatores de performance estão abaixo ou dentro do esperado.

Por meio deles, é possível mapear em quais processos os colaboradores são melhores e saber por que isso ocorre. Com os dados gerados em mãos, o avaliador poderá notar que qualidades dos indivíduos os levam a obter bons resultados. Eles também permitem entender em que atividades os profissionais apresentam maiores dificuldades e, portanto, quais capacidades precisam adquirir ou melhorar.

O PDI é importante para o colaborador alinhar desejos, habilidades e objetivos profissionais ao que a empresa espera enquanto se aprimora. Além disso, quando seus resultados são acompanhados de perto, é possível corrigir ações de capacitação que não contribuem para o indivíduo e nem para a organização.

Vale ressaltar que o plano de desenvolvimento individual tem grande importância para a ascensão profissional de cada colaborador. Quando realizado em conjunto com o negócio, pode transmitir a mensagem de que a organização se preocupa com seus funcionários.

Quer mais orientações para aprimorar a gestão de pessoas da sua empresa ou sua carreira profissional? Assine nossa newsletter e receba avisos de nossos próximos artigos em seu e-mail!

O que minha empresa ganha com a plataforma Lecom BPMS?

A transformação digital já é uma realidade dentro das empresas e consegue entregar grandes resultados, tanto na automatização de processos como na eficiência do negócio. A agilidade, produtividade, escalabilidade e vários outros benefícios são oriundos justamente dessa transformação. Para contar com isso nas empresas é preciso investir em plataformas e a Lecom BPMS é uma grande referência no mercado.

Se você também deseja implantar ferramentas de otimização de processos na sua organização, confira este conteúdo que preparamos. Vamos explicar o que é o Lecom BPMS e tudo o que precisa saber antes de investir nessa solução.

O que é Lecom BPMS?

O Lecom é uma plataforma de BPMS (Business Process Management Suite ou System) para automatizar, executar, melhorar e gerenciar processos. É utilizada quando existe um trâmite na empresa que não é suportado pelo RP ou outro sistema.

Neste caso, a empresa precisa rapidamente de uma solução que tenha flexibilidade no ajuste da técnica. Por exemplo, quando é adquirido um RP, são levados processos automatizados para a empresa naquele sistema. Já quando se adquire um WMS ou um CRM, o sistema já traz as etapas pré-definidas, o que é difícil de customizar e adequar.

O BPMS é como se fosse um quadro em branco. É preciso definir os métodos nele e definir como funcionarão. Então o Lecom BPM (Business Process Management) é utilizado quando alguma etapa não está no escopo do ARP ou quando algum trâmite é de difícil customização. Ele é automatizado no BPMS e faz as integrações necessárias com os sistemas que já existem.

Qual é a importância dessa plataforma para sua empresa?

Para entender a importância de investir em uma plataforma Lecom BPMS vamos acompanhar um exemplo. Imagine a automatização de determinado processo em uma organização de ensino que engloba escolas e faculdades. A produção gráfica, que eles não terceirizam, ocorre em uma gráfica interna.

O procedimento vai desde quando o professor faz a solicitação de material para a gráfica — informando a quantidade que será destinada para cada unidade — até o momento em que o material é disponibilizado para uso. Neste caso, o professor preenche uma requisição em papel e entrega uma via da prova na gráfica.

A partir desse momento não existe um controle, uma maneira de rastrear em qual etapa está o documento ou quanto tempo ele vai demorar para ser produzido. Já se utilizarmos a plataforma para automatizar o processo, o professor acessa e faz o upload do arquivo, depois disso ele consegue rastrear sua demanda sem a necessidade de ligar para a gráfica, inclusive com uma previsão de quando sua solicitação estará pronta.

Além da agilidade, a automatização também propicia indicadores de desempenho dos processos, tanto de capacidade quanto de tempo e prazo. Esse é só um exemplo de como a plataforma pode auxiliar nos trâmites empresariais e entregar resultados expressivos no dia a dia.

Quais são as diferenças entre o Lecom BPMS e um ERP convencional?

O ERP normalmente já traz métodos que são boas práticas mundiais, ou não. Por exemplo, um potencial cliente pediu para apresentar o Lecom na empresa para trabalhar no processo de suprimentos. Nesse caso específico isso não é aconselhado, uma vez que o procedimento de compras em um ERP tem um módulo que já está integrado com a área fiscal e com o financeiro.

Ou seja, no momento em que se faz uma requisição de compras já existe um procedimento que vai seguir e o Lecom não é a ferramenta ideal para criar tudo isso dentro dele.

Os ERPs já trazem esse processo, mas é possível utilizar o Lecom em caso de já ter o ERP e não querer que o usuário interaja com ele, e sim com o Lecom BPMS, ou então que o BPMS se integre em determinados pontos com o ERP.

É importante deixar claro que a proposta do BPMS não é substituir o ERP. É possível utilizá-lo para integrar etapas que estão em ERPs distintos. Em questão de integração o Lecom se integra com basicamente tudo.

Quais são os benefícios?

A plataforma Lecom BPMS não é uma simples ferramenta. A empresa oferece uma solução completa. Normalmente os clientes têm algum problema de gestão ou fluidez e procura a Lecom em busca de uma solução.

Então, é usada a plataforma para automatizar o processo do cliente e entregar resultados. Dessa forma, o ganho maior dele é a questão da agilidade da implementação, além dos benefícios relacionados à plataforma.

O foco do BPMS está em entregar autonomia, produtividade e inteligência aos usuários.

Como funciona a parceria entre Lecom e o Grupo Portfólio?

Hoje a Lecom atua por meio de parceiros, então ela tem a solução, mas por decisão própria prefere não atuar em todos os estados. A Lecom estabelece parcerias e atua por meio desses parceiros. O Grupo Portfólio é um desses parceiros que estão habilitados tanto a vender a plataforma como apoiar na implementação e automatização de processos.

Então quando precisa ela atua remotamente e caso seja necessário atuar presencialmente no estado, ela o faz por meio do Grupo. É 100% nacional e utiliza-se de braços locais, inclusive a Lecom é o BPMS brasileiro com a maior quantidade de processos automatizados no país.

Portanto, neste artigo vimos que a plataforma Lecom BPMS é uma grande solução para as empresas que desejam explorar a transformação digital e utilizar a tecnologia para otimizar processos e gerar eficiência. Essa solução tem o foco em autonomia, produtividade e inteligência para o usuário. Outro ponto importante é a integração facilitada com vários outros sistemas e os benefícios, mostrando que é interessante investir nessa solução mesmo se a empresa conta com um sistema ERP.

Então, ficou interessado em ter essa solução dentro da sua empresa? Se você também deseja saber como a plataforma Lecom BPMS pode ser aplicada na sua organização e os benefícios disso, entre em contato agora mesmo com um de nossos especialistas e tire todas as suas dúvidas.

Conheça as 3 melhores certificações na área de processos e conquiste a sua!

O gerente de projetos que se destaca em relação aos outros tem mais oportunidades de carreira, sucesso e ascensão profissional. Para alcançar esses objetivos, as realizações são fundamentais, mas as melhores certificações dão credibilidade e atestam a competência do profissional.

Isso tem estimulado um número cada vez maior de pessoas a se dedicar à preparação e participação nos testes de certificação, especialmente na área de processos. No entanto, a dúvida sobre quais são as melhores e mais bem aceitas pelo mercado é frequente. Por isso, contamos a você, neste artigo, quais são as melhores opções na área de processos. Confira!

Quais as melhores certificações?

Obviamente, os seus objetivos de gestão de carreira devem ser considerados na hora de escolher sua opção. Na atualidade é muito importante ir além de um bom diploma e dos cursos de inglês, pois essa formação é cada vez mais comum no mercado de trabalho. Embora seja um fator positivo, aumenta o nível de exigência, especialmente para as melhores posições.

Desse ponto de vista, como estamos nos referindo à comprovação de capacidades, que é a função de uma certificação, a confiabilidade de cada certificado é que faz a diferença. Vejamos então quais são as três melhores certificações.

1. CBPP: Certified Business Process Professional

A CBPP comprova o conhecimento e a experiência prática em Gerenciamento de Processos de negócio. Essa é uma área de enorme importância para as organizações, uma vez que a excelência em processos é perseguida como forma de garantir qualidade em cada uma das atividades da empresa.

Ainda assim, a quantidade de profissionais certificados não é muito grande, o que garante um bom diferencial para os que atingem esse objetivo. Para isso, é necessário fazer uma prova elaborada pela ABPMP International – Association of Business Process Management Professionals que, desde 2016, disponibiliza o teste em português.

Existem critérios para considerar os candidatos aptos para efetuar a prova, com a necessidade de comprovar experiência de no mínimo 4 anos. Eles são verificados com base em um formulário em inglês a ser preenchido online. Como será necessário aguardar algumas semanas pela resposta, a dica é usar esse período para reforçar os estudos.

Para a prova, você terá até 3 horas para responder as 135 questões em português. Será necessário obter um aproveitamento mínimo de 70% de acerto nas questões para obter a certificação, com validade de 3 anos. O resultado é imediato.

2. PMP: Project Manager Professional

A PMP também certifica o profissional em gerenciamento de processos. Contudo, ela é emitida pela PMI (Project Management Institute). Extremamente conceituado e com um custo de inscrição mais alto que o CBPP, o instituto exige pelo menos 3 anos de experiência e educação formal na área.

A inscrição também é feita online, mediante o preenchimento de um questionário. Após a aprovação, você recebe um e-mail para efetuar o pagamento por meio de um cartão de crédito e estará apto a realizar os testes, com a possibilidade de agendá-los no período da manhã ou da tarde, de segunda a sábado.

Nesse caso, o exame é realizado em inglês e é composto de 200 questões. O reconhecimento dessa certificação é altíssimo em todo o mundo, especialmente na indústria. Além disso, é a mais exigida. Por isso, obtê-la vai garantir um destaque ainda maior em relação a outros profissionais e excelentes oportunidades. Afinal, é uma forma de comprovar que você tem, de fato, o conhecimento necessário e experiência comprovada na gestão de processos.

3. ACP: Agile Certified Practitioner

Se existe uma necessidade em alta nas organizações é a agilidade. Especialmente em razão da digitalização das empresas e do destaque conquistado por algumas startups, os métodos ágeis são cada vez mais procurados e desejados.

Muitos projetos podem se tornar inviáveis se sua elaboração for custosa e demorada. Nesses casos, é preciso garantir a agilidade e, ao mesmo tempo, a eficiência. A solução encontrada foi a adoção de métodos mais simples e pontuais. Ou seja, não significa que se trate apenas de uma simplificação, mas sim que a agilidade deve ser buscada eliminando práticas desnecessárias para alcançar os objetivos principais de cada projeto.

Pois bem, seguindo essa lógica, a ACP certifica que o profissional domina os métodos ágeis na gestão de projetos. Ela confere a capacidade de aplicar diferentes métodos de acordo com especificidades de cada projeto. Por isso, podemos dizer que essa é uma certificação em alta.

O processo é semelhante ao das outras certificações, com provas em português e validade internacional. O PMI — Project Management Institute, responsável pela certificação, ainda atesta capacidades em gestão de riscos em processos, Risk Manager Professional (PMI-RMP), e no controle de prazos de processos, Scheduling Professional (PMI-SP).

Como obter as melhores certificações?

O requisito principal de qualquer certificação é o seu preparo, o que fica muito mais fácil quando você recorre a capacitações específicas para cada certificação. Obviamente, você pode consultar os manuais das instituições certificadoras e trilhar o caminho sozinho, mas contar com a experiência de quem conhece todos os procedimentos envolvidos, da inscrição ao teste, aumenta as suas chances e garante uma preparação completa para a certificação.

Os cursos preparatórios oferecem simulados, exercícios e informações sobre as provas que, em conjunto com a experiência prática, aumentam a segurança do candidato. Não é raro de ocorrer que, mesmo os profissionais mais tarimbados, tenham dificuldades com a prova em si.

Além disso, tenha em mente que tudo começa com o atendimento dos critérios de elegibilidade. Como pôde notar na descrição das certificações, é necessário ter experiência e formação adequadas a cada caso.

Dessa forma, podemos concluir que nessa busca por comprovação de capacidades, não existem atalhos para a obtenção das melhores certificações. O único caminho é o preparo. Afinal, a certificação é apenas a comprovação de que o profissional está em plenas condições de realizar uma tarefa e que se destaca perante os outros.

Decidiu sobre qual certificação é a ideal para você? Ainda em dúvida? Não se preocupe! Entre em contato conosco, podemos ajudar você na escolha da melhor opção e no seu preparo.